quinta-feira, 24 de março de 2016

José Nêumanne: Tchau, querida!


23/03/2016
 às 16:02 \ Opinião
Publicado no Estadão

✋Ao nomear o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chefe da Casa Civil, a presidente Dilma Rousseff deu um duplo golpe contra o Estado Democrático de Direito, vigente no Brasil desde a promulgação da Constituição dita cidadã, de 1988, que ela jurou cumprir e fazer cumprir ao ser empossada na presidência da República, duas vezes. Primeiramente, ela o fez para evitar que ele fosse investigado na primeira instância do Poder Judiciário, sob suspeição de haver cometido vários e graves delitos. Em segundo lugar, deu-lhe a missão de evitar que ela própria venha a ser impedida na forma da lei, também sob a acusação da prática de crimes de responsabilidade.
 Dilma deu posse a Lula às pressas, para evitar a execução de eventual ordem de prisão, pedida pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e transferida pela juíza Maria Priscila Oliveira, da 4.ª Vara Criminal da Justiça paulista, para decisão final de seu colega do Paraná Sergio Moro. Assim, a presidente interveio arbitrariamente em prerrogativa de outro Poder, o Judiciário. E, de fato, renunciou à presidência, para a qual foi eleita em 2014, para tentar evitar perdê-la em processo de impeachment já aberto contra ela na Câmara dos Deputados. Isso não é permitido pela Constituição, pois ela não pode transferir o poder a outrem, ainda que seja para se furtar a ter de deixá-lo.
 Na História do Brasil registra-se o autogolpe dado por Getúlio Vargas em 1937, quando instaurou a ditadura do Estado Novo para interromper a eleição de seu sucessor. Jânio Quadros, em 1961, tentou repeti-lo e foi desautorizado pelo Congresso. Dilma, contudo, deu um golpe contra si mesma em favor de outro e com ele a presidente cede poder para manter-se senhora de suas aparências. Só que o truque foi sustado provisoriamente por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que acolheu ação de partidos da oposição alegando obstrução de Justiça. A decisão será levada a plenário, mas enquanto este não se decidir o beneficiário não assumirá.
 O ato é grave e, pior, não é isolado. Ultimamente, a chefe do desgoverno protagonizou episódios que autorizam a nação a acreditar que Dilma tem pelo Estado democrático desprezo condizente com seu passado de guerrilheira de um grupo armado de esquerda contra a ditadura de direita; mas não com a chefe do Poder Executivo de uma democracia em que vige por decisão popular, legitimada pela Constituinte, a autonomia entre os Poderes que Montesquieu preconizava. Nela, nenhum cidadão pode avocar o privilégio de ficar acima da lei – nem ela nem seu patrono, nomeado para suprir sua ora confessada inaptidão para a política e debelar os efeitos desastrosos de sua sesquipedal incompetência gerencial.
 Outro golpe é a grotesca tentativa de intervir de forma atrabiliária e atabalhoada na Operação Lava Jato, levada a efeito com competência, lisura e enorme apoio popular pela força-tarefa composta por agentes da Polícia Federal (PF) e procuradores do Ministério Público Federal (MPF), sob a égide do juiz federal paranaense Sergio Moro. A desastrada escolha do ignoto procurador federal baiano Wellington César Lima e Silva para o Ministério da Justiça foi proibida pela votação do STF – 10 a 1 – que inaugurou esta temporada do “esqueça os 7 a 1 do Mineirão”. Dilma, porém, não se fez de rogada e resolveu repetir o feito com a substituição dele pelo subprocurador-geral da República Eugênio Aragão, promovido a “amigo” por Lula nos telefonemas divulgados sexta-feira, nos quais o ainda ex destratou em calão de pré-sal aliados, comparsas e adversários.
 Se o ex-ministro WC passou a merecer o epíteto de “o Breve”, seu substituto já pode ostentar a rima Aragão, “o Falastrão”. Pois teve a pachorra de anunciar em público a função de alijar e aleijar a Operação Lava Jato, ameaçando policiais subalternos, colegas promotores e a lei que autoriza a colaboração de réus com a Justiça.
 Mais grave do que o absurdo de um ministro da Justiça execrar publicamente uma lei da lavra da chefe, aprovada pelo Congresso e praticada com sucesso no exterior, é a reincidência da quebra de um conceito ético e constitucional por um bote de jararaca. WC não pôde ser nomeado porque a Constituição proíbe que procuradores assumam cargos públicos, exceção feita ao magistério. Dilma chutou o espírito da lei de novo ao empossar um sinistro trapalhão, usando o pretexto gregoriano de que sua entrada na carreira se deu antes da promulgação da Carta. Em recente Roda Viva, na TV Cultura, o jurista Modesto Carvalhosa lembrou que a letra da lei deve sobrepor-se à data. Se isso é fato, pode-se concluir que madama insiste no risco inspirada apenas em São Gregório.
 Mas o quiproquó sobre o mais antigo cargo de primeiro escalão do governo da República é menos relevante que o espetáculo de circo mambembe em que o Palácio do Planalto se transformou em botequim pé-sujo na recepção a Aragão e a Lula na Esplanada dos Ministérios. Uma funcionária agrediu o deputado Major Olímpio (SD-SP), que levou ao recinto o grito de 69% da população brasileira (conforme o Datafolha): “Vergonha!”. E a tigrada enfurecida, fiel ao olhar feroz da anfitriã, gritava palavras de ordem como se estivesse num comício. Ou num piquete…
 Foi o ensaio geral para os atos de apoio ao PT na rua, nos quais militantes a favor dos golpes desfilaram para combater outro, fictício, em que baseiam chicanas irrealistas para dotar o ex-poderoso chefão e a vassala afilhada do privilégio imoral de ficarem acima e ao arrepio da lei. E mantê-los com a chave dos cofres públicos para darem salvo-conduto a quem saqueou o país em onerosas e tenebrosas transações.
 Chegou a hora de a onça beber água e a vaca tossir. As instituições republicanas não aparelhadas pela máfia sindical no poder estão convocadas a funcionar e fazer valer a vontade de 68% de brasileiros, que exigem Dilma fora do governo e Lula nas barras dos tribunais.👍💥👏

