quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Carta aberta de militar da Marinha a Ricardo Boechat



Sr. Jornalista!
Reitero a correspondência remetida a V. Sa. no dia 12 de outubro e não considerada em sua programação até o momento.
Reporto-me à matéria veiculada em vosso programa diário, edição de 08/10, quanto ao esgotamento do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, e outros assuntos debatidos com outro colega jornalista, relacionados com a Marinha do Brasil, com fulcro em missiva de um Oficial Superior da Marinha, que não se identificou. A reportagem em apreço pode conduzir a interpretações equivocadas por parte do grande público, perante as conclusões incompletas e parciais, expostas “ao vivo” por V. Sa., motivadas pela ausência de pesquisa a respeito, que deveriam ter sido promovidas pelo “Jornalismo” da Band.
Inicialmente, devo assinalar que, diferentemente do colega missivista, tenho nome e sobrenome, conforme subscrito ao final. Embora eu seja um Capitão-de-Mar-e-Guerra do Corpo da Armada, na Reserva, ressalto  que não represento a Marinha do Brasil na presente manifestação; represento o inconformismo pessoal em  face de vossas colocações e as de vosso colega jornalista. Muito menos promovo essa carta por interesses pessoais; afinal, o único elo   que tenho com a Marinha é sentimental e de profunda gratidão, por ter contribuído com a formação cidadã de um filho de camelô com uma serzideira numa pessoa de nível superior e ter me possibilitado exercer uma profissão honrada e digna.
Em que pese ser seu ouvinte nos trajetos motorizados, quando os   horários dos deslocamentos permitem, confesso minha surpresa pela forma emocional como o assunto foi tratado.  A impressão que tive foi a da ausência de suporte à V. Sa., por parte da equipe de jornalistas e estagiários da Rede. Afinal, permita-me o respeitoso juízo, considerei inaceitável a ausência dos requisitos que entendo indispensáveis ao bom jornalismo – que V. Sa. pratica - e que tem o superior compromisso com a verdade: pesquisa, checagem sobre os fatos e fontes e imparcialidade. Humildemente, também acrescentaria uma boa dose de prudência no trato de matéria complexa e polêmica, que entendo desnecessário sugerir a um consagrado profissional com mais de quatro décadas de experiência e vivência nos principais veículos brasileiros.
No que tange ao tema da reportagem - esgotamento sanitário e despoluição da baía de Guanabara - independente das causas sobejamente conhecidas que levaram ao estado crítico de nossa baía,  entendo ser lamentável que a rede do Arsenal de Marinha ainda não esteja conectada à rede coletora da Concessionária CEDAE. Mas também entendo lamentável o Sr não ter pesquisado o porquê.
Em que pese o compromisso institucional da Marinha do Brasil com a despoluição, não só no Rio de Janeiro, como nas demais Bases, Navios e órgãos, também é lamentável a falta de compromisso político dos governantes que não assentam as redes coletoras corretamente dimensionadas à população crescente; isto sem contar a falta da renovação das redes existentes, cujo último grande reparo, no Rio de Janeiro, ocorreu no governo Carlos Lacerda.
Aliás,  não só no Arsenal a coleta é deficiente; ela inexiste em cerca de 16% dos domicílios cariocas. No caso do Arsenal de Marinha, existe a atenuante da estação de tratamento lá instalada, que, decerto, não é do vosso conhecimento. E não adiantam estatísticas favoráveis: de fato, o Rio é  o segundo município brasileiro mais privilegiado em termos de saneamento básico, após São Paulo, obviamente.
Mas a triste constatação, que V.Sa., como pessoa bem-informada, tem conhecimento, que o sudeste e o Distrito Federal são exceções. No Amapá, por exemplo, apenas 4% dos domicílios têm acesso à rede coletora de esgoto. A média brasileira de domicílios desassistidos é algo entre 43 e 46%, segundo a última pesquisa PNAD, o que também é lamentável. E V. Sa. sabe muito bem o resultado da falta  do  saneamento básico. Nas áreas em que o esgoto corre a céu aberto, as despesas com a assistência de saúde primária multiplicam-se por quatro. Afinal, de cada real investido em saneamento básico, o estado economiza quatro na rede hospitalar.
Mas não nos desviemos da questão central: causou estranheza, na vossa matéria, os seus repórteres não buscarem informações junto à Direção do Arsenal de Marinha sobre o assunto, que permitiria informar o grande público acerca do quadro completo da situação enfocada, qual seja, as obras em andamento, as dificuldades técnicas ou legais, prazos, recursos financeiros etc.
