quarta-feira, 12 de agosto de 2015

ARTIGO ESCLARECEDOR...MUITO BOM!

ESCRITO POR LUIS DUFAUR | 29 JULHO 2015 



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A desinformação é tão 

velha quanto o Cavalo de 

Tróia. 
No passado ela existiu como 

um recurso colateral da 

guerra propriamente dita. 

Hoje, para o Kremlin a 

“psico-esfera” é o teatro primordial do 

conflito.






As fantasias conspiratórias do canal Russia

Today põem em prática as “medidas 

ativas”, táticas psicológicas da velha KGB

que o desertor soviético Oleg Kalugin

descreveu como “o coração e a 

alma dos serviços de inteligência”.


Uma torrente de sites e perfis até havia pouco desconhecidos invadiu a Internet. Procedência: Rússia.

Margo Gontar, da escola de jornalismo da Universidade Mohyla, em Kiev, procurou imagens de crianças mortas no Google e as encontrou. Estavam todas em sites de notícias e nas redes sociais com títulos que atribuíam as mortes a gangues fascistas ucranianas treinadas pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), narra um estudo de Peter Pomerantsev, publicado originalmente no jornal britânico The Guardian.
Peter Pomerantsev é especializado no tema e é autor de "NADA É VERDADE E TUDO É POSSÍVEL": o coração surrealista da Nova Rússia (Nothing Is True and Everything Is Possible: The Surreal Heart of the New Russia, PublicAffairs – Perseus Book, EUA, 2014, 256 páginas).
Na realidade, muitas fotos eram antigas, tiradas de crimes que nada tinham a ver com a Ucrânia, ou até mesmo de filmes.

Nos noticiários da TV estatal russa Margo achou, com muito destaque, mulheres gorduchas aos prantos e velhos falando de ucranianos que espancam cidadãos de língua russa. 

Os testemunhos pareciam absolutamente autênticos. Mas Margo notou que as mesmas mulheres gorduchas e os homens machucados apareciam em diferentes noticiários, identificados como pessoas diferentes. 

Em uma notícia, uma mulher era apresentada como “residente em Odessa”. Na notícia seguinte, a mesma mulher era “mãe de um soldado!”. Mais adiante, era uma “moradora de Kharkiv” e depois “ativista anti-Maidan”.

Após a derrubada do voo MH17 da Malaysia Airlines, Margo achou obras-primas de teorias de conspiração pró-russas: um controlador de tráfego aéreo teria identificado jatos militares ucranianos seguindo o avião, por exemplo. Mas não achou nenhuma prova de que o controlador existisse realmente.
Achou dezenas de sites em russo e em inglês que afirmavam que o MH17 fora derrubado pelos EUA, numa tentativa de atingir o avião de Vladimir Putin. 

Outros divulgaram que a bordo do avião só havia cadáveres, colocados antes da decolagem. E muitos se diziam direitistas, antimaçônicos, anti-illuminati e, obviamente, anti-EUA e anti-capitalistas.

Nada disso era verdade, salvo o ódio contra os EUA e a Ucrânia, que escapuliu da bota putinista. 

Margo procurou a imprensa ocidental em busca de informações sólidas, mas também tropeçou. Respeitáveis fontes, como a BBC, ecoavam com frequência a versão originada no Kremlin.

Quem aprofunda a fonte dos truques encontra o manual russo Informação e Operações da Guerra Psicológica: Breve Enciclopédia e Guia de Referência, editado em 2011 em Moscou pela Hotline Telecom e atribuído a Veprintsev et al. 

O livro destina-se a “estudantes, políticos especialistas em tecnologia, aos serviços de segurança do Estado e a funcionários públicos”. É uma espécie de manual para jovens guerreiros da informação. 

As armas da informação, diz o texto, “produzem uma espécie de radiação invisível” sobre seus alvos. “A população nem sequer percebe que está sendo manipulada”. 

Enquanto a guerra tradicional emprega canhões e mísseis, prossegue a enciclopédia, “a guerra da informação é maleável e nós nunca podemos prever o ângulo ou os instrumentos de um ataque”.

A enciclopédia de 495 páginas contém uma introdução à guerra psicológica, um glossário de termos básicos e gráficos que descrevem os métodos e as estratégias de operações defensivas e ofensivas, incluindo “a trapaça operacional” (maskirovka), a “influência matemático-programática”, a “desinformação”, a “imitação, e “a radiodifusão e a TV”. 

Na “guerra normal”, explica a enciclopédia, “a vitória se fundamenta no sim ou no não”; na guerra da informação, ela se baseia na sedução e na contradição postas nas cabeças das vítimas sem que elas tenham consciência disso.

A “guerra da informação” é definida na enciclopédia russa em termos próprios de uma confusa ficção científica. Mas a confusão é aparente e visa despistar os não iniciados. Os mestres desvendam o significado subjacente para os discípulos escolhidos. 

Em 2013, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Federação Russa, Valery Gerasimov, afirmou que era possível derrotar inimigos lançando mão de uma “combinação de campanhas políticas, econômicas, de informação, tecnológicas e ecológicas” sem confronto físico, mas agindo na “psico-esfera” por uma misteriosa “irradiação”. 

Seguindo esse critério, as guerras do futuro serão travadas não no campo de batalha, mas nas mentes dos homens.

Porém, a desinformação é tão velha quanto o Cavalo de Tróia. No passado ela existiu como um recurso colateral da guerra propriamente dita. Hoje, para o Kremlin a “psico-esfera” é o teatro primordial do conflito. 

