quarta-feira, 8 de julho de 2015

O dólar está alto? Subirá mais...O investimento no País caiu? Cairá mais!

💰Leia este documento e veja como os próximos seis meses podem ser decisivos para você e sua família!!!
Caro leitor,
Meu nome é Felipe Miranda, sou sócio-fundador da Empiricus Research, a maior consultoria de investimentos do Brasil.
Tenho uma pergunta simples e direta:
Você quer ver o seu patrimônio crescer de forma sustentável e segura pelos próximos anos, certo?
Então, torça por um período moderadamente ruim para os seus investimentos nos próximos seis meses.
Sei que isso soa paradoxal e contraintuitivo, mas peço atenção para esse aparente absurdo.
Leia um pouco mais deste alerta antes de decidir ignorá-lo. Ao final, estou certo de que você entenderá a mensagem e sairá muito mais preparado.
O fato é que estamos numa situação econômica extrema e, quanto mais para frente a Crise for empurrada, mais devastadoras serão suas consequências.
Provarei nas próximas linhas porque a Crise Mundial é inevitável e mostrarei como ela chegará ao Brasil, muito provavelmente nos próximos meses, com dois eventos singulares:
  • O primeiro, em julho, com as agências de risco rebaixando o rating brasileiro, o que poderá inclusive culminar na perda de nosso grau de investimento (BRexit).
  • Já o segundo, em setembro, quando o Federal Reserve (Banco Central americano) poderá dar o golpe de misericórdia elevando a taxa de juros dos Estados Unidos, num processo que desencadeará o estouro de bolhas por todo o Planeta.
Falarei adiante sobre essa alternativa, e você entenderá exatamente o meu ponto.
A Década Perdida
Você já sabe que a nossa economia não vai nada bem.
A inflação chegou à perigosa marca de 8% e já caminha para os 9%.
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Na tentativa de contê-la, o Banco Central vem seguidamente aumentando a taxa Selic, que saiu do piso histórico de 7,25%, rompeu a barreira dos 13% e já há quem fale em 15%.
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Como reflexo dessas medidas, nosso Produto Interno Bruto parou de crescer. Agora ele está regredindo e tem tudo para terminar o ano com crescimento negativo de -2%.
Note que a economia brasileira cresceu 0,2% em 2014, deve encolher cerca de -2% neste ano, ficar estagnada em 2016 e tende a uma expansão da ordem de 1,5% em 2017.
Ou seja, entraremos em 2018 com um PIB equivalente àquele de 2013 – e com uma renda per capta cerca de 5% inferior à observada 5 anos antes.
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As consequências já são sentidas pela população brasileira, desde o trabalhador mais simples até o empresário.
Com o ambiente de incertezas, o desemprego só faz crescer…
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Mas isso tudo você já sabe...


