sábado, 12 de novembro de 2016

A máfia do clima


Alarmistas 'formam uma máfia que se apossou da questão clima', diz cientista dinamarquês

Nesta semana entrou em vigência o acordo de Paris, assinado na COP21 em dezembro de 2015.
Ainda falta muito para saber se vai ser posto em prática pelas maiores economias responsabilizadas do 'aquecimento global'.

Nas circunstâncias atuais, continuam válidas as posições expostas por Bjorn Lomborg, cientista político dinamarquês, em entrevista à VEJA na sede da COP15, em Copenhague.

As suas declarações giraram em volta do escândalo do "Climagate" um caso de corrupção científica-ideológica que tinha no fulcro grandes ativistas do 'aquecimento global'.

Chama a atenção o quanto a situação atual de deturpação de dados continua vigente, e acrescida , nos ambientes aquecimentistas. Por isso reproduzimos a continuação... 

Qual foi o estrago do 'climagate'? 

O que está claro é que havia uma inclinação evidente para não compartilhar dados com pesquisadores cujos trabalhos não reforçariam a teoria do aquecimento global. Possivelmente, os dados foram mascarados, o que não significa exatamente uma falsificação.

O escândalo não pode ser considerado apenas uma tempestade em copo d'água. O que eles fizeram é muito sério e perturbador. Tem implicações muito maiores. 

Esses cientistas formam uma máfia que se apossou da questão do clima. 

Tive muitos problemas com essa máfia do clima. Quando estava escrevendo meu livro, tentei me corresponder com alguns daqueles pesquisadores que detinham dados pelos quais eu tinha interesse.

Recebi de volta algumas mensagens em cujo campo de destinatário eu fui incluído por engano. Foram mensagens reveladoras. Elas diziam: 'Esse homem é perigoso. Não forneçam nenhum dado a ele. Devemos ter cuidado em não deixar que nossas informações apareçam em pesquisas públicas'.

Por que o senhor é cético em relação ao aquecimento global? 

Discordo da forma como as discussões sobre esse tema são colocadas. Existe a tendência de considerar sempre o pior cenário - o que aconteceria nos próximos 100 anos se o nível dos mares se elevar e ninguém fizer nada. 

Isso é irreal, porque é óbvio que as pessoas vão mudar, vão construir defesas contra a elevação dos mares. 

No entanto, isso é só uma parte do que tenho dito. Sou cético em relação a algumas previsões, sim. Mas sou cético principalmente em relação às políticas de combate ao aquecimento global.

O problema principal não é a ciência. Precisamos dos cientistas. A questão é que tipo de política seguir. E isso é um aspecto econômico, porque implica uma decisão de gastar bilhões de dólares de fundos sociais. 

Em outras palavras, não sou um cético da ciência do clima, mas um cético da política do clima. Basicamente, digo que não estamos adotando as melhores políticas porque não estamos pensando onde gastar o dinheiro para produzir os maiores benefícios.

Com que cenários é razoável trabalhar quando se fala da elevação do nível dos oceanos?

Quando perguntamos aos cientistas do IPCC qual seria o resultado mais prováv el do aquecimento sobre o mar, eles disseram que o nível das águas subiria entre 18 e 59 centímetros. Esse é o parâmetro mais aceitável. Não faz sentido trabalhar com cenários de até 6 metros, como quer o Al Gore, ex-vice-presidente americano. Porque é tão improvável que isso aconteça quanto que não haja elevação alguma. 

Análises e argumentos baseados no pior dos piores cenários induzem ao pânico, e o pânico não é a melhor forma de fazer um bom julgamento. 

Quais são esses impactos?

Costumamos esquecer que a maioria dos lugares ricos no mundo conseguirá lidar com o aquecimento global.

A Holanda tem 60% de sua população vivendo abaixo do nível do mar. O principal aeroporto de Amsterdã fica 3 metros e meio abaixo do nível do mar. É simplesmente uma questão de tecnologia. Ninguém que vai à Holanda fica pensando: 'Ai, meu Deus, estou abaixo do nível do mar'. 

Não que isso não seja problemático ou custoso. Mas é um custo que chega a 0,5% ou no máximo 1% do PIB. 

Então, é bom enfatizar, o Rio de Janeiro nunca vai submergir, tampouco Nova York. Nos últimos 150 anos, o nível do mar subiu 30 centímetros. 

Fala-se muito do impacto causado pela forma como as pessoas desperdiçam produtos e energia. Como o senhor faz no seu dia a dia? 