A enciclopédia ensina: “Em muitos lugares, a guerra da informação substitui a guerra tradicional”. Ela visa levar a melhor sobre os inimigos da Rússia sem disparar um tiro.
Se a batalha mudar para a “esfera psicológica”, a supremacia tecnológica da OTAN fica irrelevante. No inverno passado, escreveu Peter Pomerantsev, de The Guardian, reuni-me com Rick Stengel, subsecretário de Estado dos Estados Unidos responsável pela formulação da resposta americana às operações da Rússia no campo da informação. 

Desde a anexação da Crimeia, sua equipe postou listas de fatos nas redes sociais para contradizer as desinformações do Kremlin.

Exemplo típico de vetor da desinformatsiya é a Russia Today (RT), emissora internacional de notícias, que prometeu uma visão alternativa da mídia convencional americana. E assim seduziu muitos conservadores que não têm espaço nos órgãos do macrocapitalismo publicitário.

O canal de Putin recebe US$ 230 milhões por ano do Kremlin, diz atingir 700 milhões de telespectadores e ser “o maior provedor de notícias do YouTube”.

Por trás, a diretora da RT, Margarita Simonyan, bate na mensagem da guerra psicológica: “Não existem reportagens objetivas”. 

Não há nenhuma razão para confiar na rede de TV de Putin. Sua principal mensagem é que você não deve confiar na mídia ocidental: essa é a vitória visada. A verdade deve ser sacrificada. 

Uma reportagem da RT insinuava que a CIA inventou o Ebola contra as nações em desenvolvimento. Outra dizia que a guerra civil na Síria foi “planejada em 1997 por Paul Wolfowitz”. 

As fantasias conspiratórias do canal Russia Today põem em prática as “medidas ativas”, táticas psicológicas da velha KGB que o desertor soviético Oleg Kalugin descreveu como “o coração e a alma dos serviços de inteligência”. 

Segundo Kalugin, departamentos inteiros na Rússia se dedicavam a essa singular “subversão: provocar uma cisão dentro da comunidade ocidental, particularmente na OTAN, e enfraquecer os EUA”. 

A tática favorita é plantar histórias falsas, a desinformatsiya, em agências de notícias internacionais. 

Uma reportagem do início dos anos 80 apresentou uma prova médica meticulosamente inventada de que a CIA havia criado a AIDS para exterminar a população afro-americana. 

Mas a nova desinformatsiya é barata, grosseira e colocada online em segundos. O objetivo é criar confusão em torno da verdade. 

Shaun Walker reportou recentemente uma “fábrica de boatos” em São Petersburgo, onde os funcionários recebem 500 libras esterlinas por mês para fingir serem usuários regulares da internet. Com essa máscara assumem a defesa de Putin, postando fotos contra os líderes estrangeiros e espalhando teorias conspiratórias.
Todos esses esforços trabalham para minar a infraestrutura da razão. A argumentação racional se esvai, numa nuvem de incerteza. A vítima fica confusa, deixa de raciocinar, acha que nada tem lógica, só enxerga caos e conclui que carece de sentido prestar atenção na realidade. Nesse momento, ela capitulou.

A guerra da informação de Putin gera condições ideais para a proliferação dos sonhos conspirativos nas direitas populistas, como a Frente Nacional (FN) da França ou o Jobbik da Hungria, que apoiam e são apoiados por Moscou. 

Segundo Pomerantsev, em momentos de incerteza financeira e geopolítica as pessoas adotam teorias bizarras para explicar as crises. 

Mas, por que não procuram a objetividade da verdade?

Aqui começam os mistérios da “radiação invisível” à qual se refere o manual russo da guerra da informação. Qual é a força que os leva a acreditar no confuso, no contraditório, no absurdo, e a se afastar do positivo e do racional? 

Quando a ideia do discurso racional é corroída, tudo o que resta é o espetáculo, a sensação, o sentimento. Isso é prazeroso e convida a não reagir.

O lado que narra belas histórias – que podem ser religiosas, místicas, como as espalhadas pela Igreja Ortodoxa russa a respeito do líder supremo russo – derrotará quem tentar “provar” um fato de maneira ordenada, porque o público vitimado renunciou a aplicar a lógica e o raciocínio, e busca a sensação.

A estratégia de informação do Kremlin visa ao que Stephen Colbert chamou de truthiness (uma espécie de “verdade subjetiva” ou “instintiva”), que prevalece sobre o discurso fundamentado em fatos, na cabeça de quem fez do caos a realidade que comanda o mundo e se refugia na sua fantasia.

“Existem dois possíveis enfoques da guerra da informação”, assevera a enciclopédia russa. O primeiro “reconhece a primazia dos objetos no mundo real” e tenta girá-los numa direção favorável ou desfavorável. Este lado é o que deve perder a nova guerra.

Porém, o enfoque “mais estratégico”, preferido, coloca “a informação antes dos objetos”. Leia-se a informação deteriorada e sorrateiramente caotizada nos laboratórios de Moscou, instrumento que serve à vitória da nova e esquisita guerra.

Luis Dufaur, escritor, edita o blog Flagelo 


Russo.

sábado, 8 de agosto de 2015

BNDES ESTARRECEDOR... LEIAM COM ATENÇÃO!!!