segunda-feira, 21 de março de 2016

ÓTIMA NOTÍCIA!


Alzheimer: cientistas criam implante para prevenir a doença



Cientistas da Escola Politécnica Federal de Lausana, na Suíça, desenvolveram uma cápsula implantável que pode prevenir o Alzheimer, virando o sistema imunitário do paciente contra esta doença.
Uma das causas do Alzheimer é a acumulação de proteínas beta-amiloide em diferentes áreas do cérebro. Um dos modos mais promissores de combater a formação de placas de beta-amiloide é alvejar as proteínas com anticorpos que sinalizam o sistema imunitário para eliminá-las.
O novo implante pode fornecer um fluxo constante e seguro de anticorpos para o cérebro do paciente para eliminar as proteínas beta-amiloides. Para ser mais eficaz, no entanto, este tratamento tem de ser oferecido o mais cedo possível, antes dos primeiros sinais de declínio cognitivo.
O estudo foi publicado na revista Brain.

A cápsula

Os pesquisadores desenvolveram uma cápsula bioativa contendo células que foram geneticamente modificadas para produzir anticorpos contra a proteína.
A cápsula é implantada no tecido sob a pele, e ao longo do tempo as células produzem e libertam um fluxo constante de anticorpos para a corrente sanguínea.
A cápsula é feita de duas membranas permeáveis seladas juntas com uma armação de polipropileno. O dispositivo possui 27 mm de comprimento, 12 mm de largura e 1,2 mm de espessura, e contém um hidrogel que facilita o crescimento de células.
As células no interior da cápsula são importantes. Não só elas devem ser capazes de produzir anticorpos, mas também têm que ser compatíveis com o paciente, de modo a não desencadear o sistema imunitário contra eles. É por isso que as membranas da cápsula são importantes, protegendo as células de serem identificadas e atacadas pelo sistema imunitário. Esta proteção também significa que as células a partir de um único dador podem ser utilizadas em vários pacientes.

Resultado promissor em ratos

Os pesquisadores testaram o dispositivo em ratos com grande sucesso. Os animais tiveram uma redução drástica de beta-amiloide.
Com efeito, o fluxo constante de anticorpos produzidos pela cápsula ao longo de um curso de 39 semanas impediu a formação de placas da proteína no cérebro. O tratamento também reduziu a fosforilação da proteína tau, um outro sinal de Alzheimer.
Esse estudo é considerado um marco, uma prova de conceito. Ele demonstra claramente que os implantes de células encapsuladas podem ser usados com sucesso e segurança para proporcionar anticorpos para tratar o Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas que apresentam proteínas defeituosas. 

sexta-feira, 18 de março de 2016

Porque não se deve comer pouco antes de dormir !