Há muita confusão em torno desse debate sobre consumo ético, como se a questão toda se resumisse ao que a pessoa faz. Acho que reduzir tudo à idéia de que você deve fazer algo sobre seu consumo não é o melhor caminho. 

Ambientalismo radical quer mudar a natureza humana, para escravizá-la num estilo de vida tribal gnóstico.

Ambientalismo radical quer mudar a natureza humana, para escravizá-la num estilo de vida tribal gnóstico.
Se todos no mundo ocidental trocassem suas lâmpadas atuais por um modelo mais econômico, ao final de um ano as emissões se reduziriam apenas o equivalente à quantidade de CO2 que a China joga na atmosfera em um dia. 

Resumindo: organizações verdes querem mudar a natureza humana, dizendo que não se deve querer ter ou gastar mais. É muito difícil mudar a natureza humana. Prefiro mudar a tecnologia. Assim,poderemos fazer o que quisermos, mesmo emitindo CO2.

As empresas estão fazendo sua parte? 

A maioria das coisas que se veem por aí é marketing. É o chamado banho verde. Estão fazendo economia de energia como sempre fizeram, desde o início do século XIX, de quando datam as estatísticas.

Todas as empresas, em todos os lugares, inclusive nos Estados Unidos e na Europa, vêm reduzindo o desperdício de energia. Mas é óbvio que o que estão economizando são dólares. Não há nada de errado nisso. Só não devemos achar que elas estão salvando o planeta. 

Por que o crescimento populacional não é levado em consideração nas discussões sobre clima? 


Se fosse possível limitar substancialmente o crescimento da população mundial, provavelmente as emissões não aumentariam tanto. Mas você só consegue alterar essa variável dramaticamente num regime autoritário como o da China, onde o governo determina que os casais só podem ter um filho. 

Fonte: Blog Verde a nova cor do comunismo.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

VEJA ESTA PÉROLA DO ENEM !




ENEM apenas comprova a burrice generalizada

Regis Tadeu






👁Qualquer pessoa com sensibilidade que lhe permita uma mínima capacidade de raciocínio e interpretação daquilo que lê e ouve se sente como um náufrago em uma pequenina ilha, só que cercado por um vastíssimo oceano de burrice líquida. Não é preciso ser um sociólogo/antropólogo/ para se certificar que as recentes gerações de estudantes foram completamente dominadas pela ignorância cultural e emocional.

Em todo o Brasil, são raras as exceções encontradas. Senão por conta de uma genuína vontade de evoluir e fazer a diferença no futuro, mas principalmente pela ambição em conseguir recompensas financeiras na diferenciação profissional em um mercado de trabalho cada vez mais diminuto e competitivo. Não é à toa que conheço vários pais que estão preparando seus filhos para estudarem em universidades estrangeiras.

Veja o caso do ENEM, por exemplo. A cada ano, a média das notas cai vertiginosamente, o que reflete o fato de que nas mais variadas áreas do conhecimento,  o que mais se vê são verdadeiros retardados que teriam muita dificuldade em ter uma passagem ilesa por um mata-burros.
​ 



Testes e provas são aplicados o tempo todo nas escolas, com resultados que quase sempre levam os professores ao desespero. Experimente perguntar a respeito disso a alguém de seu convívio que lecione em qualquer estabelecimento de ensino para sentir a dimensão do drama. A honra de ser um bom aluno foi substituída pelo sucesso de popularidade, seja lá por quais motivos.

Nas redes sociais então, o que mais se encontra são “doutores” em assuntos dos quais os paspalhos não fazem a mínima ideia. A estupidez de nossos alunos em todos os níveis escolares tiraria até mesmo o Dalai Lama do sério.

Infelizmente, o perfil do aluno brasileiro deste século está muito longe do aceitável. Não tenho a menor dúvida de que a grande maioria dos alunos é incapaz de interligar cada disciplina aplicada no ENEM, sem qualquer competência para sacar que Matemática e Física caminham lado a lado, que Química e Biologia são co-irmãs, que Geografia e História apresentam imensas áreas de intersecção. Essas gerações sequer demonstram habilidade para entender que a importância de se tornar um ser humano dotado de senso crítico e de observação.