Esse aspecto me deixou por demais inquieto, porque é sabido que a Rede Bandeirantes, nos seus diversos e conceituados veículos, tem feito do jornalismo o seu contraponto às concorrentes. E isso não ocorre só no sudeste, onde se concentra a esmagadora maioria das verbas publicitárias. Idêntica postura assume, por exemplo, a RBA na Amazônia. No caso em riste, não seria difícil um deslocamento de uma das diversas viaturas  da  Rede,  da Rua Álvaro Ramos à Ilha das Cobras, no centro da cidade, onde se localiza o AMRJ, sigla que identifica o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, uma instituição com 256 anos de existência, nascida, como é óbvio, ainda no Brasil Colônia.
No Arsenal, com certeza, seriam fornecidas maiores informações, como  exemplo, a de que a obra de ligação com a rede da concessionária, vislumbrada para julho de 2014, atrasou por questão técnica relevante, dada a especificidade do solo por tratar-se de uma ilha; ou das estações de tratamento implementadas, diante da inexistência de uma galeria de cintura apropriada da  concessionária em terra firme.
Nunca é demais nos lembrarmos do sumidouro de dinheiro público gasto no saneamento periférico da baía de Guanabara, há longo tempo, cerca de 25 anos, exatamente pela demora de se implementar uma rede coletora. Teve dinheiro nosso, do Banco Mundial, dinheiro japonês e com certeza de outras fontes, literalmente no ralo, nessa história toda. É fato que não existia a galeria de cintura até há dois anos. Só há pouco passou-se a ter condições de conectar-se redes tributárias, no centro do Rio, à coletora de 1000 milímetros. A programação do AMRJ era para 2014; atrasou um ano por conta da “abundância” de verbas do governo federal  destinadas às Forças Armadas.
Como V.Sa. observa e tem ciência, em pormenores, trata-se de uma questão antiga, cujas duras palavras ditas por V. Sa. em seu programa, a respeito do Arsenal de Marinha, seriam mais adequadas e, com certeza, fidedignas da situação, se a sua assessoria tivesse ofertado à produção todas as informações necessárias e coletadas na fonte, desprezadas pela sua equipe, como grave ofensa ao princípio do contraditório.
Para finalizar neste tópico, uma boa idéia seria a sua equipe de jornalistas, por ocasião da visita que se faz obrigatória ao Arsenal, passar a conhecer a história do AMRJ, os atuais planos, a Escola Técnica mantida e administrada pelo Arsenal, que oferece oportunidades de vida a jovens, os maiores diques abaixo do Rio Grande, na América Latina, os navios construídos, ou, ao menos, apreciar o Navio-Aeródromo São Paulo, lá atracado, que V. Sa. também comentou e atacou sem qualquer critério, com base, apenas numa carta apócrifa, cuja motivação possa estar relacionada com a caótica situação de verbas que os  Chefes Navais estão vivenciando no momento...
Bem...como o Sr. falou muito da Marinha do Brasil (e mal), não posso parar por aqui!
O Sr e o seu colega, de quem não guardei o nome, comentaram a respeito da aquisição de um novo navio francês, um Navio de Assalto Anfíbio, de nome SIROCO na Marinha da França, discorrendo uma série de contrariedades à sobredita compra.
Com certeza, não sou a pessoa mais indicada para esgotar (sem trocadilho) o assunto e suprir-lhe as informações que seus assessores não lhe forneceram. Como exposto antes, dirijo-me a V. Sa. inconformado  com o desrespeito à Força Naval. Um representante oficial da MB ser-lhe-ia muito mais útil que este Autor no esclarecimento dos fatos elencados na reportagem.
Mas posso adiantar que é praxe das Marinhas de países com menor capacidade financeira de se valer, além de navios novos, de navios ditos de “segunda mão”, como é o jargão. Esse procedimento não é privilégio da Marinha do Brasil. Exceto sete ou oito Marinhas vinculadas aos países mais desenvolvidos, as demais adotam esse procedimento para complementar as suas necessidades operativas.
O Brasil possui um extenso programa de aparelhamento de suas Forças Armadas que contemplam meios novos, vários construídos em território nacional, ou compras programadas no exterior, inclusive aquisições de oportunidade, as quais, como o próprio nome indica, referem-se a meios necessários, mas não vislumbrados no momento.
Recentemente, como exemplo, a Marinha do Brasil incorporou ao seu inventário três navios-patrulhas oceânicos, novíssimos, construídos na Inglaterra e inicialmente direcionados a outro país. Por algum motivo, os contratos foram desfeitos e a nossa Marinha aproveitou o momento, promovendo uma compra de oportunidade. Esses navios já operam sob o pavilhão nacional.
Observa-se que não é só de “navios velhos” que a Marinha do Brasil é composta, como o Sr. comentou. Há muitos meios aqui construídos e que nos enchem de orgulho, tal o orgulho que sentimos no aperfeiçoamento de tecnologia própria na construção do futuro Submarino Nuclear Almirante Álvaro Alberto.