Finalmente encontro uma matéria escrita por autor de prestígio, ESCANCARANDO aquilo que eu venho martelando há anos, desde que tomei consciência do que se passava dentro do BNDES.
A própria figura do “iceberg” eu já empreguei por diversas vezes, não significa, de modo algum, a possibilidade de o autor ter lido os meus textos, mas que duas pessoas, analisando o mesmo quadro, cheguem à mesma conclusão.
Para aqueles que me taxaram de “paranóico” e influenciado pela “teoria da conspiração”, finalmente uma análise que mostra meu acerto em minha dedução.
Eu sempre disse que no dia em que abrissem a “caixa preta” do BNDES, o escândalo do “mensalão” e o atual do “petrolão” seriam fichinha, coisa de pivete batedor de carteira.
E também afirmei o que volto a afirmar, quando essa bandalheira do BNDES for apurada de forma isenta, sem blindagens, lá serão encontradas digitais de patas de nove dedos, de um molusco peçonhento.
E só quando for pedido para a Interpol o rastreamento de todas as contas de Lula, no exterior, 
com a conseq​uente quebra de seu sigilo bancário; 
e só quando for EXIGIDO que preste contas de onde 
saiu o seu patrimônio, é que teremos a real noção do vulto de seu roubo ao longo de todos esses anos.

O que me causa “espanto” não é o assalto ao BNDES, mas o fato de isso SÓ AGORA ser levantado, a ponto de “deixar estarrecidas” autoridades do nível de um Desembargador, se eu próprio, como simples leigo, deduzi tudo isso a partir dos dados que todos nós tínhamos.
Mesmo assim sou imensamente grato ao autor, antes tarde do que nunca, sua contribuição é extremamente bem vinda, aos “45 do segundo tempo”, quando as manifestações conseguiram despertar o gigante adormecido em sono cataléptico, ocorrido por várias décadas.
Que seja mais um ponto para ajustarmos o foco de nossa luneta, nas próximas manifestações contra esse governo criminoso e seu partido ilegal, que infringe dois dos quatro dispositivos previstos, para a cassação de seu registro como partido político.
A tudo o que está descrito na análise do Desembargador, eu acrescentaria apenas uma conclusão.
Isso não é APENAS rapinagem, não é APENAS alimentar países comunistas, em acordo com os dispositivos previstos pelos estatutos e atas do Foro de São Paulo.
Isso faz parte da estratégia comunista, recomendada por Lenin, EXAURIR OS RECURSOS DO PAÍS, para que sua recuperação seja inviável através das regras do CAPITALISMO e, diante da FALÊNCIA, ser apresentado o “SOCIALISMO” como ÚNICA ALTERNATIVA.
É a estratégia do método de Gramsci, “DESTRUIR O PRÉDIO ANTIGO, PARA, SOBRE SEUS ESCOMBROS, CONSTRUIR O NOVO PRÉDIO”
Acusar o PT de “incompetente” ou “ineficiente” é um erro grave de avaliação e ameniza sua responsabilidade.
O crime não é “culposo”, mas DOLOSO, tudo foi minuciosamente planejado, com objetivos muito bem definidos, dentro de uma estratégia muito bem estudada.
“Incompetente” é quem, por falta de conhecimentos ou habilidade, NÃO CONSEGUE alcançar seus objetivos.
O PT é MUITO COMPETENTE, dentro daquilo a que se propõe.
E Lula e Dilma são condutores exímios do processo. A falência do país não será um “acidente” por “má gestão”, mas ação PROGRAMADA dentro de objetivos estratégicos muito bem planejados, ao longo de décadas de preparação.
Leiam, atentamente a matéria escrita pelo Desembargador “estarrecido”, que copiei, ampliei o tamanho da fonte e negritei. E firmem os seus entendimentos, com o emprego de seus próprios neurônios.
Mais abaixo encontrarão o original, da forma que recebi...


BNDES, UM ESCÂNDALO GIGANTESCO
(O DA PETROBRÁS É APENAS GORJETA)

Liberato Póvoa
(Desembargador aposentado do TJ-TO,
escritor, jurista, historiador e advogado)

