domingo, 31 de maio de 2015

R$1.000.000.000.000,00...ACORDA BRASIL !

MUITO IMPORTANTE: LEIAM !!!
Rombo de um trilhão no BNDES! R$1.000.000.000.000,00

                                 ACORDA BRASIL!!!
*Por Ossami Sakamori

 Fala-se muito em rombo do BNDES. Alguns falam em até R$ 1 trilhão a ladroagem do maior banco de fomento do País. Tem ladroagem, sim. Isto não tenho nenhuma dúvida. O MPF investiga a relação incestuosa do presidente do Banco com a instituição BNDES. Também, é de conhecimento público a ascendência do Lula sobre o Luciano Coutinho.
Com relação à relação promíscua entre o Luciano Coutinho e o BNDES, se refere à empresa de consultoria que elabora os projetos de financiamento junto ao Banco. A ex-empresa de consultoria é contratada para ter sucesso no financiamento. A empresa tinha como sócio o próprio Luciano Coutinho até assunção dele como presidente do Banco. Nada há de ilegal, uma vez que o Luciano Coutinho não é mais sócio daquela empresa de consultoria. Mas tudo parece que os atuais sócios são "laranjas" do próprio.
O projeto do Lula tentar criar os maiores "players" brasileiros atuando no mundo com o PSI - Programa de Sustentação de Investimentos, criado por ele no auge da crise financeira mundial em 2009, nada haveria de anormal, ;se não não funcionasse como Bolsa Empresário. Para criar "players" brasileiros, o BNDES emprestou e empresta a alguns poucos privilegiados a juros de 3,5% ao ano, enquanto o Tesouro paga Selic, hoje em 11,75% ao ano, para captar os mesmos recursos.
O Tesouro injetou no BNDES, segundo balanço semestral de 2014, exatos R$ 431,4 bilhões, nominal. Isto é o valor que foi injetado, sem considerar a equalização de juros. No apagar das luzes de 2014, Dilma autorizou injeção de mais R$ 30 bilhões no mesmo esquema do PSI, somando hoje R$ 461,4 bilhões.
Nada haveria de anormal se a injeção do dinheiro fosse na forma de investimento da parte da União. A crítica de analistas econômicos, na qual eu me incluo, é que a injeção de recursos da União está sendo feito em forma de "empréstimos" do Tesouro para o BNDES. O Tesouro capta o recurso no mercado pagando juros Selic e empresta ao BNDES. O empréstimo feito pelo Tesouro no mercado para este fim não entra no cômputo da dívida pública líquida.