Mesmo quem se interessa pouco por economia percebe as dificuldades atuais ao fazer as compras do mês, ao administrar o próprio negócio ou ao buscar uma qualificação melhor.
O governo descuidou das contas públicas, manteve uma política econômica insustentável e deixou o País numa situação vulnerável.
Não está fácil para ninguém… e pode ficar pior. Bem pior.
Só que a piora desta vez não se dará mais por responsabilidade do nosso governo.
O que vou revelar agora talvez fuja um pouco do senso comum, já que ainda não é percebido claramente em nosso dia a dia.
É natural. Ninguém está interessado nisso. A imprensa apenas reproduz fatos estilizados das expectativas de consenso, e os grandes bancos jamais falarão do problema, pois estão mais interessados em salvar a si mesmos.
O fato é que o mundo caiu numa espécie de armadilha do crescimento, e não há como escaparmos dela sem dor.
Veja só.
Nos últimos anos, as economias mais desenvolvidas do Planeta vêm crescendo a taxas abaixo da média histórica.
Num ambiente de inflação baixa (ou mesmo de deflação em alguns países), as bolsas e os ativos financeiros estão atingindo suas máximas históricas, com índices completamente desapegados dos fundamentos da economia.
Esta bolha já está em formação.
Quanto maior ela ficar, pior será o estrago em todo o Planeta.
Especialmente no Brasil. Particularmente no seu bolso.
Já vimos que a nossa economia está frágil – com crescimento negativo, inflação e taxa de juros altas e desemprego em ascensão.
Se a bolha internacional continuar crescendo, seu estouro trará consequências ainda mais devastadoras por aqui. Estamos totalmente despreparados para uma crise externa.
Mais recessão. Mais inflação. 
Taxas de juros e dólar nas alturas.
Menos empresas, mais desempregados.
Justamente por isso, é preferível que a crise chegue ao Brasil o mais rápido possível.
Quanto menos a bolha for inflada lá fora, menores serão as consequências. Temos de esvaziá-la o quanto antes.
Com um tombo menor, a recuperação é menos dolorosa e em bases mais sólidas.
Mas, afinal, como a crise internacional pode chegar por aqui no próximo 16 de setembro?
Já vou explicar. Antes, é preciso entender o cenário atual.
Tudo começou na Crise de 2008
Você se lembra bem dessa crise, que derreteu as Bolsas em todo o mundo e gerou enorme desemprego, inclusive aqui no Brasil.
Para enfrentá-la, o Federal Reserve (Banco Central americano) tomou algumas medidas drásticas, reduzindo as taxas de juros a praticamente zero e injetando dinheiro na economia.
Sob juros zerados, com muito dinheiro disponível e sem alternativas de investimentos na economia geral – que cresce pouco –, só resta aos investidores comprar coisas mais arriscadas como ações e outros papéis menos conservadores. Aí o valor dos ativos de risco tende a subir nas alturas.
Veja o que está acontecendo com as bolsas americanas.
Uma forma de avaliar até que ponto uma Bolsa está cara ou barata é dada pela divisão entre o preço dos ativos e o lucro por ação das empresas (P/L).
Quanto maior o P/L, mais cara está a Bolsa.
Pois não é que o P/L atual já atingiu o terceiro posto de mais alto da história?
Em 135 anos de Bolsa nos Estados Unidos, somente em dois momentos o P/L esteve em níveis mais altos do que o atual.
Em 1929 e em 2000.
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Esses anos lhe são familiares?
Provavelmente. Tratam-se exatamente dos momentos que precederam os dois maiores CRASHES da história do mercado de ações.
Foram anos de estouro de bolha e crise econômica com terríveis consequências para a população norte-americana e mundial.
Aí você poderá perguntar: “Temos então um estouro de bolha previsto já para este ano?”
Não necessariamente. É simplesmente impossível prever o momento exato de um crash, muitas vezes a bolha infla mais um pouco antes de estourar.
Mas o que podemos afirmar com convicção é que um P/L assim tão alto prejudica bastante o retorno dos anos seguintes, colocando em risco toda uma década.
O pior é que esse não é o único indicador que aponta para um mercado sobrevalorizado, na iminência de um estouro.
Veja o indicador “Buffet” – medida de valuation favorita do megainvestidor Warren Buffet:
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Grosso modo, ela compara o valor das ações ao PIB do país.
Seu nível atual (132,3%) já é o segundo maior da história americana, acima inclusive do de 1929. O primeiro foi – novamente – em 2000.
Há outros indicadores, para diferentes gostos. E, sem exceção, TODOS dão o mesmo alerta:
A Bolsa americana está cara.
E os investidores de lá já estão começando a se dar conta disso.
“Mantendo as taxas de juros assim baixas,
acabamos criando bolhas mesmo sem perceber.”
É o que alerta o bilionário Carl Icahn sobre a política monetária do Banco Central americano. Sobre o estouro iminente, ele é ainda mais enfático:
“Não é uma questão de SE, mas sim de QUANDO vai acontecer.”
O problema não é novo, já vimos algo assim antes.
Foi há cerca de 75 anos, em 1937.
Veja.
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A linha laranja mostra o índice da Bolsa americana, de 1930 a 1942.
O mercado parecia se reerguer após a Crise de 1929, mas a recuperação se demonstrou frágil, e a Bolsa despencou novamente sete anos depois.
Naquela época, em resposta à crise, o Banco Central dos Estados Unidos afrouxou a política monetária reduzindo a taxa de juros e expandindo a oferta de moeda.
Com essas medidas, as Bolsas subiram fortemente.
Só que, no ano de 1937, eles apertaram novamente a política monetária provocando uma forte correção nas Bolsas, como mostrado no gráfico.
Note que a dinâmica de agora é rigorosamente a mesma. Os Bancos Centrais cortam as taxas de juros em resposta à crise de 2008, as Bolsas sobem fortemente pelo mundo e batem novos recordes. E, sete anos depois, o BC dos EUA se prepara para subir os juros.
O que você acha que vai acontecer agora?
Note que o problema desta vez é ainda mais complexo, já que o fenômeno não se restringe ao mercado norte-americano.
Os Bancos Centrais despejaram dinheiro na economia mundial numa quantidade sem precedentes.
Há mais de 100 trilhões de dólares de excesso de liquidez no mundo.
Abaixo, você pode ver o completo desequilíbrio do balanço dos Bancos Centrais da Inglaterra (BoE), dos EUA (FED), da Zona do Euro (ECB) e do Japão (BoJ) em relação ao PIB de suas respectivas economias:
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Os Bancos Centrais vêm hesitando em acabar com essa farra da liquidez, que se torna cada vez maior.
Temos o fantasma da crise de 2008 ressuscitado, acrescido de uma enorme quantia de dinheiro impressa durante os últimos anos não só nos EUA, mas também na Europa, no Japão, na China…
O exemplo da China, aliás, é bastante emblemático.
A Bolha Chinesa
Veja só o que está acontecendo neste exato momento à Bolsa de Xangai:
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Subiu bastante, não?