Li, estarrecido, um artigo do abalizado constitucionalista Leonardo Sarmento, publicado no “JusBrasil” do último dia 4 de fevereiro, que denuncia: “O BNDES patrocina ideologia partidária, enriquece protagonistas do sistema e empobrece o Brasil”. Acesse e leia a matéria, que vale a pena. O risco é você cair de costas.
Logo no encabeçar da matéria surge a imagem de um imenso “iceberg” em cuja ponta aparece o “mensalão” e, quase dez vezes maior, o “petrolão”, e - pasmem!  - na parte submersa, aparece o BNDES, com o tamanho no mínimo o suficiente para considerar o “petrolão” um mero troco, e o “mensalão”, uma insignificante gorjeta.
Discorre o articulista dizendo que nós sofremos uma crônica falta de infraestrutura, para cuja correção existe o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mas ele financia portos, ferrovias, estradas e outras obras necessárias. Só que ele financia para outros países, como se estivéssemos fazendo algo em troca de um retorno que nunca virá, ou se tivéssemos uma espécie de colônias com o dever de desenvolvê-las.
Todos devem lembrar-se de que, desde o primeiro governo petista, o cenário é o mesmo para personagens que a cada hora desempenham papéis diferentes, mas dentro de um mesmo “script”. Mercadante saiu do ministério da Educação, mas encarapitou na Casa Civil; Guido Mantega presidiu o BNDES até 2006, quando pulou de galho e foi empoleirar-se no ministério da Fazenda. Na sua gestão o total de empréstimos do Tesouro para esse Banco saltou de menos de 10 bilhões para 414 bilhões de reais.
Esses empréstimos financiam atividades de empresas brasileiras no exterior, que, até bem pouco tempo, eram “segredo de Estado”, pois foram consideradas secretas pelo banco (o que já dava a impressão de maracutaia, para usar um vocábulo inventado por Lula, quando era oposição). Mas no início do segundo semestre do ano passado o Ministério Público Federal acionou a Justiça para liberar tais informações. E a juíza federal Adverci Mendes de Abreu, da 20.ª Vara Federal de Brasília, considerou que a divulgação dos dados de operações com empresas privadas “não viola os princípios que garantem o sigilo fiscal e bancário”dos envolvidos (e a ilustre magistrada vem incomodando o PT com suas decisões: foi ela quem, esses dias, mandou deportar o terrorista Cesare Battisti, que Lula aninhara no Brasil, desafiando o Supremo).
A partir da decisão da intrépida juíza, o BNDES está obrigado a fornecer dados solicitados pelo Tribunal de Contas da União, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU). E aí é que a coisa começou a ganhar uma dimensão que até então era sequer imaginada: descobriu-se que o BNDES concedera mais de 3.000 empréstimos para a construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior.
Só uma amostra para o leitor se estarrecer junto comigo: as obras que o banco considerou estarem aptas a receber investimentos financiados por recursos brasileiros são obras tocadas por empresas flagradas pela “Operação Lava-Jato”, figurinhas conhecidas no lamaçal da corrupção.
A Odebrecht obteve financiamentos de 957 milhões de dólares para o Porto de Mariel (Cuba), 243 milhões de dólares para a Hidrelétrica de San Francisco e 124,8 milhões de dólares para a Hidrelétrica de Manduruacu, ambas no Equador; 320 milhões de dólares para a Hidrelétrica de Cheglla, no Peru; um bilhão de dólares para o Metrô da Cidade do Panamá e 152,8 milhões de dólares para a Autopista Madden-Colón, ambas as obras no Panamá; um bilhão e 500 milhões para Soterramento do Ferrocarril Sarmiento, ambos na Argentina; 732 milhões de dólares para as Linhas 3 e 4 do Metrô de Caracas e 1 bilhão e 200 milhões para a segunda ponte sobre o rio Orinoco, na Venezuela; 200 milhões de dólares para o Aeroporto de Nacala e 220 milhões para o BRT de Maputo, ambas as obras em Moçambique. A OAS foi contemplada com 180 milhões de dólares para o Aqueduto de Chaco, na Argentina e a Andrade Gutiérrez, com 450 milhões de dólares para Barragem de Moamba Major, em Moçambique. E assim, aparecem outras empreiteiras, como a Queiroz Galvão, com obra na Nicarágua (Hidrelétrica de Tumarin), ao custo de um bilhão e cem milhões de dólares, e 199 milhões de dólares em obra na Bolívia (Projeto Hacia El Norte – Rurrenabaque-El-Chorro), sem se falar em outras obras no Peru e no Uruguai. Percebe-se que a “Lava-Jato” vem apenas se antecipando na revelação dos colaboradores da quadrilha.
E isto foi apenas uma minúscula parte que se soube, pois o BNDES, alegando “sigilo necessário”, só revelou os beneficiários de 18% dos empréstimos. E foram mais de três mil. E recentissimamente, Dilma esteve, de araque, na posse de um “companheiro” na presidência do Uruguai, quando, na verdade, foi acertar com o colega Tabaré Vasaquez a construção de um porto naquele país companheiro, ao custo de um bilhão de dólares, dinheiro do BNDES.
Com o Brasil atravessando uma crise sem precedentes, totalmente sucateado, é estranho que tais obras em países sem qualquer perspectiva de parceria útil, apenas unidos por ideologia, estejam jogando pelo ralo nosso minguado dinheirinho.
E o que nos assusta é saber que, malgrado a boa vontade do Ministério Público e o verdadeiro heroísmo da Polícia Federal, estamos desesperançados com tanta corrupção, sem saber a quem recorrer.
Em carta de 798 d.C, Alcuin de York advertiu Carlos Magno: “Vox populi, vox Dei”. Mas vamos provar muito em breve que “a voz do povo é a voz de Deus”. O povo que elegeu será o mesmo povo que tomará de volta o poder.

(Publicado no “Diário da Manhã” de 09/02/2015)






A caixa-preta do BNDES



Relatório obtido por ISTOÉ revela que a inadimplência nos financiamentos do banco saltou de R$ 412,9 milhões para R$ 4 bilhões. Enquanto o TCU pede a abertura dos dados sigilosos da Instituição, a oposição trabalha por uma CPI.