Evidentemente que toda essa molecada não saca que conhecimento é algo que precisa ser adquirido a partir de uma vontade interna. A informação é adquirida, assimilada, compreendida e devolvida ao mundo externo de acordo com o que você é e deseja ser. Professores não ensinam propriamente. Eles são “iluminadores” de caminho, formadores de uma “personalidade cultural” cujos elementos realmente transformadores já estão dentro de cada pessoa. Sim, querer é poder.

Só que há um problema: para não perder seus “clientes”, escolas se tornaram cúmplices dessa manada de ignorantes, criando currículos que não oferecem nada daquilo proposto por um exame como o do ENEM. As baixas notas demonstram a que ponto o estudante brasileiro é dependente de ‘decorebas’, seja em fórmulas matemáticas ou conceitos de Biologia, por exemplo. Professores se transformaram em meros coadjuvantes de um cenário de horror educacional poucas vezes presenciado no Brasil.

Para piorar, a mídia não colabora ao fazer matérias toscas com ‘dicas’ para os alunos se prepararem para esse exame. 


única dica que realmente funciona é E-S-T-U-D-A-R!!! Sim, para valer. Entendendo realmente aquilo que está sendo estudado e não relembrando professores picaretas que preferem apelar para musiquinhas, coreografias ridículas e outras “micagens” para ajudar o aluno bucéfalo a se lembrar de alguma coisa. Pode apostar que esse tipo de bizarrice não ajuda em nada na hora em que o energúmeno tem que demonstrar conhecimento​!
👎👁👋
 

domingo, 6 de novembro de 2016

Cientista denuncia acobertamento da NASA !


💣Norman Bergrun, ex-cientista da NASA 
denuncia o acobertamento 
neste vídeo,acesse:
https://www.youtube.com/watch?v=XhBJvpDgvmE




TRADUÇÃO:
FOTOGRAFIA EM INFRAVERMELHO DO
GIGANTESCO OBJETO CILÍNDRICO TIRADA 
PELO HUBBLE NOS ANÉIS DE SATURNO!


sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Artigo importante para entender a necessidade da PEC 241

PEC 241: essência do mal ou começo do bem?



Delfim Netto (*)

26 de outubro de 2016
As críticas que se fazem à Constituição de 1988 não atingem o que se pode chamar a sua “filosofia”. Ela pretende instituir uma sociedade onde os homens possam gozar de plena liberdade para se realizarem; onde a igualdade de oportunidades é um valor importante e onde a atividade econômica será, preferencialmente, exercida pelo setor privado, sob o controle de um Estado constitucionalmente limitado, cujo poder incumbente é renovado pelo sufrágio universal em período certo, através de pleitos livres.