Desta forma o dinheiro repassado pelo Tesouro para o BNDES sob forma do PSI, não entra também como despesa da União. Resumindo, os R$ 461,4 bilhões estão na contabilidade do Tesouro e do BNDES como uma espécie de "volume morto". O volume de dinheiro é de responsabilidade, portanto, do contribuinte.
Os principais recursos do BNDES para empréstimos vêm do Tesouro em forma de PSI, do FAT, do Fundos PIS/PASEP e do Fundo de Marinha Mercante e de outros fundos constitucionais. No total, considerando o empréstimo do Tesouro, o passivo do BNDES é de cerca de R$ 544 bilhões. Em tese, este é o montante que está no risco do BNDES e em consequência do contribuinte. No entanto, o BNDES, pelo menos em  cima do papel está enquadrado nas regras do BIS, banco central dos bancos centrais.
Na coluna de ativos constam como realizável a Curto e Longo Prazo, cerca de R$ 300 bilhões em empréstimos diretos do BNDES e cerca de R$ 217 bilhões em empréstimos com aval dos agentes financeiros. Somado os ativos referentes aos empréstimos alcançam R$ 517 bilhões. Ainda na coluna de ativos consta a aplicação, no dia 31 de julho de 2014, em ações das empresas com financiamento no Banco, no montante de R$ 66,9 bilhões e R$ 10,4 bilhões em debêntures.
O problema de tudo isto é que o Patrimônio Líquido do sistema BNDES, incluindo BNDESpar, é de R$ 74,1 bilhões em 31 de julho de 2014. Outro problema grave é com referência à qualidade do crédito de responsabilidade direta do BNDES no montante de R$ 300 bilhões.  O crédito referente ao repasse às instituições financeiras no montante de R$ 217 bilhões não tem tanta preocupação.  Não se sabe qual é o percentual de "empréstimos podres" dentre os R$ 300 bilhões.
No mercado financeiro, até o engraxate da BMF Bovespa sabe, de duas verdades. A primeira verdade é que o presidente Lula teria intermediado a negociação de empréstimos do PSI no montante de R$ 300 bilhões, da parte do empréstimo direto do BNDES. Se realmente houve, qualquer 3% daria R$ 9 bilhões de comissionamento para o Lula.  Isto merece investigações por parte do TCU e MPF, mas negadas pelo BNDES. Para ser negado, aos órgãos de controle da União, o acesso às informações, é de supor que o "boato" do engraxate deve ser verdadeiro.
A segunda preocupação do mercado é quanto à natureza das garantias oferecidas pelos tomadores preferenciais dos empréstimos do sistema BNDES. Em muitos dos empréstimos destinados aos amigos do Lula e do Palácio do Planalto, as garantias são as próprias ações das companhias. São empréstimos no montante de R$ 300 bilhões com alto risco de não receber de volta o empréstimo. Comenta-se que cerca de R$ 100 bilhões é quase como crédito podre. O montante é superior ao Patrimônio Líquido do sistema BNDES. 
O rombo só vai aparecer no decorrer dos próximos anos, pois o financiamento concedido pelo Banco é de longo prazo.  Alguns antes, como foi o caso dos empréstimos de R$ 10,6 bilhões concedidos ao grupo OGX.  Outra empresa que tem um passivo próximo de R$ 30 bilhões com o sistema BNDES é o grupo JBS/Friboi, a juros subsidiados de 3,5% ao ano. Outra empresa com dificuldade econômica conhecida no mercado, que tem passivo alto junto ao sistema BNDES, é a de telefonia Oi.  A Construtora Odebrecht, em dificuldade por conta da Operação Lava Jato, tem também tem passivo muito alto junto ao BNDES.
Curiosamente, essas empresas falidas ou em dificuldade financeira contam com o apoio explícito do Lula.  Não, Lula não é sócio dessas empresas como comentam, mas apenas intermediário nas operações de financiamentos e refinanciamentos. Digamos, que o Lula deve ter amealhado, no mínimo, R$ 5 bilhões em intermediações no BNDES. Claro, os depósitos estão nas contas nos paraísos fiscais, por orientação do Henrique Meirelles, principal executivo do JBS/Friboi.
Ufa, consegui fazer o resumo do assunto complexo como este. Será que consegui fazê-los entender? Preocupa, não, se não entender o assunto na primeira leitura.  O assunto é para quem tem vivência no mercado financeiro.

*Ossami Sakamori, engenheiro civil, foi professor da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Paraná. Atua nos ramos de construção e mercado financeiro. 


 

 
UMA NAÇÃO SE TORNA MENOR...
QUANDO O SEU POVO PERDE O PODER DA INDIGNAÇÃO!!!

sábado, 30 de maio de 2015

Quem tem medo da Intervenção Militar?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Quando resolvi enfrentar o desafio da discussão que segue, esbarrei  já  na escolha do  seu título. Num primeiro momento, ele recairia em “A VERDADE ESTÁ NAS MINORIAS”. Mas deixo  esse detalhe à livre escolha do leitor, desde  que lembre do  “outro”, como auxiliar. Mas acredito que ambos se ajustariam perfeitamente à matéria aqui debatida. Acredito que a observação pode ser uma das melhores fontes da verdade.

O atoleiro moral em que se meteu o Governo, com seus “comparsas” nos Poderes Legislativo e Judiciário, em vista da corrupção e roubalheira generalizada no setor público, trouxe como consequência o surgimento de inúmeras  reações de desconformidade na sociedade civil. Estas foram de várias espécies. Cada grupo invocou para si mesmo ter a melhor alternativa para corrigir essa situação caótica.

Dentre esses grupos, os que mais sobressaíram foram os  IMPEDIMENTISTAS (partidários do impeachment) e os INTERVENCIONISTAS (que apoiam a intervenção militar), com larga vantagem numérica para os primeiros, na  política, na  grande mídia e na massa ignara. Mas também compõe essa “maioria”, e  isso seria, em  princípio, um  paradoxo, a própria maioria dos comandos militares, totalmente  acovardados e submissos ao Comando Supremo das FFAA, que é o principal réu nessa demanda.