Podemos constatar esse crescimento impressionante na linha verde do gráfico.
O problema é quando o comparamos à linha vermelha: Nasdaq, bolsa eletrônica dos Estados Unidos, pouco antes do estouro espetacular da bolha “pontocom”.
Tente ver a linha vermelha como uma montanha-russa. Pois a verde é o carrinho trilhando seu percurso. Ele já completou praticamente toda a subida.
Sentiu um frio na barriga? É o que a maioria sente quando está lá em cima e olha pra baixo.
Veja novamente estes dois gráficos.
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Reparou como são parecidos?
Índice Dow-Jones de 1930Bolsa Nasdaq de 2000S&P de 2007 e Bolsa de Xangai de 2014 – todos seguindo uma trajetória bastante similar.
Já conhecemos o desfecho do Dow-Jones e da Nasdaq, e temos um ótimo palpite do que está para acontecer com o S&P e a Bolsa de Xangai.
Afinal, como o bilionário disse, “Não é uma questão de SE, mas sim de QUANDO vai acontecer.”
Fenômeno semelhante ocorre com o índice Shenzhen Composite, de empresas chinesas de tecnologia. Ele praticamente triplicou ao longo do último ano.
E, na bolsa de startups ChiNext, a valorização atual já corresponde a 140 vezes o faturamento anual de 2014. Isso mesmo, 140, quando 50 já seria um múltiplo extremamente otimista até para a mais avançada das empresas de tecnologia.
Mas voltemos à Bolsa de Xangai, a mais tradicional.
Nos últimos 8 anos, o mercado financeiro meio que acompanhou o crescimento do PIB.
Note como o índice da Bolsa chinesa (linha vermelha) segue uma trajetória bastante similar ao percentual de crescimento do PIB (colunas azuis).
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Quando o PIB sobe mais, o índice acompanha a subida. Se o PIB sobe menos, o índice cai.
Foi assim até 2014. A partir daí, o índice começou a se afastar dos fundamentos da economia.
Repare no gráfico o ano de 2015. A linha vermelha fugiu completamente das colunas azuis.
Não à toa, o P/L médio da Bolsa chinesa chegou a 23, patamar já acima do alcançado pelo índice americano S&P 500.
Com uma grande diferença.
O setor de bancos, que tem o maior peso no índice, ficou fora de boa parte dessa alta e puxa o P/L para baixo.
Se montarmos uma lista com todas as empresas do índice, ordenadas do maior P/L ao menor, a empresa que se encontrará bem ao centro da lista apresenta um P/L de 75.
Quer dizer, são necessários 75 anos de lucros para compor de volta o valor investido na empresa.
Há excessos ainda mais emblemáticos, apresentados pelo Estadão on-line, site do Grupo Estado.
Uma empresa de ração para animais domésticos é negociada a 221 vezes seu faturamento.
Uma fábrica de saunas, a 285 vezes.
E uma fábrica de ventiladores, a 732 vezes.
Haja verão para vender tanto ventilador que justifique esse preço.
Não à toa, 85% das empresas listadas apresentam atualmente valorização acima da atingida no ápice da bolha que se formou nas bolsas chinesas em 2007.
A mudança de política monetária, injetando dinheiro na economia, e os estímulos fiscais ajudam a explicar o rali atual. A expectativa de ainda mais dinheiro e estímulos intensificam esse rali.
“Só que a economia chinesa está ficando “sem ar”, é o que diz o economista Wolf Richter.
Um exemplo é a indústria automobilística, que contava com um crescimento de 9% ao ano, mas cresceu apenas 3,7% em 2014 e agora está cortando os preços.
O megainvestidor Marc Faber já vinha alertando para uma desaceleração da economia chinesa, em que o crescimento ficaria em torno de 4% ao ano. Ele não contava com o último relatório da consultoria Fathom, que agora aponta para um crescimento chinês da ordem de 2,5% em 2016.
Esse percentual é muito abaixo do que o reportado pelas projeções oficiais.
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Só que o problema não se limita a Estados Unidos e China.O Planeta inteiro está em bolha.
Já vimos o que está acontecendo na China: os preços dos ativos de risco se descolaram dos fundamentos econômicos.
Também vimos que a situação é semelhante nos EUA, onde o valor das ações comparado ao PIB do país já apresenta o segundo maior nível da história – superior aos da Crise de 1929 e 2008, e inferior apenas ao da Crise pontocom, em 2000.
Mas e o resto do mundo? Será que as maiores economias do Planeta se encontram numa situação mais confortável, capaz de aliviar os desdobramentos de um colapso de EUA e China?
Você já deve imaginar a resposta.
Veja este gráfico, da National Inflation Association (NIA).
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O gráfico compara o valor do mercado das ações ao PIB das 24 maiores economias do mundo, de 1991 a 2015.
Grosso modo, funciona assim: cada país é analisado individualmente. Seu momento de menor relação entre valor do mercado de ações e PIB é transformado em 0%. Já o momento de maior relação é convertido a 100%.
Os Estados Unidos, por exemplo, estão atualmente com essa relação convertida para 95,56% – 100% teria acontecido na Crise pontocom, em 2000.
Segundo a NIA, estar acima de 75% já é suficiente para caracterizar um mercado sobrevalorizado. É como um sinal amarelo.
Acima de 90% é sinal vermelho – mercado extremamente sobrevalorizado.
Dos 24 países, 14 – mais da metade – estão em sinal vermelho, acima dos 90%.
Outros 5 já entraram no amarelo.
A média do grupo todo é 93,69%, como podemos ver no gráfico.
Sabe quais são os países com relação mais baixa? Chile, Rússia, Grécia e… Brasil.
“Opa!”, você pode pensar. “Se a relação está baixa por aqui, então a Bolsa está barata. Vamos comprar ações desde já.”
Calma.
Assim como Grécia e Rússia, estamos falando de países já em crise, que sofrerão ainda mais quando a bolha mundial estourar.
E falta pouco.
Os Bancos Centrais despejam dinheiro na economia por todo o Planeta…
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Eles seguram as taxas de juros a patamares baixíssimos…
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É possível escapar dessa armadilha?
Sim, é possível. Mas será doloroso.
“Estoure a bolha antes que ela infle demais.”
Essa é a sugestão do ganhador do Prêmio Nobel de Economia, Robert Shiller. O alerta abaixo também é dele:
“O problema dos Bancos Centrais é que eles costumam ignorar as bolhas
especulativas até que seja muito tarde, o que parece ser o caso atual. O
mercado de ações nos Estados Unidos está bem alto, e os preços do
mercado imobiliário estão ficando altos também.”
Sua opinião é compartilhada pelo presidente da Roubini Global Economics, Nouriel Roubini:
“Os mercados financeiros e os Bancos Centrais estão brincando com uma
bomba-relógio criada pela liquidez macroeconômica e pela falta de
liquidez dos mercados. À medida em que os investidores se posicionam
em ativos sobrevalorizados, 
o risco de um crash aumenta.”
Sou da mesma opinião deles.
Os mais céticos poderão dizer: “Desta vez é diferente.”
O otimismo exagerado costuma prevalecer em momentos assim.