No caso do Navio de Assalto francês, a sua obtenção foi motivada pela recente desativação de meio correlato; daí, a necessidade de recompletar a Esquadra.
O navio em  causa também era pretendido por Portugal, que desistiu. A Marinha do Chile adquiriu, em 2011, outro navio da mesma classe Foudre, que no Chile passou a ostentar o nome de “Sargento Aldea”. Como visto, esse é um procedimento usual.
Uma comissão da Diretoria Geral de Material da Marinha inspecionou o navio e recomendou a sua aquisição.
Por esse rápido esclarecimento, o Sr. pode constatar que essa iniciativa não se trata de uma intervenção amadora ou unilateral de alguma autoridade naval. Tudo é muito bem pensado e avaliado, assim como foi a aquisição do Navio-Aeródromo FOCH, o atual São Paulo, diferentemente do que foi comentado por V. Sa.
Por oportuno, no caso da Aviação Naval, duramente conquistada ao longo de quase 100 anos, desde as oficinas pioneiras na Ilha do Galeão na década de 20, o importante foi não perder a capacidade operacional e a doutrina. Nosso patrimônio naval de mais de oitenta helicópteros – as chamadas aeronaves de asa rotativas, atesta a nossa umbilical ligação com a aviação, inclusive a de asa fixa, que sempre contou com aviões operados pelos nossos irmãos da FAB. Oportuno citar que caças A-4, ora operados por pilotos navais,  adquiridos de segunda mão do Kuwait, no inicio da década anterior, estão sendo modernizados pela EMBRAER, em mais um esforço da Marinha pelo desenvolvimento tecnológico nacional, igual a tantas outras contribuições, que V. Sa. tem de conhecer, como os quatro Navios Hospitais na Amazônia e no Pantanal, ou a Estação Comandante Ferraz na Antártida, ou as patentes requeridas pelo Instituto de Pesquisas da Marinha, ou a construção naval no Arsenal de Marinha, o maior parque industrial da América Latina, ao lado do aperfeiçoamento da coleta sanitária na Ilha das Cobras, de que falamos.
Resta claro que todos nós gostaríamos de obter os meios mais avançados, como foi a aquisição dos caças suecos Gripen NG, que demorou vinte anos. Mas nem sempre essa condição é possível, haja vista a situação econômico-financeira adversa nacional. Como manter os meios em bom estado de operação, inclusive no tocante à segurança do pessoal, se até os hospitais militares estão deficitários? Daí a necessidade de desmobilizar meios, como citado na reportagem, para reduzir o custeio da Força.
Boechat: Nesse quesito, na redução das despesas, a Alta Administração Naval se comporta igual à conduta empregada nas finanças pessoais, em situações de aperto. Está caro, desmobiliza, “desapega” como dizem os jovens. Claro que nenhum de nós aceita de bom grado a baixa  de meios. Mas o Comandante tem de manter a Força balanceada ante as necessidades do seu emprego em face dos escassos recursos recebidos, hoje, cada vez mais reduzidos. Por exemplo, atualmente, temos compromissos internacionais que não podemos abrir mão, como o Haiti, o Líbano ou o Timor Leste. São conquistas, preservadas com muito esforço pela Marinha. É o pavilhão do Brasil levado a outros mares, a outras terras, até com intervenções humanitárias, como foi o recente salvamento de refugiados, pela Corveta Barroso, a caminho do Líbano, no mar Mediterrâneo.
Mesmo com todas as restrições, inclusive, por vezes,  a necessidade de dispensar a tropa para economia de rancho, como citado em vosso programa, as Forças Armadas têm buscado a constante revitalização de seu meios, como a viatura blindada Guarani, o cargueiro da  FAB,  KC-390, produzido pela EMBRAER com verbas da Aeronáutica, os helicópteros Super Puma, construídos em solo pátrio, ou a construção em Itaguaí dos quatros submarinos convencionais (já havíamos construído seis submarinos antes, na década de 70 e na de 80) que conduzirão ao submarino nuclear após 2025. Assim como, tantos e tantos meios, aqui desenvolvidos, em décadas passadas, mostrando a capacidade da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Por último, Boechat, lamento que o Sr. tenha endossado as palavras de um colega que dispõe de informações parciais, sem a observância dos mínimos preceitos jornalísticos e do princípio constitucional do  contraditório. O resultado só poderia ter sido uma reportagem incompleta, em desacordo com a sua carreira de jornalista consagrado.  Espero, de alguma forma, ter contribuído para o seu esclarecimento.
E quanto ao meu “colega naval”, que vos escreveu, com certeza se trata de um jovem idealista, amargurado com as agruras governamentais impostas à sua Força querida. Eu entendo esse colega, me coloco à disposição dele e o desculpo. Só não desculpo V. Sa. Inaceitáveis as suas falhas após tantos anos de labuta na imprensa.
Ao renovar a sugestão para uma entrevista com algum representante oficial da Marinha do Brasil, firmo, RESPEITOSAMENTE,