As proposições dos citados grupos encontram respaldo na Constituição Federal. O impeachment deve ser processado e julgado no  Senado Federal, e a  intervenção militar no âmbito das  próprias Forças Armadas. Nos dois casos, a Constituição prevê plena autonomia dos citados Poderes para processar e julgar, respectivamente, o impedimento e a intervenção.

Não vou me debruçar sobre  o problema da constitucionalidade de ambas as medidas, o que  esmiucei  em  artigos anteriores, mais precisamente, nos  títulos “Impeachment ou Intervenção Militar? “ ; “Impedimentistas e Intervencionistas, afinal quem são os golpistas?” ; “O Duplo Fracasso de 12.04.2015” ; “Demissão da Presidenta na Caneta ou Baioneta? “ ; “Impeachment: Parlamentar ou Militar?” ; “As Forças Armadas Podem Intervir? “; “Partidários do Impeachment ou Governistas Travestidos?“; e , finalmente,“ Afeminamento  das Forças Armadas ?”.

Todos os artigos acima citados caminham na direção de reconhecer a legitimidade do impeachment e da intervenção militar, se e quando presentes os pressupostos de cada um, com plena soberania dos Poderes, Senado ou Forças Armadas, para  julgarem o impedimento ou intervenção, em definitivo, sem possibilidade de recurso, equivalente  à sentença  trânsita  em julgado na Justiça. Tais poderes emergem da Constituição ,e nem mesmo o Poder Judiciário poderia intervir na decisão tomada.

Mas enquanto o povo se preocupa num primeiro momento só em afastar o atual governo, nem lhe importando a modalidade que for escolhida ,se impeachment ou intervenção militar, os PODEROSOS da Nação que estão em exercício na política, tanto  no Executivo, quanto no Legislativo, quando  muito chegam a concordar com o impeachment, que  não arrancaria as raízes da perversão política contra a qual se luta.

Mas os políticos fogem da INTERVENÇÃO MILITAR como o diabo foge da cruz. Bem sabem que mediante o impeachment suas carreiras políticas não seriam afetadas, e com extrema facilidade se adaptariam aos novos tempos.  “Suspeitam”, talvez  até com alguma procedência, que as “coisas” poderiam ser bem diferentes com a intervenção militar. Com o impeachment não se “mexeria” muito nos seus reinos. Com os “milicos” seria uma incógnita, quem  sabe talvez até  um” perigo”. A GRANDE MÍDIA, por seu turno ,sempre está do mesmo lado que os políticos. Não deve ser mera coincidência. Parece que os interesses são convergentes.

A  grande mídia e os políticos tratam  mal os que defendem a intervenção militar ,como se  eles fossem uns excepcionais, desajustados  e desequilibrados, chamando-os de  “saudosistas de 64”.  Mas “esquecem” algumas  coisas. O Regime Militar durou tanto tempo quanto os governos de FHC e “PETRALHAS”, somados. Os primeiros deixaram muito mais obras  públicas de grande porte que os segundos. Antes existia paz e segurança, hoje  não. O Brasil chegou aos piores índices de qualidade de vida do povo no ranking mundial,e é onde mais se cobra impostos por essa situação caótica.

Mas esse  argumento “besta” de invariavelmente remeter a 64 deve ser rebatido com todas as forças. São situações completamente independentes ,em tempos diferentes, porque  lá se vão cinquenta anos. Para os que apreciam meras “formalidades”, outra  diferença está em que a Constituição de 1946, vigente em 31.03.64, não previa a “intervenção militar”, e  a de 1988, que está em vigor, prevê  a “intervenção militar”(art.142).

A verdadeira “implicância” que plantaram para denegrir os militares em virtude do regime instaurado em 64, só pode funcionar em cabeças muito ignorantes. Claro que 64 teve ”prós” e alguns “contras”. Não foi perfeito. 

Mas se é para banir os militares da vida política do Brasil, sempre  alegando “64”, primeiro  haveria que se banir os “civis”. Quando nos governos, os civis não se saíram melhores que os militares. Então os civis também deveriam ser banidos da vida política. Por quê, então, essa  discriminação contra os militares?  Além de tudo, provado está que os militares não roubaram dos cofres públicos como os civis.