Quem nunca ouviu a afirmação: tenha o café da manhã de um príncipe, o almoço de um rei e o jantar 
de um mendigo? 

 ✋Alguns especialistas dizem que nas primeiras horas do dia, o metabolismo 
do corpo é mais acelerado,colaborando para a queima de calorias. 
 O certo é que com o cair da tarde 
ele desacelera,tornando a queima 
de combustível mais lenta,
pois o organismo está se 
preparando para o sono. 
 Neste período, o hormônio do crescimento começa a ser liberado,
mas nos adultos,que não crescem mais, 
seu papel é reduzir a gordura 
e aumentar a massa muscular.

👉As rotinas atribuladas da sociedade moderna fazem com que muitos de nós só tenham uma refeição decente bem tarde da noite, pouco tempo antes de dormir.
Isso é um grande problema, pelo menos de acordo com pesquisas recentes.Por exemplo, um estudo internacional (que incluiu pesquisadores da Universidade de Murcia, na Espanha, e das Universidades Tufts e Harvard, nos EUA) de 2013 com 420 pessoas com sobrepeso e obesas constatou que as que comiam tarde (pessoas que faziam sua maior refeição do dia após as 15:00) perderam significativamente menos peso e levaram mais tempo para perdê-lo do que as que comiam cedo (as que faziam a sua principal refeição antes das 15:00).
Outro estudo de 2015 conduzido por pesquisadores da Universidade da Cidade de Osaka, no Japão, sobre os hábitos de comer de 350 pessoas descobriu que jantar dentro de três horas antes de deitar-se estava associado com um risco de desenvolver sintomas de refluxo ácido, uma condição bastante comum que causa desde azia a indigestão, tosse, rouquidão, asma e, nos casos mais graves, até câncer. Os resultados se mantiveram estáveis mesmo após os cientistas levarem em conta fatores como tabagismo, IMC e outros que poderiam afetar a condição.

Comer e deitar

Vários especialistas têm ecoado essas preocupações encontradas por pesquisas recentes.
Ano passado, o médico Jamie A. Koufman escreveu um artigo de opinião para o jornal americano The New York Times no qual descreveu como a refeição noturna – especialmente quando consiste de uma refeição pesada seguida de pouca ou nenhuma atividade – pode estragar os sistemas dos quais nossos corpos dependem para processar alimentos.
De acordo com o médico, a digestão adequada é fundamental para a absorção dos nutrientes dos alimentos que comemos e para descartar o que não precisamos. Mas nossos corpos não são projetados para comer uma grande refeição e se recolher no sofá depois.
Ficar sentado e ereto nos ajuda a digerir – permite que a gravidade faça seu trabalho em manter o conteúdo do nosso estômago para baixo. Como o estômago demora cerca de três horas para esvaziar-se, esperar pelo menos esta quantidade de tempo antes de deitar ou dormir é uma boa ideia – senão, o risco de azia e refluxo é maior.
Além disso, esperar horas para comer durante o dia pode deixá-lo faminto na hora do jantar. Isso, por sua vez, pode fazer com que você coma muito rápido. Como seu cérebro leva cerca de 20 minutos para registrar o estômago cheio, você provavelmente vai comer demais antes mesmo de saber que já está satisfeito. Logo, essas refeições tardias podem levar ao ganho de peso.