É exatamente isso o que já está acontecendo nos Estados Unidos.
Segundo pesquisa da Investors Intelligence Advisors, o otimismo dos investidores ultrapassou a barreira de 80%. Isso não acontecia desde 1987.
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Na China, o otimismo é até maior.
Encontrei-me com chineses recentemente, nenhum deles admitiu a bolha.
Estão empolgados, acreditando que o mercado subirá eternamente.
É sempre assim. A Bolsa sobe, o otimismo aumenta.
O ser humano não aprende. Quando as ações ficam caras, tentam sempre justificar os valores atingidos e arrumam argumentos para se convencer de que elas podem subir ainda mais.
Mas, no final, o que geralmente acontece é uma reversão nos preços, muitas vezes de forma violenta.
É como disse o megainvestidor Marc Faber no último dia 10 de junho, em evento organizado pela Empiricus no Hotel Unique, em São Paulo.
“Com o mercado de ações num nível tão alto, só há uma direção possível: PARA BAIXO.”
Não à toa, aquelas quatro palavras – “desta vez é diferente” – são descritas como as mais caras do mercado de ações.
A Empiricus e seus leitores estão se preparando para enfrentar a situação.
Já vimos que há fortes indícios de os ativos estarem de fato sobrevalorizados.
A farra da liquidez – com Bancos Centrais jorrando dinheiro nas economias e taxas de juros baixíssimas – inflaram os ativos de mais risco.
Há uma bolha em gestação, que inflará mais e mais se o problema for jogado lá pra frente.
Quanto mais demorar para estourar, maiores serão os prejuízos.
“Nova crise internacional não só está no horizonte como pode ser mais grave do que a iniciada em 2007.”
Martin Wolf, colunista do Financial Times
A “boa notícia” (se é que podemos classificá-la assim) é que a bolha pode estourar já neste ano. Em 16 de setembro de 2015.
Como?
Com o “alfinete” do Federal Reserve (Fed), o Banco Central americano.
Será ruim para todos nós – natural, é sempre doloroso.
Mas acredite: a alternativa é infinitamente pior.
Para o Mundo, para o Brasil… para o seu bolso.
O alfinete do Federal Reserve
A economia norte-americana cresceu apenas 0,2% no primeiro trimestre de 2015. Com isso, restam duas possibilidades para o restante do ano:
  • 1 – Recuperar-se e voltar a crescer; ou
  • 2 – Não se recuperar.
A primeira visão é a crença do próprio Banco Central americano e de figuras emblemáticas como os economistas Stephen Jen, Jim O’Sullivan e Michele Girard.
Para eles, é natural que o período de inverno seja mesmo mais fraco para a economia. Neve acima do esperado e outras eventualidades teriam prejudicado ainda mais esse desempenho.
Por isso, eles acreditam na recuperação econômica após o segundo semestre, quando o palco estará pronto para a ação do “alfinete” do Federal Reserve.
Que alfinete é esse que antecipará o estouro da bolha no mercado de ações?
Resposta: a elevação da taxa de juros americana.
Vimos que taxas de juros muito baixas são capazes de justificar valuations bastante esticados.
Isto é, com juros zerados (ou mesmo negativos), o valor dos ativos de risco (ações) pode chegar às alturas.
Portanto, é natural e bastante intuitivo que a subida dos juros force um reajuste PARA BAIXO no valor justo dos ativos de risco.
Veja só.
O índice S&P 500, principal referência de ações nos EUA, atualmente negocia a uma relação Preço sobre Lucros (P/L) de 18 vezes.
Isto é, você precisa de 18 anos para lucrar 100% do seu investimento – o que representa um retorno anual na casa de 5,55%.
Já o juro oferecido pelo título de 10 anos do Tesouro norte-americano é de 2,15% ao ano (praticamente ZERO, já que a inflação ronda a casa dos 2%).
Ou seja, o prêmio de risco oferecido pelo mercado (que é o excesso de retorno das ações sobre a renda fixa) está em torno de 3,40%.
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Só que o padrão histórico do tal prêmio de risco costuma ser da ordem de 4% a 5%.
Não é preciso entender muito de matemática para perceber o óbvio.
O prêmio atual de risco (3,40%) já está abaixo da média histórica (4%, 5%), e esse é mais um indício de que a bolsa americana está realmente cara.
Até aí, sem grandes problemas.
Mas o que acontece se os juros de mercado caminharem para algo em torno de 4% ao ano?
Se você fosse americano, investiria numa bolsa que paga 5,55% ao ano se pudesse comprar a segurança dos títulos públicos com 4% de retorno?
Dificilmente. Faria pouco sentido correr tantos riscos por um prêmio de 1,55% (5,55% – 4%).
A consequência é inevitável. O investidor americano sairá da Bolsa, antecipando uma correção PARA BAIXO no preço da renda variável.
Por isso, não se assuste se a Bolsa americana de repente cair algo da ordem de 30% a 50%.
É o alfinete do Federal Reserve entrando em ação. POW!
Se 2008 lembra muito 1929, o ano de 2015 repetirá 1937 – é o Acerto de Contas!
Mas, e no Brasil, como seremos afetados?
O problema por aqui tem tudo para se agravar ainda antes do “alfinete”, previsto para 16 de setembro.
Você sabe, as agências de risco já estão avaliando o nosso rating, isto é, a nossa classificação de risco.
Para os poucos familiarizados ao assunto, o rating é um instrumento relevante para o mercado. Neste caso em particular, ele representa uma opinião independente com relação ao risco de crédito do país analisado.
Quanto mais difícil a situação econômica de um país, maior a probabilidade de ele não pagar as suas contas (dar o calote) e mais baixa é a sua classificação de risco.
Você se sentiria confortável em emprestar dinheiro para alguém com problemas financeiros?
Pois é, os investidores estrangeiros também não.
De certa forma, o mercado já percebeu que a situação brasileira piorou bastante. Nossa Bolsa opera atualmente em níveis mais baixos, já precificando essa piora.
Só que as agências de classificação de risco estão prestes a oficializar a queda no rating.
Pior. Mais do que nos rebaixar, elas poderão ainda dar um viés negativo para as próximas avaliações.
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Na prática, é como dizer assim:
“Olha, estamos rebaixando a sua classificação de risco e não acreditamos que vocês possam reverter a situação no curto prazo. Fiquem avisados desde já: vamos rebaixá-los ainda mais na próxima avaliação, OK?”
Pois o governo brasileiro já está ciente do problema. Todos sabem que o nosso rating será rebaixado – provavelmente agora, no mês de julho.
O que os governantes ainda tentam evitar é o malfadado viés negativo, que culminaria na chamada “PERDA DO GRAU DE INVESTIMENTO”.
BRexit: O Brasil fora do grupo de países com grau de investimento
Se por um lado o mercado brasileiro já precificou a queda no rating, por outro ainda ignora esse viés negativo e a perda do grau de investimento.
A conclusão é inevitável: mesmo não estando em bolha como no resto do mundo, a Bolsa brasileira tem espaço para CAIR MUITO MAIS.
Acha pouco estarmos entre 50 e 55 mil pontos? Que tal algo entre 40 e 45 mil?