Rio de Janeiro, em 04 de novembro de 2015.
De Luca,  Vicente Roberto.
Capitão-de-Mar-e-Guerra do Corpo da Armada (Reserva Remunerada).
Engenheiro Mecânico, Eletricista e Eletrotécnico Industrial.
Advogado.
Perito Judicial.                             




segunda-feira, 9 de novembro de 2015

China e Índia sabem sobre bases subterrâneas de UFOs no Himalaya


UFOs no HIMALAYA

FONTE: http://www.indiadaily.com/editorial/01-09a-05.asp 
Tanto a China como a Índia sabem sobre bases subterrâneas de UFOs na área do Passo de Kongka-La, na fronteira do Himalaya, enterradas em encontro das placas tectônicas Eurasiana e Indiana.
Tradução, imagens e adendo:Thoth3126@gmail.com
 

Kongka La é uma passagem entre as grandes montanhas no Himalaya (oval azul no mapa). Esta na área disputada da fronteira Índia-China em Ladakh. No mapa, a zona vermelha é a área disputada ainda sob o controle chinês na região de Aksai Chin. 
A parte chinesa localizada a nordeste é conhecida como Aksai Chin e para os indianos a sudoeste é conhecido como Ladakh. Esta é a área onde os exércitos indianos e chineses lutaram uma grande guerra em 1962. A área é uma das menos acessíveis do mundo e por um acordo feito entre os dois países eles não patrulham essa fronteira.   

A remota região de Kongka La assinalada no mapa, 
no sudoeste da CHINA.
De acordo com muitos turistas, os monges budistas e a população local de Ladakh, o Exército indiano e as forças armadas chinesas mantêm a linha de controle. Mas há algo muito mais grave e interessante acontecendo nesta área. De acordo com as poucas pessoas locais na área de fronteira indianos e chineses, este é o local onde os OVNIs são vistos saindo do solo e das montanhas, de acordo com muitos locais, as bases (parece haver mais de uma) subterrâneas de UFOs existem nesta região e tanto o Governo indiano assim como o governo chinês saberiam disso muito bem.
Recentemente, alguns peregrinos hindus em seu caminho para o sagrado Monte Kailash, na passagem ocidental da cordilheira, se depararam com luzes estranhas no céu. Os guias locais durante a passagem do território chinês lhes disseram que isso não era nada de novo e é um fenômeno normal na área da passagem de Kongka La Pass - a tensa região de fronteira entre a Índia e a China. 
A estranha e iluminada espaçonave triangular silenciosamente surgiu do subsolo e se elevou quase que verticalmente para cima. Alguns dos peregrinos mais aventureiros queriam olhar para o local de onde ela saiu.   