A história do jantar

Agora, você já sabe que não deve comer muito tarde da noite, para evitar problemas como refluxo e ganho de peso. Sua melhor opção é comer uma bela refeição antes das 15:00.
Mas como chegamos ao ponto de jantar assim tão tarde? Essa é uma questão histórica.
Por centenas de anos, as pessoas costumavam fazer apenas uma grande refeição, geralmente no meio do dia. Os romanos, por exemplo, comiam apenas uma vez, em torno de meio-dia. Na América colonial, a refeição principal era servida também ao meio-dia. Os europeus são mais um caso de pessoas que comiam quase exclusivamente ao meio-dia, quando a luz natural estava disponível para cozinhar, com exceção de agricultores e trabalhadores que acordavam cedo e tipicamente faziam um lanche com as sobras da refeição do dia anterior.
A maioria dos ocidentais devem o café da manhã às longas jornadas de trabalho da Revolução Industrial. As pessoas precisavam de um lanche logo cedo para ter energia para sua rotina diária. Os trabalhadores não podiam ir para casa no meio do dia, por isso faziam lanches em cantinas e trailers que começaram a aparecer perto das fábricas durante este tempo. Aqui, o almoço pode ter nascido.
Quando a Revolução Industrial terminou, o trabalho pesado deu lugar a empregos de escritório, a classe média surgiu e o jantar em casa tornou-se uma tradição e um marcador de status social. O problema é que as pessoas começaram a comer cada vez mais porcarias, em horários cada vez mais tardios, e nossa saúde está sofrendo com isso.👍😉👏

segunda-feira, 14 de março de 2016

Estudo sobre a Nova Ordem Mundial !(RECOMENDO)



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

☢O livro “O Instituto Tavistock” conta perfeitamente o modus operandi de diversas entidades públicas e privadas criadas para serem os “músicos” da grande orquestração para a o aniquilamento das soberanias nacionais.

OBS:"Após terem sido vendidos mais de três milhões e meio de exemplares por todo o mundo do afamado livro «A Verdadeira História do Clube Bilderberg», Daniel Estulin revela agora a existência do Instituto Tavistock, o maior centro mundial de controle mental, uma sofisticada organização criada com o intuito de controlar o destino de todo o planeta e alterar o paradigma da sociedade contemporânea.

Neste livro revolucionário, Estulin desvenda as origens e o modus operandi do Instituto, quem está por detrás desta organização, quais são os seus objetivos e como nos afeta , suas vítimas, no nosso quotidiano. Mas aprenderemos também a combater os seus métodos tenebrosos.

Depois de ler este livro, nada será como antes!"
Aparentemente sem ligação entre si, tocam em conjunto sob a batuta do grande maestro: a família Rothschild.

Vejamos algumas:

-Sociedade das Nações (Genève) primeira tentativa de criar um órgão supranacional; colapsou com a Segunda Guerra Mundial.

-Organização das Nações Unidas, ainda em grande atividade.

-OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) criação de forças armadas supranacionais;

-TIAR (Tratado Interamericano de Assistência Recíproca) colapsou com a Guerra das Malvinas por abandono dos Estados Unidos da América.

-WWF que tenta fazer da ecologia um instrumento de dominação.

-FIFA procura submeter a vontade dos países onda há uma grande paixão popular pelo esporte.

Há dois grandes obstáculos para os implantadores da NOM: o Pentágono e a Igreja Católica Apostólica Romana.

Sobre o Pentágono, não tenho competência para discorrer.

A Igreja, por ser universalista, tornou-se o primeiro alvo a ser atacado; de preferência por dentro, com as Teorias da Libertação. Também por fora, pelo acirramento do ódio religioso e a invasão silenciosa da Europa pelos muçulmanos.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

OBS=>PARA DOWNLOAD DO LIVRO 
"O INSTITUTO TAVISTOCK EM ESPANHOL:http://www.docfoc.com/download/documents/instituto-tavistock-david-estulin-final

sábado, 12 de março de 2016

DICA DE SAÚDE !

😇Sabes o que é o colesterol? O colesterol tem a aparência de uma cera que é produzida pelo fígado. Ele não é um vilão para a nossa saúde, muito pelo contrário, pois é essencial para o correto funcionamento do organismo. O problema mesmo é o seu excesso...

Há o colesterol bom e o mau:

  • O colesterol bom é conhecido como HDL. Ele promove a retirada do excesso de colesterol, inclusive das placas arteriais.

  • O colesterol mau é conhecido como LDL. Ele leva colesterol para as células e facilita a deposição de gordura nos vasos.


Entendeu o processo? De modo resumido, o HDL limpa e o LDL suja. É por isso que o HDL é o colesterol bom enquanto o LDL é o mau.

Os níveis elevados de colesterol no sangue podem aumentar o risco de doença cardíaca. E esses níveis tendem a aumentar com a nossa idade.

O aumento do colesterol geralmente não apresenta sinais. É por isso que é muito importante que faça exames periódicos para averiguar como estão as suas taxas.