Isso representaria os 13 mil pontos em dólar, algo sobre o qual falamos desde o lançamento da tese de “O Fim do Brasil”.
O cenário ruim para a Bolsa brasileira agora está muito perto de se realizar.
Começaria com a queda do rating, passaria pelo viés negativo e culminaria no “alfinete do Federal Reserve”, em 16 de setembro. Faltam poucos dias.
Você talvez esteja se perguntando:
“Mas, se a nossa Bolsa não está sobrevalorizada, por que o alfinete americano, capaz de estourar bolhas por todo o mundo, também traria consequências drásticas para o Brasil?”
Simples.
Com o aumento da taxa de juros nos Estados Unidos, os títulos públicos americanos (considerados “livres de risco”) ganham em atratividade e seduzem investidores de todos os outros mercados, inclusive do nosso.
Os dólares já estão saindo do Brasil e sairão ainda mais com o novo cenário.
As consequências são inevitáveis.
O dólar está alto? Subirá mais.
O investimento no País caiu? Cairá mais.
O desemprego está aumentando? Teremos mais desempregados.
E ficará ainda mais difícil controlar a inflação e evitar a recessão.
Teremos que enfrentar tudo isso já nos próximos seis meses.
Como eu disse antes, será bastante doloroso.
Quem investe em Bolsa, imóveis e outros ativos de risco poderá sofrer uma perda de patrimônio.
E acredite: é melhor que seja assim. É melhor que tudo isso aconteça o quanto antes.
Por incrível que pareça, esse é o “melhor cenário” que poderemos enfrentar – ou o menos pior, caso prefira chamar assim.
Não há como evitar, chega um momento em que é preciso fazer o “Acerto de Contas”.
Melhor que seja agora, senão a fatura será maior e bem mais dolorosa.
Se o Federal Reserve não aumentar a taxa de juros em setembro, o problema mundial de bolha será jogado para frente.
A conta brasileira ficará maior e levará ainda mais tempo para ser paga.
E nem você nem eu desejamos vivenciar este cenário alternativo.
Estagnação Secular, a Hipótese Alternativa
Quando o Fed praticamente baixou a taxa de juros a zero em resposta à Crise de 2008, sua intenção era estimular o crescimento da economia.
Juros baixos incentivam os investimentos capazes de fazer um país voltar a crescer.
Mas a crença na recuperação econômica abre espaço para que o alfinete do Fed entre em ação já no próximo dia 16 de setembro.
Como vimos, o resultado seria o estouro de bolhas pelo planeta todo e uma crise mundial nos mercados de risco.
Essa é a nossa expectativa. Por mais dolorosa que seja, é inclusive o nosso desejo.
Mas e se a economia americana não se recuperar? E se o crescimento continuar baixo por um período de tempo dilatado, forçando a continuidade de juros zerados?
Seria possível que este cenário continue por muito tempo?
Sim, perfeitamente possível.
Só que aí o mundo entraria numa espiral deflacionária, sem precedentes na história, marcada por baixo crescimento econômico – a fatídica ESTAGNAÇÃO SECULAR.
O termo “secular stagnation” foi cunhado no auge da Grande Depressão, em 1938, por Alvin Hansen, então presidente da American Economic Association.
A interpretação de Hansen era de que a Grande Depressão iniciaria uma nova era, representada por desemprego alto e estagnação da economia.
Nem a baixa taxa de juros era capaz de estimular o crescimento.
Isso porque o desemprego enfraquecia a já baixa demanda agregada que, por sua vez, desestimulava o investimento.
Sem investimentos, o desemprego aumentava e enfraquecia ainda mais a demanda agregada.
Percebe o círculo vicioso?
Na ideia de Hansen, cairíamos assim na estagnação secular da economia.
Não seria algo transitório ou de fácil solução. Tratava-se de um problema estrutural, com mudanças nas bases da economia dos países industrializados.
Fazia muito sentido à época. Vínhamos de quase uma década de desemprego dramático, forte queda da massa salarial e baixo crescimento econômico.
Tudo isso aconteceu faz tempo, de uma forma muito parecida com a atual.
Para combater a Crise de 1929, o Banco Central dos EUA adotou uma política monetária expansionista nos anos seguintes, injetando dinheiro na economia e reduzindo a taxa de juros.
A Bolsa se recuperava fortemente, mas a economia não – situação semelhante aos EUA de hoje.
Aí o Banco Central apertou o torniquete monetário em 1937, causando uma queda de 49% das bolsas norte-americanas.
(Opa, é o que pode acontecer em 16 de setembro deste ano, não é mesmo?)
Enfim, não funcionou na época. Ainda voltariam a afrouxar a política monetária entre 1938 e 1939, à espera de reação da economia. Os resultados práticos, contudo, não vieram e a expansão do PIB continuou em ritmo muito baixo.
Avançando 75 anos na história, o tema da estagnação secular volta ao centro das discussões.
O ex-secretário do Tesouro dos EUA, Larry Summers, tem sistematicamente abordado a questão e a sua gravidade.
Ele está muito bem acompanhado em sua teoria como, por exemplo, o economista Paul Krugman e o ex-presidente do Fed, Alan Greenspan.
Quem participou do último evento organizado pela Empiricus, em São Paulo, pôde ouvir do próprio Greenspan:
“Estamos numa posição de estagnação secular.”
Eu estava no evento, e as palavras do ex-presidente do Banco Central americano foram as que me deixaram mais preocupado.
A questão é grave, muito mais do que ajuste fiscal, Grécia, redução da liquidez internacional ou qualquer outro problema econômico e financeiro que já enfrentamos.
Houve apenas dois momentos na história em que se debateu a estagnação secular: em 1938, quando Alvin Hansen introduziu a ideia, e AGORA.
Se em 1938 acertamos as contas com 1929, o ano de 2015
pode representar o acerto de contas com 2008.
E, voltando a Alan Greenspan e sua precisão nas palavras:
“Nós não sabemos muito bem o que fazer, por uma razão muito
simples: NUNCA estivemos nesta situação antes.”
Apertem os cintos. Os próximos meses – e talvez anos – serão especiais para seus investimentos, sua construção de patrimônio e até mesmo sua evolução profissional.
Já sofremos bastante por conta de nossos próprios problemas, e a iminente crise internacional fará com que soframos ainda mais.
Se no 7 de setembro teremos feriado para celebrar a independência, o dia 16 da semana seguinte marcará o início de um período de muitas dificuldades para o mundo e para o brasileiro. Teremos de trabalhar bastante para retomar o crescimento.
Se não for em setembro, será em dezembro. Se não acontecer em 2015, acontecerá no ano que vem.
Não há como escapar, o melhor então é enfrentarmos o problema o quanto antes.
Você pode se preparar desde já para o seguinte quadro:
1. Forte desvalorização do real, com o dólar caminhando para R$ 4,00
2. BRexit: redução do rating soberano brasileiro para nível inferior ao grau de investimento e possível saída dos BRICs
3. Aumento dos juros de mercado em títulos brasileiros
4. Forte queda das ações
5. Aumento destacado do desemprego
6. Queda de salários e piora dos indicadores de distribuição de renda.