O sagrado Monte Kailash, no Himalaya
 Por isso eles foram os primeiros a voltaram pelos postos de guarda chinês como lhes foi recusada a entrada a partir do lado chinês. Quando eles tentaram se aproximar do local do lado indiano, a patrulha da fronteira com a Índia também recusou a sua passagem ao local a despeito de sua autorização para viajar entre os dois países.
Os peregrinos, nessa fase, começaram interrogando o pessoal de segurança hindu da fronteira. O pessoal de segurança disse a eles que eles tinham ordens para não permitir que qualquer um se aproximasse da área de interesse e sim era verdade que objetos voadores estranhos saim de debaixo do chão, e das montanhas, com as luzes amplificado e modulado. Forças Militares de Operações Especiais e as agências de inteligência da INDIA estão no comando dessa área. 
Os esparsos moradores dessa área montanhosa começam a rir quando são questionados sobre esses avistamentos de OVNIs. Eles ficam surpresos porque os governos estão tão ansiosos para esconder esses fatos óbvios. Segundo eles a presença de extra-terrestres é bem conhecida e está profundamente enterrada no solo, em bases subterrâneas. Eles acreditam que nem os governos indiano ou chinês não querem expor o fato, por algum motivo. 
 

 
Kongka La Pass uma área disputada pela 
China e a Índia e controlada por UFOs.
Ao trazer esta questão para os governos locais, eles são instruídos a manter a calma e esquecerem o assunto. Esta é a região onde as placas Tectônicas Eurasiana e a placa Indiana criaram limites de placas convergentes. Esses limites de placas convergentes são formados quando uma placa mergulha sob a outra (por esse motivo existe a maior cordilheira de montanhas do mundo nesse local, os Himalayas). Consequentemente, esta é uma das poucas áreas do mundo onde a profundidade da crosta da Terra é duas vezes mais grossa do que em outros lugares. 
O oposto é encontrado em pontos quentes (com atividade vulcânica) como o Yellowstone National Park, no estado do Wyoming, na América do Norte, onde a crosta terrestre é muito fina. A dupla espessura da crosta terrestre, permite a criação de bases subterrâneas profundas nas placas tectônicas. Kongka La tem belas rochas e granitos.   
Por alguma estranha razão nem os chineses, nem as autoridades indianas já escavaram, cavam ou abriram mineração nesta área. A área está intocada e é intocável.
Recentemente, a Índia e a China avançaram para resolver todos os litígios de fronteira e reiniciar as relações políticas sino-indiana de novo. A área de Aksai Chin ainda é contestada. Mas o interessante é que enquanto as negociações avançam enquanto ambos os governos são indiferentes a esta área. Índia e China, como mostrado nos mapas de acompanhamento têm enormes áreas de fronteira ao longo do Himalaia e eles estão negociando em todas essas regiões.  

Kongka La/Aksai Chin assinaladas no mapa no círculo AZUL 
no encontro de duas grandes placas Tectônicas, 
a da Eurásia e da Índia.
Embora as alegações de que a região de Aksai Chin faz parte da Índia, a crença comum no Governo é que isso não é um empecilho para acordos. Por outro lado, o chinês, depois de vencer e tomar Aksai Chin da Índia, em 1962, em uma guerra, construiu uma estrada estratégica militar. Agora eles estão usando uma estrada alternativa para não se incomodar com a área em Kongka La. Recentemente, na escola, as crianças da área tiveram um concurso de desenho. Mais da metade dos desenhos tinham a ver com objetos voadores estranhos no céu e alguns saindo das montanhas. Muitos dessas crianças sequer sabem o que e quando procurar.
Muitos pesquisadores de OVNIs acreditam que há bases ocultas de UFOs sob o oceano profundo e sob a terra em grandes profundidades. Kongka La está experimentando algum fenômeno estranho com objetos silenciosos e voadores suspeitos saindo de dentro das enormes montanhas (não existem aberturas aparentes nas montanhas) inacessíveis (Himalayas) e ambos os governos, tanto da Índia como o da China se recusam a dar esclarecimentos.   