Existem ótimos remédios caseiros para normalizar o colesterol, e o que se segue é dos mais poderosos e mais simples deles.

Ele leva apenas três ingredientes e todos são fáceis de encontrar num supermercado qualquer.

O alho, o limão e a hortelã contêm poderosas propriedades anti-colesterol.

A hortelã, por exemplo, demonstrou, conforme pesquisa da Universidade Metodista de Piracicaba, ser eficaz para baixar o colesterol e controlar o peso.

Os outros dois ingredientes não ficam atrás...

O alho e o limão são considerados medicamentos naturais muito eficazes para a limpeza dos vasos sanguíneos, reduzindo os níveis de colesterol, fortalecendo as paredes das artérias e reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.

Eles são utilizados pela medicina popular há bastante tempo para prevenir e tratar doenças. Muitos estudos já comprovaram a capacidade antioxidante dos dois.

Aqui se segue a receita:

     Ingredientes

  • 1 punhado de folhas de hortelã

  • 4 cabeças de alho (não é o dente; é o bulbo completo)

  • 4 limões médios com a casca (de preferência orgânicos)

  • 3 litros de água pura fervida em panela de vidro ou inox

    Modo de preparação

  • Lave bem todos os ingredientes.

  • Corte o alho em pedaços e os limões em fatias.

  • Numa jarra de vidro, coloque os três ingredientes e apenas um pouco de água fervida sobre eles.

  • Misture bem. Depois, coloque a mistura num frasco de vidro limpo e despeje o restante da água fervida até encher o frasco.

  • Tampe e deixe no frigorífico por três dias.

  • Depois disso, coe e leve para o frigorífico novamente.

     Modo de consumo

  • Comece consumindo 1 colher (sopa) 3 vezes por dia antes das refeições.

  • Se não houver problema, você deve aumentar lentamente a quantidade.

  • A dose máxima desta bebida são 50 mL 3 vezes por dia.

  • A duração do tratamento são 40 dias.

  • Recomenda-se fazer esta limpeza das artérias uma vez por ano.

  • Mas sempre consulte seu médico para ficar ciente das suas taxas de colesterol.

Fonte: curapelanatureza.com.br

quarta-feira, 9 de março de 2016

Será que anular ou votar em branco é a solução?