Permito-me fazer um paralelo dessa situação com outra que vivencio desde os anos 80. Nessa época iniciou a discussão sobre a divisão (cisão) do Brasil em alguns outros países, porque  se alegava que  o “Brasil não deu certo”. Em 1986 lancei o livro “Independência do Sul”; em 1990 ajudei a fundar o “Partido da República Farroupilha-PRF”, cujo  registro foi negado pelas autoridades. Hoje a discussão está  a cargo  principalmente do “Movimento o Sul é o Meu País”  (www.meusul.net), que soma vitória em cima de vitória nesse pleito.

A “coincidência” que desejo registrar é relativa à postura dos POLÍTICOS e da GRANDE MÍDIA, de  radical repúdio, tanto  à INTERVENÇÃO MILITAR ,quanto à proposta de DIVISÃO DO BRASIL em alguns novos países, dentre  eles a REGIÃO SUL (PR,SC e RS),que é a minha terra, MEU PAÍS.  Partindo do pressuposto que  os políticos em geral, a  grande mídia e a maioria do povo, estão sempre de “costas” para  a verdade, é  evidente que ela (a verdade) só será encontrada no lado oposto.

Significa dizer: com certeza são boas as alternativas  da intervenção militar e do respeito ao direito de autodeterminação dos povos atualmente subjugados pela bandeira brasileira contra a própria vontade, cujas  forças contrárias são as “maiorias”, antes mencionadas. Quer  dizer: a verdade está nas minorias.

Se transportarmos essa verdade para o que chamam de  “democracia”, dá perfeitamente para compreender porque a democracia nunca deu certo no Brasil. A democracia aqui praticada é a vitória do mal, em  todos os sentidos. Pode-se até afirmar, sem medo de erro, que  a melhor forma de governo  deveria ser a democracia, quando  praticada com as sua virtudes originais.

Sentindo-se acuado ,o governo mandou a sua Polícia Federal “apertar o cerco” contra os defensores da intervenção militar constitucional, intimidando  e ameaçando os que manifestassem essa opinião. Já está em vias de ser processado o Capitão da Reserva da Marinha Sérgio L.Zorowich, ameaçado  de ser enquadrado na Lei de Segurança Nacional (lembram-se dela?),artigo 23,pelo simples fato de manifestar seu pensamento nas redes sociais (Inquérito ‘161/15-4-Polícia Federal).                                                                              

Ora, do  ponto de vista jurídico, a defesa da INTERVENÇÃO MILITAR seria tão “criminosa” quanto a defesa do IMPEACHMENT, que  frequentemente até recebe aplausos. Ambos os remédios  jurídicos estão na Constituição. Nunca poderiam “discriminar” a intervenção militar em relação ao impeachment. O problema da procedência,ou não, dos respectivos enquadramentos, já  seria  outro “departamento”.

Tudo leva a crer que essa propalada “democracia” brasileira (que na verdade é OCLOCRACIA), está  tomando um rumo tal que o lado parcialmente truculento do Regime Militar de 64 vai parecer brinquedinho de criança se comparado com a nova versão da truculência em 2015.

Quero deixar muito claro que escrevo esse texto usando das minhas prerrogativas consagradas no Estatuto da OAB.


Sérgio Alves de Oliveira é Sociólogo e Advogado/OAB/RS 5.348

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Por que a Esquerda se corrompe tão facilmente?...Recomendo atenta leitura !






Excelentes artigo e vídeo do 
Professor Stephen Kanitz*
Muito pedagógico!
Tenho que repassá-lo,  
em razão do seu didatismo,
do seu moralismo elevado,

do seu compromisso 
com a educação dos mais jovens,
 da sua utilidade pública, da sua capacidade de ajudar-nos a entender um pouco mais, de forma bem crítica, a História do Brasil e os bastidores da nossa História.
E o interessante é que a excelente