terça-feira, 7 de julho de 2015

A importância de remover o pendrive com segurança do computador !

É mesmo necessário remover o pendrive com segurança do PC?

Opção Remover hardware com segurança
Afinal de contas, será que é mesmo necessário fazer esse burocrático procedimento para se remover um simples pendrive? essa postagem explicará a importância de se remover o pendrive com segurança do computador e os prejuízos que poderão ocorrer se você ignorar esta simples prática de segurança.


A importância de remover o pendrive com segurança do computador

Quando você conecta um pendrive na porta USB, ele automaticamente começa a receber corrente elétrica, afim de funcionar. Ao utilizar a opção “Remover hardware com segurança” o sistema operacional desliga aquele componente e ele passa a não mais receber corrente elétrica.

Da mesma forma, enquanto está ligado, o pendrive executa diversas ações de leitura e escrita. Quando desligado da forma correta, ele cessa também tais ações de leitura e escrita. Em outras palavras, o pendrive, mesmo conectado à sua porta USB, fica inativo.


Quais os prejuízos remover o pendrive abruptamente do computador ?

O pendrive pode queimar se removido de qualquer jeito
Evite queimar o seu pendrive e remova-o com segurança

Muita gente não se dá conta dos prejuízos que podem ocorrer ao não remover o hardware com segurança. Se no momento que você puxar o pendrive da porta USB estiver passando uma corrente elétrica para ele, é possível que o dispositivo e até mesmo a porta USB em que ele estava ligado queime.

Já pode ter acontecido com você de um pendrive parar de funcionar “do nada” ou determinada porta USB não reconhecer mais nenhum hardware. A causa para isso talvez tenha sido remover o hardware abruptamente.

Mas mesmo que seu pendrive não queime, é possível que alguns arquivos sejam corrompidos ao removê-lo sem cautela. Se na hora que remover o pendrive ele esteja executando alguma operação de leitura e escrita nele, o arquivo em questão será corrompido.