Kongka La Pass em seu ponto mais elevado de 5.180 metros 
de altitude e o que seria um UFO pairando na 
encosta de uma montanha.
A outra alternativa é que seja uma estratégica base da Força Aérea de alguém. Então, por que um ou outro país permite que a base funcione em uma terra de ninguém, em uma zona fronteiriça disputada e altamente sensível? Porque é que esta região de forma contínua ao longo do tempo sempre tem informação de avistamentos de UFOs por vários tipos de pessoas tão diferentes?
 

sábado, 7 de novembro de 2015

A verdade que se impõe!



OBS-ESSA É PARA OS ESQUERDISTAS MÍSTICOS QUE ACREDITAM NO MITO DE UMA ESCANDINÁVIA "SOCIALISTA"!


 Quando um(a) petista/psolista ou qualquer desses tipos citar a Dinamarca (ou Escandinávia) como exemplo de socialismo 'bem-sucedido',gentilmente apresente esta matéria para ele(a)!!!👏
PRIMEIRO MINISTRO DINAMARQUÊS DESMENTE ESQUERDISTAS DESINFORMADOS: A DINAMARCA NÃO É SOCIALISTA


Por Marlos Ápyus (Implicante.org)

O nome dele é bem complicado de se escrever: Lars Løkke Rasmussen. Trata-se do primeiro ministro dinamarquês. Na sexta-feira passada, em Harvard, respondeu com leve atraso à fala de Bernie Sanders, um dos democratas que participa da corrida pela Casa Branca. Bernie se diz socialista e defendeu os países nórdicos, em especial a Dinamarca, como um exemplo de socialismo democrático bem aplicado. Lars, que entende bem melhor do assunto, o contrariou:
“Eu sei que algumas pessoas nos Estados Unidos associam o modelo nórdico a algum tipo de socialismo, mas eu gostaria de deixar uma coisa clara: A Dinamarca está longe de ser uma economia socialista planificada. A Dinamarca é uma economia de mercado.”
Mas não parou por aí:
“O modelo nórdico é um estado de bem-estar expandido que fornece um alto nível de seguridade social aos seus cidadãos, mas também é uma economia de mercado bem sucedida com muita liberdade para perseguir seus sonhos e viver a vida como você deseja.”
Com isso, continua em zero o número de países em que o socialismo findou em algo bom para a maioria da população.😉👏👋

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Divertidas curiosidades sobre a NASA



nasa👉NASA é uma das instituições mais respeitadas do mundo e a quem devemos grande parte dos avanços realizados no campo da astronomia. Esta agência é muito vasta e poderosa, mas hoje queremos que conheças o lado divertido e estranho da NASA com estas 7 curiosidades muito interessantes...
1)A NASA PAGA 9 MIL DÓLARES POR MÊS PARA DESCANSAR
curiosoÉ muito difícil ser selecionado para trabalhar na NASA e mais ainda se se quiser ser astronauta. Antes de selecionar quem vai viajar até ao espaço, os candidatos devem passar 70 dias a relaxar na cama. Pode até soar ridículo, sobretudo porque a NASA lhes paga 9 mil dólares por mês apenas para estarem deitados, mas é algo necessário para saber como é que o corpo dos candidatos a astronauta reage à inatividade em ambientes com diferentes níveis de gravidade.

2)PROTEÇÃO PLANETÁRIA

terraAcreditas que existe vida em outros planetas? A NASA não descarta essa possibilidade e por isso tem uma divisão especial dedicada a desenvolver planos de proteção para planetas habitados, embora não saibamos quais são os planos em relação aos atuais residentes.