Em outras palavras, um Estado suficientemente forte, capaz de regular o bom funcionamento dos “mercados”, que coordenarão as atividades econômicas privadas.
A construção de tal sociedade exige dos governos eleitos uma profunda compreensão dos mecanismos para atingir o desenvolvimento econômico inclusivo e sustentável. Eles devem procurar, permanentemente, a harmonização do aumento do consumo (melhor distribuição) com o aumento do investimento (maior produção). Se o poder incumbente quebrar essa harmonia através de uma política voluntarista, será apenas uma questão de tempo até que murche o crescimento e, depois, haja retrocesso distributivo, exatamente o que hoje estamos vivendo.
É preciso insistir na tragédia fiscal em que fomos metidos? Não basta lembrar que, de uma força de trabalho de 102 milhões de pessoas, 12 milhões estão desempregadas (procuraram ativamente emprego sem sucesso); outras 5 milhões precisam e querem trabalhar mais e que outras 6 milhões estão fora do mercado de trabalho porque perderam a esperança de encontrar emprego? Não é uma insanidade insistir no mesmo e esperar que o resultado seja diferente? Há alguma questão mais urgente do que recriar as condições para recuperar o nível de emprego, único caminho para voltar a crescer e redistribuir?
O Brasil não tem escolha e não há uma “bala de prata” para matar todos os seus problemas. Mas é evidente que a recuperação das condições do crescimento do PIB e do emprego passa por uma política fiscal que compatibilize, num horizonte de tempo aceitável, o crescimento das despesas primárias com o das receitas líquidas.
O governo Temer tomou a decisão de iniciar esse processo apresentando ao Congresso Nacional a PEC 241, já aprovada em primeiro turno na Câmara. Ela estabelece um limite para os gastos primários globais, o que não é nenhuma novidade no mundo, e propõe esforço não maior do que fizeram um bom número de países. Talvez a sua grande virtude seja a de lembrar aos brasileiros que a resposta certa à pergunta: você prefere A ou B não é, infelizmente, ambos!
Boa parte das críticas à PEC 241 confirma como é difícil fazer prevalecer o razoável contra o poder gigantesco que adquiriram as corporações organizadas. Uma delas chegou a afirmar que se põe um risco à própria democracia, pois cassaria os direitos do Legislativo e ameaçaria a “independência” do Judiciário e do Ministério Público, um claro exagero.
Ao contrário, pela primeira vez em 30 anos, o Legislativo terá de cumprir o seu papel fundamental: escolher as prioridades de um Orçamento construído a partir da melhor estimativa de receita possível e fiscalizar a sua execução. Até aqui a escolha foi risonha e franca! O resultado só não foi pior porque a variável de ajuste era “a boca da caixa” e o refúgio eram os “restos a pagar”…
Será exatamente o oposto com a PEC 241. Fixa-se um teto nominal para a despesa primária total (a despesa efetiva do exercício anterior corrigida pela taxa de inflação) e o Congresso, na sua mais plena soberania, escolherá as prioridades. Respeitará um piso para o dispêndio de educação (que em 2017 já obedecerá aos 18% da receita líquida e depois será corrigido pela inflação) e outro para as despesas de saúde (para o qual se antecipou a vinculação de 15% da receita líquida que só ocorreria em 2020). Tem mais. Se o Congresso julgar que tais pisos devem ser aumentados, tem todo o poder para fazê-lo: basta decidir que eles têm maior prioridade do que o que deverá ser cortado para manter a despesa constante. A PEC 241 tem, sim, seus problemas, mas não são esses…
Apenas para dar um exemplo obviamente absurdo, mas tão extravagante como uma das críticas, suponhamos que, num improvável ataque de lucidez, o Congresso Nacional – em nome da sociedade que o elegeu – decidisse, para aumentar os gastos com educação e saúde, cortar suas próprias despesas e congelar seus salários, juntamente com os dos outros Poderes que, até as inexistentes esquinas de Brasília sabem, são um múltiplo dos equivalentes do setor privado que os financiam. Quem reclamaria?
Afinal, qual é o poder probatório dos exercícios “científicos” (que mal escondem a generosidade de uma esquerda infantil) que apontam a PEC 241 como a essência do mal escondido no neoliberalismo? Muito pequeno! Como o futuro é opaco, “escolhem” suas hipóteses (às vezes inconscientemente) para obter o resultado que desejam. Como ensinou Pareto, “com hipóteses convenientes podemos provar qualquer coisa”…
(*) Professor emérito da FEA-USP, ex-ministro da Fazenda, Agricultura e Planejamento e escreve às terças-feiras no jornal Valor Econômico

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

UTILIDADE PÚBLICA:CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR


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Para alertar ainda mais os brasileiros sobre seus direitos 
na hora de comprar produtos e serviços, órgãos e entidades,listamos aqui 26 direitos do consumidor que todos deveriam saber:


1) Não existe valor mínimo para compra com cartão  
Prática comum em bares e padarias, a exigência de um valor mínimo de compra para passar no cartão é proibida e está prevista no inciso IX do Artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor.


2) Toda loja deve expor preços e informações dos produtos  
Segundo o inciso III do Artigo 6 do CDC, que dispõe sobre os direitos básicos do consumidor, as lojas devem mostrar “informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem”.


3) Cobrança indevida deve ser devolvida em dobro  
Se você recebeu uma conta, pagou e depois percebeu que a cobrança estava errada, o Artigo 42 do CDC prevê que o prestador de serviços devolva o valor pago em excesso em dobro, com correção monetária e juros. A empresa que prestou o serviço só está isenta desta obrigação caso tenha acontecido um engano justificável.


4) O cliente não pode ser forçado a pagar multa por perda de comanda de consumo 


Em bares, é muito comum ver um alerta de que quem perder a comanda de consumo terá de pagar determinado valor, geralmente altíssimo. No CDC, há dois artigos que representam a ilegalidade dessa multa: o 39 e o 51. No inciso V do Art. 39: É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas, exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva. No inciso IV do Art. 51: “São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a eqüidade.”


5) Taxa de 10% do garçom não é obrigatória  
Muitos estabelecimentos já incluem os 10% do referentes à bonificação do garçom na conta, mas o pagamento deles é opcional. Ou seja, se você for mal atendido, não precisa pagar pelo serviço.