Na quarta-feira 11, a oposição iniciou a coleta de assinaturas para instalar a CPI do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no Congresso. O objetivo é investigar como o banco aplicou R$ 400 bilhões em recursos da União entre 2009 e 2014. Recheia o pedido dos oposicionistas um relatório alarmante. Trata-se do último informe de gestão de riscos da instituição, destinado à análise de investidores e mercado financeiro, ao qual ISTOÉ teve acesso. De acordo com o documento, que mede operações em atraso da carteira de créditos do BNDES, o montante total de parcelas de financiamento inadimplentes saltou de R$ 412,9 milhões em junho de 2014 para R$ 4 bilhões em setembro, crescimento de 976%. No mesmo período, em 2013, a variação de um trimestre para o outro foi de R$ 126,6 milhões para R$ 132,7 milhões

As empresas são consideradas inadimplentes quando atrasam em 90 dias o pagamento mensal do empréstimo. A dívida, segundo o banco, compromete todo o fluxo da instituição fomentadora. O BNDES diz que utiliza o montante de parcelas pagas pelas empresas financiadas para conceder crédito a novos clientes. Quando as empresas deixam de pagar o boleto mensal, a instituição perde recursos e precisa recorrer à União para manter o ritmo de financiamentos. Diante desse quadro, no início de dezembro, o governo autorizou um socorro de crédito de R$ 30 bilhões ao BNDES. Dois meses depois, o Congresso foi novamente acionado para votar outra medida provisória, desta vez para ampliar em R$ 50 bilhões o limite de incentivos financeiros repassados pela União ao banco.
O BNDES é uma caixa-preta indevassável. A instituição financeira se recusa a divulgar a lista dos devedores sob a alegação de “proteção ao sigilo bancário”. O banco também se nega a informar para quem e em que condições foram concedidos os empréstimos bilionários a juros camaradas nos últimos sete anos. Intriga a oposição o fato de o salto no montante da inadimplência dos financiamentos coincidir com o depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa aos integrantes da Lava Jato. A constatação sugere que as empreiteiras envolvidas no escândalo possam integrar a lista de devedores. O banco rechaça a suspeita. “O atraso observado para prazos menores acontece por motivos diversos, operacionais ou conjunturais da empresa, e não necessariamente por dificuldades financeiras”, informou a assessoria.


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

IMPRESSIONANTE => VEJA O TAMANHO DA FATURA !!!

 
A insustentável máquina do governo
 Os 39 ministérios de Dilma custam mais de R$ 400 bilhões por ano e empregam 113 mil apadrinhados. Só os salários consomem R$ 214 bilhões - quase quatro vezes o ajuste fiscal que a presidente quer fazer às custas da sociedade
​Fonte: - Jornalista ​Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br)

Diante da necessidade imperativa de disciplinar as desordenadas contas públicas, legadas da farra fiscal praticada no mandato anterior, a presidente Dilma Rousseff impôs ao País um aperto de cintos. Anunciou como meta de sua segunda gestão um ajuste fiscal capaz de gerar uma folga de R$ 66 bilhões no Orçamento até o fim do ano. O necessário ajuste seria digno de louvor se as medidas anunciadas até agora pela presidente não tivessem exigido sacrifícios apenas de um lado dessa equação: o dos cidadãos brasileiros. Mais uma vez, a conta da irresponsabilidade fiscal de gestões anteriores sobra para o contribuinte. Ao mesmo tempo em que aumenta impostos, encarece o custo de vida da população, ameaça suspender a desoneração de empresas e retira dos trabalhadores direitos previdenciários e trabalhistas, Dilma Rousseff segue no comando de uma bilionária máquina pública aparelhada, inchada e – o mais importante – ineficiente.
Na semana passada, pressionada por líderes no Congresso, especialmente do PMDB, a presidente sacou mais uma de suas promessas. "A ordem é gastar menos com Brasília e mais com o Brasil", disse. A despeito do efeito publicitário indiscutível da frase, a presidente dá sinais de que seguirá na toada já recorrente de dizer uma coisa em público e praticar outra bem diferente no exercício do poder. O governo, na realidade, sempre resistiu em cortar na própria carne. Por isso, permanece desde 2010 com uma colossal estrutura administrativa composta por 39 ministérios, a maioria deles criados para acomodar apadrinhados políticos, cujos custos de manutenção – o chamado custeio – consomem por ano R$ 424 bilhões. Desse total, o gasto com pessoal atinge a inacreditável marca de R$ 214 bilhões, o equivalente a 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Esse universo de servidores soma quase 900 mil pessoas distribuídas pela Esplanada, sendo 113.869 ocupantes de funções comissionadas e cargos de confiança, as chamadas nomeações políticas baseadas no critério do "quem indica. A credibilidade do governo está no fundo do poço, e é impossível imaginar a sociedade acreditando no ajuste fiscal sem que sejam tomadas medidas radicais para reduzir o tamanho dessa monumental máquina. Sem cortar na própria carne, o governo do PT não tem autoridade para pedir sacrifícios ou falar em ajuste fiscal", afirmou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
Não bastassem os 39 ministérios com seus milhares de cargos de indicação política, o que se vê hoje na Esplanada em Brasília é o claro desperdício do dinheiro público, facilmente ilustrado pelo excesso de regalias e benesses à disposição dos ocupantes do poder. A principal função do ministério da Pesca, por exemplo, é distribuir o seguro-defeso – espécie de seguro-desemprego pago a pescadores. A pouca expressividade da pasta não limita as vantagens e os benefícios de quem garantiu um cargo executivo no órgão provavelmente chancelado por algum partido aliado de Dilma. 
Segundo apurou ISTOÉ, há carros de luxo com motoristas disponíveis aos sete integrantes da cúpula do ministério para deslocamento em Brasília. O custo estimado com a regalia é de R$ 1,5 milhão por mês. Embora o ministério esteja constantemente ameaçado de extinção, a pasta vem se mantendo com estrutura que chama a atenção. São mil servidores em exercício, sendo 440 indicados políticos.
O benefício de ter carros e motoristas à disposição não é uma exclusividade do ministério da Pesca. Segundo gestores públicos ouvidos por ISTOÉ que já atuaram em diferentes órgãos do governo petista, pelo menos 28 das 39 pastas permitem a benesse para quem está até cinco níveis da hierarquia abaixo do ministro. Isso sem contar os celulares, os cartões corporativos e uma dezena de assessores cujas funções frequentemente coincidem. No ministério do Turismo, que tem uma estrutura mais enxuta e apenas 268 cargos de confiança, o que causa espécie é a quantidade de garçons e copeiras disponíveis para atender a cúpula da pasta. Segundo um dos servidores, há 16 funcionários para servir água e cafezinho aos executivos do ministério.