Não. Algumas pessoas dizem que esse procedimento só deve ser feito quando o pendrive é conectado à porta dianteira do gabinete. Porém, se for conectado na porta traseira, que é ligada diretamente à placa-mãe, o “remover o hardware com segurança” não é mais necessário.

Outros dizem que é seguro remover o pendrive quando o LED indicador de ação não está piscando. Alguns modelos trazem este LED que indica quando ele está realizando alguma ação.

Porém, o melhor e mais seguro mesmo a se fazer para evitar qualquer prejuízo ao seu equipamento e aos arquivos nele contidos é remover o hardware com segurança. É muito simples fazer isso, veja o tutorial para fazer este procedimento no Windows e no Mac.

Assim, que você possa ter mais cuidado com seu pendrive e sempre que for retirá-lo do PC use a opção “Remover hardware com segurança” para evitar qualquer tipo de prejuízo.

Fonte: TechTudo

sábado, 4 de julho de 2015

IMPRESSIONANTE...VEJA O TAMANHO DA FATURA !!!




😕Os socialistas têm por hábito inflar a máquina estatal. Isso provoca a falência de qualquer país. Quando eles conseguem erguer por completo o regime da planificação total da economia, as liberdades individuais são castradas. A falência vem anos depois, com o esgotamento dos recursos com os privilégios de partido assim como na defesa e policiamento do regime...




Só de Cargos de Confiança e Comissionados 
tem o  efetivo do Exército na ativa!!!

A insustentável máquina do governo
Os 39 ministérios de Dilma custam mais de R$ 400 bilhões por ano e empregam 113 mil apadrinhados. Só os salários consomem R$ 214 bilhões - quase quatro vezes o ajuste fiscal que a presidente quer fazer às custas da sociedade
​Fonte: - Jornalista ​
Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br)

Diante da necessidade imperativa de disciplinar as desordenadas contas públicas, legadas da farra fiscal praticada no mandato anterior, a presidente Dilma Rousseff impôs ao País um aperto de cintos. Anunciou como meta de sua segunda gestão um ajuste fiscal capaz de gerar uma folga de R$ 66 bilhões no Orçamento até o fim do ano. O necessário ajuste seria digno de louvor se as medidas anunciadas até agora pela presidente não tivessem exigido sacrifícios apenas de um lado dessa equação: o dos cidadãos brasileiros. Mais uma vez, a conta da irresponsabilidade fiscal de gestões anteriores sobra para o contribuinte. Ao mesmo tempo em que aumenta impostos, encarece o custo de vida da população, ameaça suspender a desoneração de empresas e retira dos trabalhadores direitos previdenciários e trabalhistas, Dilma Rousseff segue no comando de uma bilionária máquina pública aparelhada, inchada e – o mais importante – ineficiente.
Na semana passada, pressionada por líderes no Congresso, especialmente do PMDB, a presidente sacou mais uma de suas promessas. “A ordem é gastar menos com Brasília e mais com o Brasil”, disse. A despeito do efeito publicitário indiscutível da frase, a presidente dá sinais de que seguirá na toada já recorrente de dizer uma coisa em público e praticar outra bem diferente no exercício do poder. O governo, na realidade, sempre resistiu em cortar na própria carne. Por isso, permanece desde 2010 com uma colossal estrutura administrativa composta por 39 ministérios, a maioria deles criados para acomodar apadrinhados políticos, cujos custos de manutenção – o chamado custeio – consomem por ano R$ 424 bilhões. Desse total, o gasto com pessoal atinge a inacreditável marca de R$ 214 bilhões, o equivalente a 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Esse universo de servidores soma quase 900 mil pessoas distribuídas pela Esplanada, sendo 113.869 ocupantes de funções comissionadas e cargos de confiança, as chamadas nomeações políticas baseadas no critério do “quem indica. A credibilidade do governo está no fundo do poço, e é impossível imaginar a sociedade acreditando no ajuste fiscal sem que sejam tomadas medidas radicais para reduzir o tamanho dessa monumental máquina. Sem cortar na própria carne, o governo do PT não tem autoridade para pedir sacrifícios ou falar em ajuste fiscal”, afirmou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
Não bastassem os 39 ministérios com seus milhares de cargos de indicação política, o que se vê hoje na Esplanada em Brasília é o claro desperdício do dinheiro público, facilmente ilustrado pelo excesso de regalias e benesses à disposição dos ocupantes do poder. A principal função do ministério da Pesca, por exemplo, é distribuir o seguro-defeso – espécie de seguro-desemprego pago a pescadores. A pouca expressividade da pasta não limita as vantagens e os benefícios de quem garantiu um cargo executivo no órgão provavelmente chancelado por algum partido aliado de Dilma. 
Segundo apurou ISTOÉ, há carros de luxo com motoristas disponíveis aos sete integrantes da cúpula do ministério para deslocamento em Brasília. O custo estimado com a regalia é de R$ 1,5 milhão por mês. Embora o ministério esteja constantemente ameaçado de extinção, a pasta vem se mantendo com estrutura que chama a atenção. São mil servidores em exercício, sendo 440 indicados políticos.
O benefício de ter carros e motoristas à disposição não é uma exclusividade do ministério da Pesca. Segundo gestores públicos ouvidos por ISTOÉ que já atuaram em diferentes órgãos do governo petista, pelo menos 28 das 39 pastas permitem a benesse para quem está até cinco níveis da hierarquia abaixo do ministro. Isso sem contar os celulares, os cartões corporativos e uma dezena de assessores cujas funções frequentemente coincidem. No ministério do Turismo, que tem uma estrutura mais enxuta e apenas 268 cargos de confiança, o que causa espécie é a quantidade de garçons e copeiras disponíveis para atender a cúpula da pasta. Segundo um dos servidores, há 16 funcionários para servir água e cafezinho aos executivos do ministério.