6) Consumação mínima é uma prática abusiva  
O Código de Defesa do Consumidor considera a estipulação de uma consumação mínima como venda casada, pois condiciona a entrada do consumidor ao estabelecimento ao pagamento de um valor mínimo em produtos do bar ou restaurante. A venda casada está prevista no inciso I do Artigo 39.


7) A construtora deve pagar indenização por atraso em obra  
Mesmo que o CDC não especifique relações entre construtoras, incorporadoras e clientes, o STJ considera que o atraso na obra gera direito a indenização. Além desse valor, a construtora também deve custear os danos materiais decorrentes do atraso, como o pagamento do aluguel do consumidor durante o período que ele teve de ficar sem o imóvel novo


8) Quem compra imóvel não precisa contratar assessoria  
Ao comprar um imóvel na planta, é comum que o consumidor seja cobrado pelo Serviço de Assessoria Técnico Imobiliária, o Sati, que nada mais é que uma assistência dada por advogados indicados pela imobiliária. A cobrança não chega a ser ilegal, mas não é obrigatória para fechar o contrato.


9) Passagens de ônibus têm validade de um ano  
Comprou uma passagem para viajar no feriado, mas descobriu de última hora que vai precisar trabalhar? É possível remarcá-la, mesmo que ela já venha com data e horário. Para isso, é preciso comunicar a empresa com até 3 horas de antecedência.


10) Se o consumidor desistir de um curso, tem direito a receber o valor das mensalidades pagas antecipadamente  
No entanto, a escola pode cobrar multa – desde que esteja prevista no contrato e que o valor não seja abusivo. O limite para multa de cancelamento de contrato é de 10% do valor do serviço contratado.


11) Doador de sangue tem direito a meia entrada (apenas PR, ES e MS) 

 Nesses estados, os doadores de sangue registrados em hemocentros e bancos de sangue têm direito à meia entrada. O direito está previsto nas Leis Estaduais 13.964/2002 (PR), 7.737/2004 (ES) e 3.844/2010 (MS).


12) Você tem 7 dias para desistir de uma compra virtual  
Conhecido como ‘Lei do Arrependimento’, o artigo 49 do CDC diz que você tem 7 dias para desistir de um produto ou serviço sem ter de pagar por ele sempre que a contratação ocorrer fora da loja física, ou seja, via internet ou telefone.


13) Se a ligação do celular for interrompida, você pode repeti-la em até 2 minutos  
A Resolução nº 604, de 27 de novembro de 2012, altera o Regulamento do Serviço Móvel Pessoal (SMP) para que chamadas recorrentes de um celular para o mesmo número sejam cobradas como uma única ligação, desde que seja respeitado um intervalo máximo de 120 segundo.


14) Seu nome deve ser limpo em até cinco dias após o pagamento da dívida  
Após pagar uma dívida atrasada, o nome do consumidor que estava inadimplente deve ser retirado dos órgãos de proteção ao crédito em, no máximo, 5 dias. A decisão veio da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também determinou que a contagem do prazo deve ser feita a partir da data de pagamento


15) Estacionamentos são SIM responsáveis por objetos deixados no interior do veículo  
Em súmula editada pelo STJ em 1995 fica claro: a empresa responde, perante o cliente, pela reparação de dano ou furto de veículo ocorridos em seu estacionamento. Portanto, aquelas placas que tentam eximir o estabelecimento de culpa não valem nada.


16) Bancos devem oferecer serviços gratuitos  
Os pacotes de serviços do bancos não têm contratação obrigatória e, inclusive, há um pacote básico estabelecido pelo Banco Central que prevê uma quantidade mínima de serviços gratuitos, como fornecimento de cartão de débito, realização de até 4 saques e 2 transferências por mês, 10 folhas de cheque mensais e fornecimento de até 2 extratos.


17) Proteção da vida e da saúde 
O Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece que, antes de comprar um produto ou utilizar um serviço, o consumidor deve ser avisado pelo fornecedor sobre os possíveis riscos que eles podem oferecer à saúde ou a sua segurança. Assim, na hora de comprar, analise se o produto possui informações adequadas e questione os vendedores.


18) Educação para o consumo  
Você tem o direito de ser orientado quanto ao uso adequado dos produtos e dos serviços. Havendo dúvidas que não foram sanadas na hora da compra ou em manuais de instrução, entre em contato com o fornecedor e peça as orientações necessárias.