No ministério do Turismo, 16 garçons e copeiras foram
contratados para servir os executivos do órgão.
Embora prometa cortar despesas, Dilma e sua equipe econômica não querem ouvir falar em redução de pessoal, que consome muito mais do que os principais programas sociais do governo. O Bolsa Família, por exemplo, receberá R$ 27 bilhões – o correspondente a 12% do que o País gasta com servidores federais. Já a Saúde, considerada área prioritária para os brasileiros em todas as pesquisas realizadas, terá investimentos de R$ 109 bilhões neste ano. Custará, portanto, metade do gasto do governo com o funcionalismo. Atualmente, o ministério da Educação é a pasta com maior número de funcionários da Esplanada e serve para mostrar que o tamanho da máquina está longe de ser sinônimo de eficiência. No órgão, há mais de 44 mil cargos de confiança, além dos 285 mil efetivos. Nos últimos anos do governo Dilma, foram criadas 50 mil novas vagas. Em 2015, se a presidente preservar os recursos previstos para a pasta, serão R$ 101 bilhões destinados a cumprir a promessa utópica de campanha de transformar o Brasil em uma "pátria educadora". Mas até aqui as demonstrações de gestão dadas pelo MEC são da mais completa ineficiência. Um exemplo é o programa de financiamento estudantil, o FIES. O governo flexibilizou as regras relacionadas aos fiadores dos estudantes e reduziu as taxas de juros. Mas falhou no controle dos preços das mensalidades e forçou a ampliação do programa sem analisar os reflexos financeiros. Um exemplo típico de má gestão em um órgão aparelhado por servidores.

FARRA DOS CARROS OFICIAIS
Não é rara a utilização dos veículos oficiais pelos 

ministros fora do horário do expediente
A Presidência da República figura em segundo lugar no ranking do número de servidores: emprega 6.969 pessoas. Os cargos vêm acompanhados das benesses, o que significam mais e mais gastos com o dinheiro do contribuinte. Em outubro do ano passado, para atender aos seus servidores, a Presidência comprou 130 taças de cristal por R$ 4,5 mil. No apagar das luzes de 2014, além de eletrodomésticos, toalhas de banho e de rosto, o Planalto adquiriu aparelhos de malhação e até roupões de banho. Ao todo, a conta saiu por R$ 262,8 mil. O conjunto de banho completo custou R$ 7,8 mil. Já a aquisição de 20 frigobares, 100 bebedouros e 30 fragmentadoras de papel custou ao órgão R$ 155,7 mil. A Presidência justificou a compra por eventuais atendimentos em cerimônias oficiais. Outros R$ 99,3 mil foram gastos pela Presidência na reposição de aparelhos de ginástica. Na lista, figuram um crossover angular, um banco extensor e outro flexor, um apolete, um crucifixo, duas esteiras eletrônicas e um smith machine (plataforma para a realização de vários exercícios). Segundo o órgão, a aquisição dos equipamentos ocorreu em função da necessidade de manutenção ou melhoria do treinamento de força e do condicionamento físico do pessoal da segurança e para melhoria da qualidade de vida dos servidores.

UNIDOS PELA REFORMA ADMINISTRATIVA
Os presidentes da Câmara e Senado, Eduardo Cunha e Renan Calheiros, propõem a redução dos ministérios
A criação desenfreada de ministérios é obra recente da democracia do País e se acentuou na era petista no poder. O ex-presidente Getúlio Vargas (1951-54) contava com apenas 11 pastas de primeiro escalão. Juscelino Kubitschek (1956-61, 13. O governo Fernando Henrique Cardoso terminou seu mandato (1994-2002) com 24 órgãosLula (2003-2010), para abrigar a aliança que o elegeu, criou mais 11, chegando a 35 – um recorde até entãoDilma o superou: subiu para 39. O cenário de distribuição de poder em Brasília é uma anomalia especialmente se comparado a outros países, como França, Portugal, Espanha e Suécia, que possuem uma média de 15 ministérios. 
Para se ter uma ideia do despropósito do aparelhamento, quem hoje discute corte de ministérios como ocorre atualmente no Brasil é o pobre Moçambique, que possui 28 pastas e está sendo pressionado a reduzir a própria estrutura por países que o apóiam financeiramente. "Essa forma de gestão caminha na contramão da história e de tudo aquilo que seria o ideal para a administração pública, não só no Brasil, mas em qualquer País. A criação desses ministérios é uma forma de abrigar a base aliada do governo e acelera ainda mais as distorções dentro da máquina pública", afirma José Matias-Pereira, professor de administração pública da Universidade de Brasília (UnB).
A necessidade de enxugamento da máquina administrativa ganhou eco durante a última campanha presidencial. O então candidato à presidência Aécio Neves (PSDB) propôs a fusão de ministérios, de modo a reduzir drasticamente os gastos e a estrutura governamental. Nos últimos dias, foi a vez de o PMDB encampar a bandeira da reforma administrativa. Como se não ocupasse fatia considerável da Esplanada e não exigisse a nomeação de um sem-número de afilhados políticos como condição ao apoio ao governo – a qualquer governo, diga-se – caciques peemedebistas, caso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, querem limitar a 20 o número de ministérios. Um projeto de sua própria autoria já está em tramitação na Casa. 
Na semana passada, depois de discursar para empresários, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), engrossou o coro. Afirmou, em tom de ironia, que o momento exigia o lançamento pelo governo do
"​Programa Menos Ministérios", numa brincadeira com o programa Mais Médicos. Renan promete apoiar a proposta de Cunha. "Isso vai gerar menos cargos comissionados, menos desperdício e menos aparelhamento. Devemos aproveitar a oportunidade", disse ele. 