Sinceramente, eu acreditava que era anulando o meu voto que eu estaria fazendo a diferença.
“Não vou dar meu voto pra nenhum desses candidatos!”
”Eles não me representam!”
“Nenhum deles merece o meu voto!” 
Essas frases foram repetidas por mim durante um bom tempo, pensando que era um ato de protesto e que isso que eu estava fazendo era algo bom.
Mas eu não percebia que, na verdade, esse meu “protesto”, representado pela passividade eleitoral, acabava não contribuindo muito para o crescimento da nossa (jovem) República.
Poderia até mesmo causar um efeito contrário e vou te mostrar como:
Segundo estabelecido na Constituição(artigo 77) e na Lei n.º 5044/97, será eleito o candidato que alcançar a maioria dos votos,não sendo computados (para a obtenção dessa maioria) os votos brancos e nulos.
E, se nenhum dos candidatos obtiver maioria absoluta na primeira votação, surge o 2º turno, concorrendo os dois candidatos com mais votos.
Ok. Até aqui tudo certo.
Vejamos, então, as seguintes situações:
Em uma situação hipotética, com 03 candidatos e 10 eleitores, para ser eleito no1º turno, com 100% dos votos válidos, o candidato tem que obter 06 votos.
Desses 10 eleitores, se tivermos somente 08 votos válidos o candidato precisará de apenas 05 votos para ser eleito no primeiro turno.
Se tivermos só 04 votos válidos, o candidato com 03 votos será eleito em primeiro turno.
E com apenas 01 voto válido, quem for votado se elege com apenas esse 01 voto.
Usei esses números apenas para exemplificar como o voto inválido pode “facilitar” a eleição de um candidato.
Nesse sentido, fiz uma rápida pesquisa na internet e vi que nas últimas eleições presidenciais tivemos algo em torno de 29% (vinte e nove por cento) de votos inválidos(brancos, nulos e abstenção), representando, em números, 38.797.556 (trinta e oito milhões, setecentos e noventa e sete mil, quinhentos e cinquenta e cinco) eleitores.
Para termos ideia de como esses votos fizeram diferença no resultado das eleições, se todas essas pessoas votassem na Luciana Genro, por exemplo, que foi a 4ª mais votada, ela estaria na disputa pelo 2º turno das eleições. Ou, então, a Marina já seria eleita no 1º turno.
Aí você me fala: “Mas o artigo 224 doCódigo Eleitoral fala em uma nova eleição ‘Se a nulidade atingir mais da metade dos votos’. Assim, se mais de 50% dos brasileiros anular o voto, teremos uma nova eleição”.
Ocorre que a interpretação dada a esse artigo não é tão literal assim, até mesmo porque ele precisa ser analisado junto com toda a legislação que versa sobre o assunto.
Nesse ínterim,
“para fins do art. 224 do Código Eleitoral, a validade da votação ou o número de votos válidos na eleição majoritária não é aferida sobre o total de votos apurados, mas leva em consideração tão somente o percentual de votos dados aos candidatos desse pleito, excluindo-se, portanto, os votos nulos e os brancos, por expressa disposição do art. 77, § 2º, da Constituição Federal” Ademais, “não se somam aos votos nulos derivados da manifestação apolítica dos eleitores aqueles nulos em decorrência do indeferimento do registro de candidatos; afigura-se recomendável que a validade da votação seja aferida tendo em conta apenas os votos atribuídos efetivamente a candidatos e não sobre o total de votos apurados” (TSE – Agravo Regimental em Recurso em Mandado de Segurança nº 665, Acórdão de 23/06/2009, Relator (a) Min. ARNALDO VERSIANI LEITE SOARES, Publicação: DJE – Diário da Justiça Eletrônico, Volume -, Tomo -, Data 17/08/2009, Página 24 ).
Dessa forma, acabei percebendo que a invalidação dos meus votos não atingia os efeitos que eu esperava alcançar (mudança, revolta, demonstração de insatisfação…).
E que conclusão tirei disso tudo?! Vi que devemos votar em alguém, mesmo que ele não seja o “ideal” (que não existe). Dentre todos os candidatos, ao menos um deles vai ter propostas que lhe agradarão.
Demoramos muito tempo para obter o direito ao voto, de modo que não posso me dar ao luxo de optar por não gozá-lo.