aula de História
do Professor Stephen Kanitz
que elegeu como exemplo o JOSÉ DIRCEU,
é aplicável a qualquer outro petista
(ou esquerdista)conhecido (ou anônimo).
Pode-se trocar o nome do José Dirceu 
pelo do Lula, e assim por diante,
 que não comprometerá o fundo de verdade que 
há na aula magna do Professor Stephen Kanitz.
Por que os jovens esquerdistas
se corrompem quando velhos?
Não me refiro à corrupção financeira,
mas a corrupção de seus
mais queridos valores.
Veja o caso do líder supremo da esquerda brasileira,
a cabeça pensante do PT,
o "guerreiro" do povo brasileiro – José Dirceu.
Tendo se aposentado aos 66 anos,
mesmo que involuntariamente,
em vez de se dedicar à filantropia, 
ao ensino, aos netos,
ele passa a buscar avidamente o enriquecimento.
O primeiro cliente de sua consultoria
foi nada mais nada menos do que um capitalista
 dos mais ricos do mundo, Carlos Slim.
Pior, de uma multinacional.
Pior ainda,com a intenção de ser 
oligopolista no setor da banda larga.
Que ética é essa de Dirceu, e seus valores?
Dirceu passou a vida inteira combatendo 
os trustes internacionais,
o capital estrangeiro, a má distribuição da renda, 
os monopólios;
e agora, por dinheiro,
quer ajudar uma multinacional a ter 
o monopólio da Banda Larga.
E mais,agora descobrimos que 
ele prestava consultoria para
 três empreiteiras brasileiras, UTC, OAS e Galvão Engenharia,empreiteiras que têm 
contratos com o governo.
Era necessário,
o líder supremo da esquerda brasileira,
ganhar dinheiro justamente com seus ex inimigos?
Ele não poderia ser menos ganancioso,
e ganhar os mesmos R$ 30.000,00 por mês dando palestras?
Sem vínculo nenhum,
divulgando seus conhecimentos para a plateia,
em vez de vender “insider information
e tráfico de influências para três empreiteiras?
Posso entender uma freira, depois de 30 anos,
se desiludir e abandonar a sua 
religião e ética religiosa.
Mas daí se tornar dona de um puteiro já é demais!
Não entendo como tantos jovens brasileiros
ainda acreditam no PT, no PSOL, no PSDB, no PMDB.
E como Dirceu,
dezenas de líderes da esquerda
que em vez de trabalhar em ONGs como voluntários,
 foram vender seus préstimos a banqueiros e empreiteiros.
Se prostituíram em seus valores.
Por que a esquerda se vende na velhice?
Esta é a verdadeira questão. Muito simples...
Enquanto Dirceu fazia política estudantil,
 eu e tantos outros,
 hoje considerados de direita, estudávamos.
Enquanto José Dirceu gastava tempo com dezenas de mulheres,no conhecido “Antro do Dirceu”, nós nos preparávamos para sustentar uma única mulher,
a mãe de nossos filhos que prometemos cuidar.
Enquanto ele foi estudar em Cuba métodos de guerrilha,eu fui estudar em Harvard, Administração Responsável das Nações.
Enquanto ele torrava seu dinheiro em presentes para as mulheres, eu poupava.
Eu também trabalhei para o governo,
portanto isto não é desculpa.
Tenho três amigos de esquerda
que aos 50 anos me confessaram que tinham pesadelos à noite, sonhavam que se tornariam mendigos na velhice.
Eu tive este mesmo medo aos 20 anos,
como tantos outros filhos de pobres,
vendo nossos pais gramarem na velhice.
Por isto nós nos preocupávamos
em não nos tornarmos corruptos morais na velhice.
E usamos nossa juventude para nos preocuparmos com  o estudo, trabalho, preparação, poupança, comedimento sexual,paternidade responsável.
Cansei de recusar cola para “companheiros” do centro acadêmico,
início da derrocada ética deste pessoal.
Ao contrário da maioria desta “esquerda”,
chegamos na velhice com dinheiro poupado.
Eu também fui “aposentado”,
mas ao contrário do Dirceu
eu já sabia que isto fatalmente iria acontecer um dia.
E em vez de me prostituir,
eu passei a usar o meu “capital acumulado”,
que Dirceu e a esquerda brasileira tanto odeiam.
Criei o site filantropia.org,
criei o Prêmio Bem Eficiente,
em vez de puxar o saco de Carlos Slim.
Ou seja, ser de “esquerda” no Brasil
significa não se preparar para a velhice.
Ser de “esquerda” no Brasil
significa usar a juventude para atrapalhar
 a vida de quem trabalha,
sendo guerrilheiro, sequestrando embaixadores, ensinando marxismo, numa vida de luxúria sem o mínimo de comedimento.
E na velhice,
se corromper financeiramente,
ideologicamente, e eticamente para sobreviver.
Ser de “esquerda”
é querer salvar o mundo quando se é jovem.
É ser corrupto, traidor, espião, lobista 
e calhorda na velhice.
Se você é um jovem de “esquerda”, a
 vida do maior “esquerdista” da História do Brasil,
deveria servir como uma lição de vida.
E do grande erro que você estará
cometendo com sua própria velhice.
José Dirceu,você deveria envergonhar-se 
de sua vida e de seu legado.
Você foi um blefe,um predador,
um irresponsável sexual,
um traidor de seus próprios valores,
esta é a grande verdade de sua ingloriosa vida.
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O autor tem também um interessante vídeo no Youtube, aconselhando jovens:

Stephen Charles Kanitz (São Paulo, 31 de janeiro de 1946) é um consultor de empresas e conferencista brasileiro, mestre emAdministração de Empresas da Harvard Business School e bacharel em Contabilidade pela Universidade de São Paulo.
Em 1974 foi um dos precursores de análise de risco e crédito com seu artigo "Como Prever Falências", na Revista Exame 12/1974 que ficou conhecido como o Termômetro de Kanitz. Análise de risco abriu a possibilidade de crédito a pequenos empresários e pessoas mais pobres, antes dispensada somente àqueles mais ricos da população.
Em 1975 criou a edição anual Melhores e Maiores da revista Exame, determinando as empresas com melhor desempenho global de cada ano, iniciando no Brasil o movimento conhecido como benchmarking, seis anos antes de Tom Peters fazer o mesmo nos Estados Unidos em 1981, com o seu livro Em busca da Excelência.
Em 1992 foi um dos líderes que disseminou o conceito de Responsabilidade Social das Empresas, criando o primeiro site de voluntariado, www.voluntarios.com.br, e o primeiro site de doações on line na internet, o www.filantropia.org.
Em 1995 criou o Prêmio Bem Eficiente, que anualmente premia as 50 melhores entidades beneficentes do Brasil, e ajudou a colocar oterceiro setor na agenda jornalística do país.
Em 1994 publicou O Brasil que Dá Certo, que chegou a 32a. edição e lhe deu o Prêmio Jabuti de 1995. Foi um dos poucos que previu o sucesso do Plano Real, que iria erradicar definitamente a inflação no país, que a bolsa cresceria 10 vezes nos 10 anos seguintes e que o futuro empresarial seria fornecer produtos populares para os mercados de baixa renda.
Tornou-se conhecido no Brasil principalmente por sua coluna na revista Veja, na qual foi colunista entre 1998 e 2009, na seção Ponto de Vista.
Escreveu em parceria: com Cecilia Akemi, Edison Castilho, Eliseu Martins, Lázaro Plácido Lisboa, Luiz Benatti, Nena Gerusa Cei, Sérgio de Iudícibus, Contabilidade introdutória (livro texto e livro-exercício) - Editora Atlas


quinta-feira, 28 de maio de 2015

Direito de posse de arma reduz criminalidade(Estudo da Universidade de Harvard)


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Walter Williams, Ron Paul, Stefan Molyneux e Michael Snyder

Os recentes acontecimentos em Ottawa, Canadá, comprovam, pela enésima vez, que controle de armas serve apenas para deixar uma população pacífica ainda mais vulnerável.O desarmamento não apenas deixa uma população menos livre, como também a deixa menos segura. E não existe liberdade individual se o indivíduo está proibido de se proteger contra eventuais ataques físicos. Liberdade e autodefesa são conceitos totalmente indivisíveis. Sem o segundo não há o primeiro.

Respeitar o direito de cada indivíduo poder ter armas de fogo ainda é a melhor política de segurança, como os fatos listados abaixo mostrarão. Já restringir, ou até mesmo proibir, o direito de um indivíduo ter uma arma de fogo o deixa sem nenhuma defesa efetiva contra criminosos violentos ou contra um governo tirânico.

A Universidade de Harvard, que não tem nada de conservadora, divulgou recentemente um estudo que comprova que, quanto mais armas os indivíduos de uma nação têm, menor é a criminalidade. Em outras palavras, há uma robusta correlação positiva entre mais armas e menos crimes. Isso é exatamente o oposto do que a mídia quer nos fazer acreditar.