Pressionada pelo Congresso e pelos protestos nas ruas, Dilma pode ser forçada a repensar a estrutura da portentosa burocracia que ajudou a criar. No final da última semana, informações oriundas do Planalto deram conta de que um estudo teria sido encomendado à Casa Civil visando à redução no número de pastas. 

Resta saber se a presidente ficará mais uma vez na retórica pedindo sacrifício de economia à população ou atenderá ao clamor público e cortará o excessivo gasto público...
​ ACORDA BRASIL!!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

DICA:5 Livros que vão mudar a forma como você encara a História !


Se você se deu o trabalho de continuar lendo, e por tabela estudando, após ter saído do colégio, já deve ter notado que a história nunca foi exatamente como nos ensinaram nas salas de aula. Por vezes, descobrir essas discrepâncias pode ser uma experiência chocante, triste, ou até engraçada, dependendo do quanto você sabe a respeito da linha cronológica do nosso mundo. E se aquele velho ditado já alerta que 'Quem ganha a guerra conta a história', isso é mais que o suficiente para deduzirmos que existe diferentes facetas dos fatos que nunca chegarão até nós, a não ser que procuremos por eles.
Seguindo este conceito, selecionamos aqui alguns livros da História mundial que vão mudar a forma como você encara a realidade.

 Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil,de Leandro Narloch
Existe um esquema tão repetido para contar a história do Brasil, que basta misturar chavões, mudar datas ou nomes, e pronto. Você já pode passar em qualquer prova de história na escola. Nesse livro, o jornalista Leandro Narloch prefere adotar uma postura diferente que vai além dos mocinhos e bandidos tão conhecidos. 
Ele mesmo, logo no prefácio, avisa ao leitor: "Este livro não quer ser um falso estudo acadêmico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos." É verdade: esse guia enfurecerá muitas pessoas. Porém, é também verdade que a história, assim, fica muito mais interessante e saborosa para quem a lê. (Editora Leya)

✔ A História não contada dos Estados Unidos, de Oliver Stone e Peter J. Kuznick
Este é um arquivo histórico importantíssimo e raro que o leitor terá a oportunidade de conhecer a partir da curiosidade e do brilhante trabalho desta inusitada dupla de autores. A obra cobre um período de mais de 100 anos de história mundial, é fruto de uma profunda pesquisa por cinco anos, em que os autores se debruçaram sobre arquivos da época, e conferiam dados de fontes à exaustão. O resultado mostra que tudo está conectado: Dos governos Reagan e Eisenhower a todo o conceito da Segunda Guerra Mundial; o real significado da batalha contra o nazismo; o desenvolvimento (e a alimentação) da guerra fria; os diversos momentos em que os Estados Unidos agiram, na verdade, como agressores; O Macarthismo e a tradição de espionar toda gente, desde pessoas comuns à líderes mundiais; o modus operandi em que se inserem os conflitos no Iraque, Teerã (capital do Irã), o trabalho da CIA e tantos outros eventos que, segundo documentos, tiveram como meta criar uma guerra global ao terror e dividir o mundo. (Faro Editorial)

✔ A Marcha da Insensatez: De Tróia ao Vietnã, de Barbara W. Tuchman
Coerente, minuciosa e extremamente inteligente, a historiadora Barbara W. Tuchman, duas vezes laureada com o Prêmio Pulitzer, destaca neste livro um dos maiores paradoxos humanos: a insistência dos governos em adotarem políticas contrárias aos próprios interesses.
A Marcha da Insensatez aponta quatro conflitos históricos em que ações equivocadas tiveram consequências desastrosas para milhares de pessoas: a Guerra de Troia, a reforma protestante, a independência dos Estados Unidos e a Guerra do Vietnã. Tais episódios mostram a impotência da razão ante os apelos da cobiça e os interesses individuais.(Editora Best Bolso)

✔ Breve História do mundo, de E. H. Gombrich
Para Ernst Gombrich, uma história, por mais complexa que seja, pode ser compreendida por todas as idades, desde que comunicada de forma clara e cativante. 
Ernst H. Gombrich propôs um desafio a si mesmo: contar a história da humanidade em apenas 300 páginas. Por mais audacioso que possa parecer, ele conseguiu, e de forma brilhante!
Em "Breve História do Mundo" o autor escolhe falar diretamente ao leitor, como se fosse um irmão mais velho falando com o caçula da família. O autor se recusa a oferecer explicações simplistas, para que o leitor seja capaz de refletir por si mesmo, mas ao mesmo tempo aborda a história do mundo com linguagem acessível e clara.
Escrita a pensar num público juvenil, Uma Pequena História do Mundo alcançou sucesso imediato, na Alemanha e no resto da Europa. Hoje traduzida em vinte línguas, tornou-se um clássico universal, uma referência tanto para os mais novos como para os mais velhos. (Editora Martins Fontes)