CONHECENDO O JUIZ SERGIO MORO


CONHECENDO SERGIO MORO
" Muitos podem pensar que ele surgiu de repente, num passe de mágica, para ser e se transformar no cavaleiro da esperança do povo brasileiro. Encarnou e se revestiu da moralidade clamada pela população e vai com determinação marcando novos rumos. Na verdade foram anos de preparo, amadurecimento pessoal e jurídico. Acima de tudo a competência que lhe ampara em todas as decisões.
Sérgio Fernando Moro, natural de Maringá, nascido em 1972, filho de Odete Starke Moro e Dalton Áureo Moro, ex-professor de geografia da Universidade Estadual de Maringá, formou-se em direito pela Universidade Estadual de Maringá em 1995, tornando-se juiz federal um ano após, em 1996. Cursou o programa para instrução de advogados da Harvard Law School em 1998 e participou de programas de estudos sobre lavagem de dinheiro promovidos pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos. É Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal do Paraná. Juiz Federal da 13.ª Vara de Curitiba. Ministra aulas de processo penal na Universidade Federal do Paraná e comanda a operação "Lava Jato". Casado, tem dois filhos.
Além da Operação Lava Jato, o juiz também conduziu o caso Banestado, que resultou na condenação de 97 pessoas, atuou na Operação Farol da Colina, onde decretou a prisão temporária de 103 suspeitos de evasão de divisas, sonegação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro . No caso do Escândalo do Mensalão, a ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber convocou o juiz Sergio Moro para auxiliá-la, devido sua especialização em crimes financeiros e no combate à lavagem de dinheiro.
Foi indicado pela Associação dos Juízes Federais do Brasil para concorrer a vaga deixada por Joaquim Barbosa no STF. Eleito o "Brasileiro do Ano de 2014" pela Revista "Isto É". Um dos 100 mais influentes do Brasil em 2014 pela Revista "Época". Na décima segunda edição do Prêmio Faz Diferença do jornal O Globo, foi eleito a "Personalidade do Ano" de 2014 por seu trabalho frente às investigações da Lava Jato.
Sugiro àqueles que desejam conhecer os posicionamentos de Sérgio Moro, não de hoje, mas de 11 anos passados, que leiam e releiam na íntegra o seu artigo, em que fala sobre uma das maiores faxinas ocorridas na Europa, intitulado "Considerações sobre a Operação Mani Pulite" (Operação Mãos Limpas), publicado na época, na Revista do Conselho da Justiça Federal. Está tudo lá. Na Operação Mãos Limpas, 6 mil pessoas foram investigadas, três mil mandados de prisão, com 872 empresários, muitos ligados a petroleira italiana e 438 parlamentares enrolados nesta rede, inclusive, com alguns suicídios.
A Operação Mãos Limpas, diz Moro em seu artigo: "A ação judiciária revelou que a vida política e administrativa da Itália, estava mergulhada na corrupção, com pagamento de propina para concessão de todo contrato público, o que levou Milão ser classificada como "cidade da propina". Igualzinho aqui no Brasil!
A Operação Mãos Limpas, momento extraordinário na história contemporânea do judiciário, iniciou-se em meados de fevereiro de 1992, redesenhando o quadro político, talvez não encontrando paralelo de ação judiciária com efeitos tão incisivos na vida institucional de um país. Em 2004, Sérgio Moro falava em seu artigo: "Encontram-se presentes várias condições institucionais necessárias para a realização de ação semelhante no Brasil", mas enquanto Sérgio Moro liberava seu escrito, os políticos e seus representantes encomendados, "metiam a mão", sem dó, no dinheiro brasileiro, transferindo-o para o exterior e para suas contas pessoais, em quantidades incalculáveis.
O Moro de 2004, que é o mesmo de hoje, bem mais aperfeiçoado, em seu artigo afirma, "é ingenuidade pensar que processos criminais eficazes contra figuras poderosas como autoridades governamentais ou empresários, possam ser conduzidos normalmente, sem reações. Um judiciário independente, tanto de pressões externas, como internas, é condição necessária para suportar ações desta espécie. Entretanto, a opinião pública, como ilustra o exemplo italiano, é também essencial para o êxito da ação judicial".
"Na Itália uma nova geração dos assim chamados "giudici ragazzini" (jovens juízes), sem qualquer senso de deferência em relação ao poder político, iniciou uma série de investigações sobre a má conduta administrativa e política."
Acrescenta: "talvez, a lição mais importante de todo episódio seja a de que a ação judicial contra a corrupção se mostra eficaz com o apoio da democracia. É esta quem define os limites e as possibilidades da ação judicial. Enquanto ela contar com o apoio da opinião pública, tem condições de avançar e apresentar bons resultados".
Embora estejamos em momento triste, dolorido, com desemprego avançando em números jamais vistos, é muito positivo sentir que o Ministério Público, Polícia Federal, Imprensa, todos vivem o momento da verdade. Concluo com três frases significativas de compromisso.
A primeira, do ministro Celso de Mello:
"É preciso esmagar, sim. É preciso destruir, esmagar com todo o peso da lei, respeitada sempre a garantia constitucional do devido processo, esses agentes criminosos que atentaram contra as leis penais da República e contra o sentimento de moralidade e de decência do povo brasileiro".
A segunda, da ministra Carmem Lúcia:
"Na história recente da nossa pátria, houve um momento em que a maioria de nós, brasileiros, acreditou que a esperança tinha vencido o medo. Depois, descobrimos que o cinismo tinha vencido aquela esperança. Agora parece se constatar que o escárnio venceu o cinismo. O crime não vencerá a justiça".
Por último, do juiz Sérgio Moro:
"O político corrupto, por exemplo, tem vantagens competitivas no mercado político em relação ao honesto, por poder contar com recursos que este não tem. O corrupto costuma enxergar o seu comportamento como um padrão e não a exceção. A corrupção envolve quem paga e quem recebe. Se eles se calarem não vamos descobrir jamais. A corrupção política italiana assemelha-se bastante à brasileira na amplitude, na naturalidade com que era praticada e até mesmo na aura protetora e fatalista que parecia torná-la"
Divulguem...
O povo brasileiro e mundial precisa conhecer melhor o Juiz Sergio Moro que está passando o Brasil a limpo!