Mas o fato é que tal correlação faz sentido, e o motivo é bem intuitivo: nenhum criminoso gostaria de levar um tiro.

Se o governo de um país aprova um estatuto do desarmamento, o que ele realmente está fazendo é diminuindo o medo de criminosos levarem um tiro de cidadãos honestos e trabalhadores, e aumentando a confiança desses criminosos em saber que suas eventuais vítimas — que obedecem a lei — estão desarmadas.

A seguir, 20 fatos pouco conhecidos que comprovam que, ao redor do mundo, mais armas deixam uma população mais segura...

01) Um estudo publicado pela Universidade de Harvard — Harvard Journal of Law & Public Policy — relata que países que têm mais armas tendem a ter menos crimes.

02) Ao longo dos últimos 20 anos, as vendas de armas dispararam nos EUA, mas os homicídios relacionados a armas de fogo caíram 39 por cento durante esse mesmo período. Mais ainda: "outros crimes relacionados a armas de fogo" despencaram 69%.

03) Ainda segundo o estudo da Harvard, os nove países europeus que apresentam a menor taxa de posse de armas apresentam taxas de homicídios que, em conjunto, são três vezes maiores do que as dos outro nove países europeus que apresentam a maior taxa de posse de armas.

04) Quase todas as chacinas cometidas por indivíduos desajustados nos Estados Unidos desde 1950 ocorreram em estados que possuem rígidas leis de controle de armas.

Com uma única exceção, todos os assassinatos em massa cometidos nos EUA desde 1950 ocorreram em locais em que os cidadãos são proibidos de portarem armas. Já a Europa, não obstante sua rígida política de controle de armas, apresentou três dos seis piores episódios de chacinas em escolas.

05) Os EUA são o país número 1 do mundo em termos de posse de armas per capita, mas estão apenas na 28ª posição mundial em termos de homicídios cometidos por armas de fogo para cada 100.000 pessoas.

06) A taxa de crimes violentos nos EUA era de 757,7 por 100.000 pessoas em 1992. Já em 2011, ela despencou para 386,3 por 100.000 pessoas. Durante esse mesmo período, a taxa de homicídios caiu de 9,3 por 100.000 para 4,7 por 100.000. E, também durante esse período, como já dito acima, as vendas de armas dispararam.

07) A cada ano, aproximadamente 200.000 mulheres nos EUA utilizam armas de fogo para se proteger de crimes sexuais.

08) Em termos gerais, as armas de fogo são utilizadas com uma frequência 80 vezes maior para impedir crimes do que para tirar vidas.

09) O número de fatalidades involuntárias causadas por armas de fogo caiu 58% entre 1991 e 2011.

10) Apesar da extremamente rígida lei desarmamentista em vigor no Reino Unido, sua taxa de crimes violentos é aproximadamente 4 vezes superior à dos EUA. Em 2009, houve 2.034 crimes violentos para cada 100.000 habitantes do Reino Unido. Naquele mesmo ano, houve apenas 466 crimes violentos para cada 100.000 habitantes nos EUA.

11) O Reino Unido apresenta aproximadamente 125% mais vítimas de estupro por 100.000 pessoas a cada ano do que os EUA.

12) Anualmente, o Reino Unido tem 133% mais vítimas de assaltos e de outras agressões físicas por 100.000 habitantes do que os EUA.

13) O Reino Unido apresenta a quarta maior taxa de arrombamentos e invasões de residências de toda a União Europeia.

14) O Reino Unido apresenta a segunda maior taxa de criminalidade de toda a União Europeia.

15) Na Austrália, os homicídios cometidos por armas de fogo aumentaram 19% e os assaltos a mão armada aumentaram 69% após o governo instituir o desarmamento da população.

16) A cidade de Chicago havia aprovado uma das mais rígidas leis de controle de armas dos EUA. O que houve com a criminalidade? A taxa de homicídios foi 17% maior em 2012 em relação a 2011, e Chicago passou a ser considerada a "mais mortífera dentre as cidades globais". Inacreditavelmente, no ano de 2012, a quantidade de homicídios em Chicago foi aproximadamente igual à quantidade de homicídios ocorrida em todo o Japão.