✔ Nada a Invejar: Vidas Comuns Na Coreia do Norte, de Barbara Demick
Correspondente do jornal Los Angeles Times em Seul, capital da Coreia do Sul, entre 2001 e 2006, a jornalista americana Barbara Demick fez uma exaustiva pesquisa de documentos, fotos e vídeos e entrevistou dissidentes e refugiados norte-coreanos que haviam fugido para a Coreia do Sul ou para a China.
Pontuadas por informações gerais sobre a economia e a cultura do país, as histórias de Nada a Invejar - título irônico extraído de um hino ufanista norte-coreano se entrelaçam para formar um painel bastante vívido do cotidiano na Coreia dos ditadores Kim iI-sung (1912-94) e Kim Jong-il (1942-2011), pai e filho que reinaram absolutos por mais de seis décadas e ainda perpetuam seu legado autoritário na figura do herdeiro Kim Jong-un.
Uma das virtudes do livro é mostrar como o culto à personalidade dos tiranos foi forjado numa mistura peculiar de marxismo-leninismo mal digerido com as tradições religiosas e populares locais. O controle absoluto da vida pessoal, que faz de cada vizinho (ou mesmo um familiar) potencial espião e delator, perpassa os relatos de todos os personagens entrevistados, assim como as dificuldades materiais e a fome - sobretudo depois da crise de escassez dos anos 1990, as marcas da guerra entre as Coreias e as parcas perspectivas de progresso educacional ou profissional.
Uma realidade sufocante que não exclui, porém, o humor, os gestos de altruísmo e solidariedade ou os sonhos de liberdade. Com uma escrita ágil e envolvente, que atesta o ótimo domínio das técnicas narrativas literárias, a autora conduz os leitores pela experiência fascinante de espiar a vida de uma das sociedades mais isoladas e reprimidas do planeta. (Companhia das Letras)


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

ALERTA => REFLUXO OU MÁ DIGESTÃO?



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Dormir para o lado esquerdo pode ajudar, e muito, a melhorar sua digestão.
A eficácia desta afirmação encontra-se na postura, explicada anátomo-fisiologicamente na figura acima.
De acordo com o "Jornal Ciência".
O sistema linfático bloqueia-se quando deitamos sob o lado esquerdo, permitindo que os órgãos do sistema digestivo possam produzir e eliminar as enzimas para neutralizar os ácidos e gorduras sem que ocorra nenhuma pressão sobre o sistema "digestório".
Para agilizar o processo digestivo, precisamos ficar deitados por um tempinho que pode chegar até 15 minutos após comer!
Além disso, a posição pode favorecer quem tem refluxo.

Se voce não sabia dessa, o que acha de também compartilhar?

terça-feira, 4 de agosto de 2015

IMPORTANTE CAMPANHA!

POR FAVOR, VAMOS ADERIR. O MÁXIMO QUE PODE ACONTECER É NÃO DAR CERTO. NÃO CUSTA NADA GASTAR O DEDINHO TECLANDO A PRESENTE "PEC" DE INICIATIVA POPULAR.
JÁ DEU CERTO COM A LEI DA "FICHA LIMPA". VAMOS TENTAR!
Se todos nós, pobres mortais, temos que trabalhar 30/35 anos para conquistar a aposentadoria, eles também podem fazer por merecer.
Vamos acreditar que é possível mudar este país. Depende de nós começarmos este movimento, ou então achar que não vale a pena e ficarmos apenas reclamando.BRASIL, tem que ser agora!
É SÓ REPASSAR , CASO VOCÊ CONCORDE.
É assim que começa
Peço a cada destinatário para encaminhar  a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de endereços, pedindo a cada um deles para fazer o mesmo.


Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta é uma ideia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.
 Lei de Reforma do Congresso de 2011(emenda à Constituição) PEC de iniciativa popular: Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal).


1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. Não haverá 'aposentadoria por tempo de parlamentar', mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil. 
2. O Congresso (congressistas e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos os outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.


3. Os senhores congressistas e assessores devem pagar seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.


4 Aos Congressistas fica vetado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.


5. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.

6. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.



7. Exercer um mandato no Congresso é uma honra, um privilégio e uma responsabilidade, não um uma carreira. Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.
8. É vetada a atividade de lobista ou de 'consultor', quando o objeto tiver qualquer laço com a causa pública, evitando conflito de interesses.
9- TODO APOSENTADO REGULAR, TERÁ SUA APOSENTORIA CORRIGIDA, PELO MESMO PERCENTUAL DE CORREÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, TODA VEZ QUE O SALÁRIO FOR CORRIGIDO.

"Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem. A hora para esta PEC - Proposta de Emenda Constitucional - é AGORA!


É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO.


Se você concorda com o exposto, REPASSE. Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado.

Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO para que possamos ajudar a reformar o Brasil. 

NÃO SEJA ACOMODADO(A). NÃO ADIANTA SÓ RECLAMAR. NÃO CUSTA NADA REPASSAR!!!