19) Liberdade de escolha  
Como consumidor, você tem todo o direito de escolher o produto ou serviço que achar melhor, sem nenhuma interferência do fornecedor. No momento da compra, reflita, analise e não se deixe influenciar pelo discurso do vendedor pois só você sabe o que realmente é importante e está adequado as suas necessidades.


20) Informação  
Para tomar sua decisão, você precisa ter informações precisas daquilo que está adquirindo. Todo produto deve conter dados claros e precisos quanto a quantidade, peso, composição, preço, riscos que apresenta e modo de utilização. Da mesma forma, antes de contratar qualquer serviço, você deve ter todas as informações que julgar necessário. Questione sempre os fornecedores e esclareça todas as dúvidas antes de adquirir o produto ou serviço.


21) Proteção contra a publicidade enganosa ou abusiva  
Você se encanta com um produto na propaganda que viu e depois de compra-lo, percebe que ele não corresponde àquilo que foi prometido no anúncio. Nesse caso, você tem direito de exigir que tudo que for anunciado seja cumprido. Caso o produto não corresponda ao que foi prometido, você tem o direito de cancelar a compra ou o contrato e receber o dinheiro de volta. A publicidade enganosa e abusiva é proibida.


22) Consumidor tem proteção contratual  
Normalmente, ao contratar um produto ou serviço, o consumidor assina um contrato de adesão, que é um acordo com cláusulas pré-redigidas pelo fornecedor e conclui um contrato, assumindo obrigações.


O CDC o protege quando as cláusulas do documento não forem cumpridas ou quando são cláusulas abusivas, que são contrárias as proteções previstas no CDC. Quando isso acontece, as cláusulas podem ser anuladas ou modificadas por um juiz..


23) Indenização  
O consumidor tem direito de ser indenizado, caso tenha sido prejudicado, por quem lhe vendeu o produto ou lhe prestou o serviço, inclusive podendo ser recompensado pelos danos morais sofridos. Quando isso ocorre, o ideal é buscar informação nos órgãos de proteção ao consumidor (Procon, Juizados Especiais e entidades que atuem nessa área).


24) Acesso à Justiça  
Sempre que o consumidor tiver seus direitos violados, pode recorrer à Justiça e pedir ao juiz que determine que eles sejam respeitados pelo fornecedor.


25) Facilitação da defesa dos seus direitos  
O CDC facilitou a defesa dos direitos do consumidor, permitindo até mesmo que, em certos casos, seja invertido o ônus de provar os fatos, bastando que o consumidor alegue o problema que teve, sem ter que apresentar provas, deixando para o fornecedor a obrigação de comprovar que o problema não ocorreu.


26) Qualidade dos serviços públicos  
Os Órgãos Públicos e as empresas concessionárias de serviços públicos têm o dever de prestar serviços de qualidade, e garantir o bom atendimento do consumidor.


Fonte: Estadão




sábado, 22 de outubro de 2016

PENSAMENTO DO DIA!


Flávio Gikovate foi um médico psiquiatra, 
psicoterapeuta e escritor brasileiro.
Nascimento11 de janeiro de 1943
São Paulo
Morte13 de outubro de 2016 (73 anos)
São Paulo
Nacionalidade brasileiro


quinta-feira, 20 de outubro de 2016

DICA SENSACIONAL DO DIA!



Aplicativo do Google avisará quando preço de passagens aéreas vai cair ou aumentar​.​

​ ​O Google Flights também vai dar dicas do que você pode fazer para que o preço fique mais baixo ainda, como comprar passagens para um aeroporto mais afastado.


POR JÚLIA MIOZZO 19 out, 2016 
SÃO PAULO – O aplicativo Google Flights vai,a partir de hoje, avisar quanto o preço de passagens aéreas deve subir nos dias seguintes. Além disso, ele também vai dar dicas de como e quando compra-las para pagar um preço menor.

Toda a vez que o algoritmo perceber a possibilidade de um aumento, uma notificação vai aparecer no smartphone do usuário informando de quanto ele deve ser e em quantos dias ele será aplicado.
As informações, segundo publicação no Google Blog, são baseadas em dados históricos do voo – então, ao mesmo tempo em que não são 100% precisas, podem apontar a tendência dos preços.

As informações e preços dos voos também podem ser acessadas através do desktop, no site do Google Flights.

Outro aplicativo do Google voltado para o turismo é o Google Trips, que permite 
que o usuário faça todo o planejamento e roteiro de sua viagem através do smartphone, além de guardar informações de viagens anteriores.