17) Após essa catástrofe, a cidade de Chicago recuou e, no início de 2014, voltou a permitir que seus cidadãos andassem armados. Eis as consequências: o número de roubos caiu 20%; o número de arrombamentos caiu também 20%; o de furto de veículos caiu 26%; e, já no primeiro semestre, a taxa de homicídios da cidade recuou para o menor nível dos últimos 56 anos.

18) Após a cidade de Kennesaw, no estado americano da Geórgia, ter aprovado uma lei que obrigava cada casa a ter uma arma, a taxa de criminalidade caiu mais de 50% ao longo dos 23 anos seguintes. A taxa de arrombamentos e invasões de domicílios despencou incríveis 89%.

19) Os governos ao redor do mundo chacinaram mais de 170 milhões de seus próprios cidadãos durante o século XX (Stalin, Hitler, Mao Tsé-Tung, Pol Pot etc.). A esmagadora maioria desses cidadãos havia sido desarmada por esses mesmos governos antes de serem assassinados.

20) No Brasil, 10 anos após a aprovação do estatuto do desarmamento — considerado um dos mais rígidos do mundo —, o comércio legal de armas de fogo caiu 90%. Mas as mortes por armas de fogo aumentaram 346% ao longo dos últimos 30 anos. Com quase 60 mil homicídios por ano, o Brasil já é, em números absolutos, o país em que mais se mata.

Quantas dessas notícias você já viu na mídia convencional, que dá voz apenas a desarmamentistas?

Armas são objetos inanimados, tão inanimados quanto facas, tesouras e pedras. Costumes, tradições, valores morais e regras de etiqueta — e não leis e regulações estatais — são o que fazem uma sociedade ser civilizada. Restrições sobre a posse de objetos inanimados não irão gerar civilização.
Essas normas comportamentais — as quais são transmitidas pelo exemplo familiar, por palavras e também por ensinamentos religiosos — representam todo um conjunto de sabedoria refinado por anos de experiência, por processos de tentativa e erro, e pela busca daquilo que funciona. O benefício de se ter costumes, tradições e valores morais regulando o comportamento — em vez de atribuir essa função ao governo — é que as pessoas passam a se comportar eticamente mesmo quando não há ninguém vigiando. Em outras palavras, é a moralidade a primeira linha de defesa de uma sociedade contra comportamentos bárbaros.
No entanto, em vez de se concentrar naquilo que funciona, os progressistas desarmamentistas querem substituir moral e ética por palavras bonitas e por leis de fácil apelo.

Por último, vale um raciocínio lógico: quem é a favor do desarmamento não é contra armas, pois as armas serão necessárias para se desarmar os cidadãos. Logo, um desarmamentista nunca será contra armas — afinal, ele quer que a polícia utilize armas para confiscar as armas dos cidadãos.
Consequentemente, um desarmamentista é necessariamente a favor de armas. Mas ele quer que apenas o governo (que, obviamente, é composto por pessoas honestas, confiáveis, morais e virtuosas) tenha armas.
Conclusão: nunca existiu e nem nunca existirá um genuíno 'desarmamento'. Existe apenas armamento centralizado nas mãos de uma pequena elite política e dos burocratas fardados que protegem os interesses dessa elite.

Participaram desse artigo:

Walter Williams, professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros. Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.
Ron Paul, médico e ex-congressista republicano do Texas. Foi candidato a presidente dos Estados Unidos em 1988 pelo Partido Libertário e candidato à nomeação para as eleições presidenciais de 2008 e 2012 pelo partido republicano. É autor de diversos livros sobre a Escola Austríaca de economia e a filosofia política libertária como Mises e a Escola Austríaca: uma visão pessoal, Definindo a liberdade, O Fim do Fed – por que acabar com o Banco Central (2009), The Case for Gold (1982), The Revolution: A Manifesto (2008), Pillars of Prosperity (2008) e A Foreign Policy of Freedom (2007). O doutor Paul foi um dos fundadores do Ludwig von Mises Institute, em 1982, e no ano de 2013 fundou o Ron Paul Institute for Peace and Prosperity e o The Ron Paul Channel.
Stefan Molyneux, ex-empresário do ramo de software, hoje se dedica inteiramente à filosofia. Já escreveu sete livros, todos disponíveis em seu website.
Michael Snyder, colunista do blog Economic Collapse.
Veja como foi originalmente publicado:


Walter Williams, Ron Paul, Stefan Molyneux e Michael Snyder.