3)A NASA FOI PROCESSADA PELOS “DONOS” DE MARTE

marteQuando o Curiosity chegou a Marte em Agosto de 2012, o mundo da astronomia estava fascinado com os dados transmitidos a partir da superfície do planeta vermelho, embora nem todos estivessem felizes pela sua chegada. Um grupo de habitantes do Iêmen processou a NASA por ocupação ilegal do planeta, uma vez que (segundo eles) o planeta Marte fora ocupado pelos seus antepassados e era sua herança. Apesar disso deixaram claro que não pretendem cobrar nada por esse fato.

4)AVISO PARA OLHAR PARA O CÉU

Estação espacial internacional Se gostas de astronomia, a NASA pode te enviar uma mensagem de texto para alertar quando a Estação Espacial Internacional estiver a orbitar por cima da tua cabeça. Apesar disso, a menos que tenhas um bom telescópio, dificilmente vais conseguir ver alguma coisa.

5)EDUCANDO COM HOLLYWOOD

hollywood Já viste alguma vez o filme Armagedon? A NASA tem várias cópias deste filme e não é porque gostem muito do Bruce Willis, mas porque utilizam este filme para educar os futuros astrônomos. Os aspirantes a funcionários da NASA devem ver o filme e depois indicar todos os erros que encontrarem nele. O número de erros excede os 160.

6)INVENTOS QUE SUPERAM O MUNDO ESPACIAL

invenções Na NASA há lugar para cientistas destacados e não é raro haver inventos saídos dos seus laboratórios e que usamos diariamente. Entre os inventos cuja invenção devemos à NASA estão as lentes resistentes a riscos,teflon, aparelhos invisíveis para os dentes e até comida de bebê que já vem pronta!
 7)RECUSARAM A ENTRADA DE BILL NYE NOS SEUS QUADROS
espaçoSe nunca ouviste falar de Bill Nye, devias informar-te melhor, uma vez que este loquaz cientista aproveita os seus dotes para a representação com comédia nos explicar a ciência de forma a ser entendida por qualquer pessoa. O primeiro sonho de Bill Nye não era educar sobre a ciência, mas ser astronauta. O problema foi quando tentou entrar para a NASA, pois acabou por ser rejeitado. Mal para Nye, mas bom para todos nós que podemos desfrutar dos seus conhecimentos.☺👏👋

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Saiba qual a quantidade ideal de água a ser ingerida por dia...


 Não faltam motivos para estar sempre atento(a) à hidratação, mas, se a dúvida é a quantidade ideal a ser ingerida por dia, Felipe Fedrizzi Donatto, mestre em eduação física, doutor em biologia celular e nutricionista esportivo do Gold Team Probiótica, explica. “A quantia é determinada de forma individual. Leva-se em conta a idade, peso, estatura, ambiente e nível de atividade física da pessoa. Para os que se exercitam mais e, por consequência, suam mais, é necessária a ingestão maior”, afirma.
Ainda assim, segundo o especialista, há um cálculo que determina a quantidade média para uma mulher de peso e estatura medianos. “Deve-se multiplicar o peso do adulto por 35 ml. Assim, uma mulher de 70 kg, por exemplo, deve beber cerca de 2,4 litros diariamente”, conta. Mas, atenção: é muito importante que ao menos 50% desse número seja totalizado apenas com água pura. O restante é liberado para chás e sucos.
Segundo Donatto, a versão gelada pode aumentar a termogênese corporal, ou seja, o organismo vai precisar trabalhar mais para manter sua temperatura e, assim, haverá aumento no gasto energético, se comparado à água em temperatura ambiente.
TOMAR ÁGUA ANTES DE DORMIR
Em geral as pessoas que dizem que não querem tomar qualquer coisa antes de dormir, porque tem o incômodo de se levantar durante a noite para usar o banheiro.
Quando perguntei ao meu cardiologista porque as pessoas precisam fazer xixi tanto à noite, a resposta foi realmente logica e técnica.
A gravidade mantém a água na parte inferior do corpo quando você está em pé. (As pernas incham).
Na hora de dormir, a parte inferior do corpo (pernas, pés, etc. .) estão ao mesmo nível dos rins.
Neste momento os rins removem a água processada (suja como uma retrolavagem de um filtro), porque é mais fácil para fazer (tudo nivelado).
Lembre sempre que todos nós precisamos de uma quantidade mínima de água para lavar as toxinas do corpo.

MOMENTO CERTO DE TOMAR ÁGUA
Beber água em determinados momentos maximiza a sua eficácia no corpo.
Dois copos de água quando você se levanta - ajuda a ativar os órgãos internos.
Um copo de água 30 minutos antes de uma refeição - ajuda a digestão.
Um copo de água antes de tomar banho, ajuda a reduzir a pressão arterial.

Um copo de água antes de dormir evita ataques cardíacos e derrames.
Água antes de dormir também ajuda a evitar cãibra noturna nas pernas (coxas e panturrilha).
Os músculos da perna estão procurando hidratação quando acontecem  essas cólicas.
Vamos todos beber água e lembre-se que um dos motivos da falta de memória e demência, em idosos, é causada por pouca ingestão de água.

domingo, 1 de novembro de 2015

A VERDADE QUE NÃO QUER CALAR!





Os 5 Generais Presidentes 

Autor : jornalista CARLOS CHAGAS


"Erros foram praticados durante o regime militar,eram tempos difíceis. Claro que, no reverso da medalha,foi promovida ampla modernização das nossas estruturas materiais. Fica para o historiador do futuro emitir a sentença para aqueles tempos bicudos."
Mas uma evidência 
salta aos olhos: a honestidade pessoal de cada um!
  
Quando Castelo Branco morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas.

Costa e Silva, acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no palácio das Laranjeiras,
deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em construção, em Copacabana.

Garrastazu Médici dispunha, como herança de família, de uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão.

Ernesto Geisel, antes de assumir a presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio.

João Figueiredo, depois de deixar o poder, não aguentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis, vendendo primeiro os cavalos e depois a propriedade. Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado que os filhos agora colocaram à venda, ao que parece em estado de lamentável conservação.
OBS: foi operado no Hospital dos Servidores do Estado, no Rio.

Não é nada, não é nada, mas os cinco generais-presidentes até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios, não enriqueceram nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos. 

Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas.  

Bem diferente dos tempos atuais, não é?

Acrescento:
Nenhum deles mandou fazer um filme pseudo biográfico, pago com dinheiro público, de auto-exaltação e culto à própria personalidade! 
Nenhum deles usou dinheiro público para fazer um parque homenageando a própria mãe.Nenhum deles usou o hospital Sírio e Libanês.Nenhum deles comprou avião de luxo no exterior.Nenhum deles enviou nosso dinheiro para "ajudar" outro país.Nenhum deles saiu de Brasília, ao fim do mandato, acompanhado por 11 caminhões lotados de toda espécie de móveis e objetos roubados.Nenhum deles exaltou a ignorância.

Nenhum deles falava errado.

Nenhum deles apareceu embriagado em público.

Nenhum deles se mijou em público.

Nenhum deles passou a apoiar notórios desonestos depois de tê-los chamado de ladrões.


O jornalista, esqueceu de dizer que nenhum deles sustentou amante c/dinheiro público...

Você sabia? Filtro brasileiro de barro é considerado o mais eficiente do mundo !



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👉Sabe aquele filtro marrom de água que a sua avó com certeza tem ou já teve? Pois é, de acordo com uma pesquisa divulgada recentemente nos Estados Unidos, ele é o mais eficiente do mundo. Surpreso? Pois então vamos aos fatos: os pesquisadores americanos concluíram que o filtro feito de barro é o melhor quando o assunto é retenção de cloro, pesticidas, ferro, alumínio e chumbo.


Para quem nem sabia que tudo isso poderia ser encontrado na água, eis outra surpresa: a água pode conter Criptosporidiose, um parasita que causa alguns incômodos como diarreia e gastrenterites. De qualquer forma, não há motivo para pânico, pois o filtro de barro é capaz de eliminar 99% desses parasitas.
Tudo isso foi concluído por um simples diferencial do filtro de barro: ele tem um sistema lento de filtragem, no qual, gota a gota, a água passa de um recipiente para outro. Isso, segundo a pesquisa, é um ponto muito positivo, já que os sistemas mais eficientes são os baseados em filtragens por gravidade. Dessa maneira, micro-organismos são literalmente sufocados pela pressão e não alcançam a água a ser tomada.😉👏👋