No ministério do Turismo, 16 garçons e copeiras foram
contratados para servir os executivos do órgão
Embora prometa cortar despesas, Dilma e sua equipe econômica não querem ouvir falar em redução de pessoal, que consome muito mais do que os principais programas sociais do governo. O Bolsa Família, por exemplo, receberá R$ 27 bilhões – o correspondente a 12% do que o País gasta com servidores federais. Já a Saúde, considerada área prioritária para os brasileiros em todas as pesquisas realizadas, terá investimentos de R$ 109 bilhões neste ano. Custará, portanto, metade do gasto do governo com o funcionalismo. Atualmente, o ministério da Educação é a pasta com maior número de funcionários da Esplanada e serve para mostrar que o tamanho da máquina está longe de ser sinônimo de eficiência. No órgão, há mais de 44 mil cargos de confiança, além dos 285 mil efetivos. Nos últimos anos do governo Dilma, foram criadas 50 mil novas vagas. Em 2015, se a presidente preservar os recursos previstos para a pasta, serão R$ 101 bilhões destinados a cumprir a promessa utópica de campanha de transformar o Brasil em uma “pátria educadora”. Mas até aqui as demonstrações de gestão dadas pelo MEC são da mais completa ineficiência. Um exemplo é o programa de financiamento estudantil, o FIES. O governo flexibilizou as regras relacionadas aos fiadores dos estudantes e reduziu as taxas de juros. Mas falhou no controle dos preços das mensalidades e forçou a ampliação do programa sem analisar os reflexos financeiros. Um exemplo típico de má gestão em um órgão aparelhado por servidores.

FARRA DOS CARROS OFICIAIS
Não é rara a utilização dos veículos oficiais pelos ministros
fora do horário do expediente
A Presidência da República figura em segundo lugar no ranking do número de servidores: emprega 6.969 pessoas. Os cargos vêm acompanhados das benesses, o que significam mais e mais gastos com o dinheiro do contribuinte. Em outubro do ano passado, para atender aos seus servidores, a Presidência comprou 130 taças de cristal por R$ 4,5 mil. No apagar das luzes de 2014, além de eletrodomésticos, toalhas de banho e de rosto, o Planalto adquiriu aparelhos de malhação e até roupões de banho. Ao todo, a conta saiu por R$ 262,8 mil. O conjunto de banho completo custou R$ 7,8 mil. Já a aquisição de 20 frigobares, 100 bebedouros e 30 fragmentadoras de papel custou ao órgão R$ 155,7 mil. A Presidência justificou a compra por eventuais atendimentos em cerimônias oficiais. Outros R$ 99,3 mil foram gastos pela Presidência na reposição de aparelhos de ginástica. Na lista, figuram um crossover angular, um banco extensor e outro flexor, um apolete, um crucifixo, duas esteiras eletrônicas e um smith machine (plataforma para a realização de vários exercícios). Segundo o órgão, a aquisição dos equipamentos ocorreu em função da necessidade de manutenção ou melhoria do treinamento de força e do condicionamento físico do pessoal da segurança e para melhoria da qualidade de vida dos servidores.

UNIDOS PELA REFORMA ADMINISTRATIVA
Os presidentes da Câmara e Senado, Eduardo Cunha e Renan
Calheiros, propõem a redução dos ministérios
A criação desenfreada de ministérios é obra recente da democracia do País e se acentuou na era petista no poder. O ex-presidente Getúlio Vargas (1951-54) contava com apenas 11 pastas de primeiro escalão. Juscelino Kubitschek (1956-61, 13. O governo Fernando Henrique Cardoso terminou seu mandato (1994-2002) com 24 órgãosLula (2003-2010), para abrigar a aliança que o elegeu, criou mais 11, chegando a 35 – um recorde até entãoDilma o superou: subiu para 39. O cenário de distribuição de poder em Brasília é uma anomalia especialmente se comparado a outros países, como França, Portugal, Espanha e Suécia, que possuem uma média de 15 ministérios. 
Para se ter uma ideia do despropósito do aparelhamento, quem hoje discute corte de ministérios como ocorre atualmente no Brasil é o pobre Moçambique, que possui 28 pastas e está sendo pressionado a reduzir a própria estrutura por países que o apóiam financeiramente. “Essa forma de gestão caminha na contramão da história e de tudo aquilo que seria o ideal para a administração pública, não só no Brasil, mas em qualquer País. A criação desses ministérios é uma forma de abrigar a base aliada do governo e acelera ainda mais as distorções dentro da máquina pública”, afirma José Matias-Pereira, professor de administração pública da Universidade de Brasília (UnB).
A necessidade de enxugamento da máquina administrativa ganhou eco durante a última campanha presidencial. O então candidato à presidência Aécio Neves (PSDB) propôs a fusão de ministérios, de modo a reduzir drasticamente os gastos e a estrutura governamental. Nos últimos dias, foi a vez de o PMDB encampar a bandeira da reforma administrativa. Como se não ocupasse fatia considerável da Esplanada e não exigisse a nomeação de um sem-número de afilhados políticos como condição ao apoio ao governo – a qualquer governo, diga-se – caciques peemedebistas, caso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, querem limitar a 20 o número de ministérios. Um projeto de sua própria autoria já está em tramitação na Casa. 
Na semana passada, depois de discursar para empresários, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), engrossou o coro. Afirmou, em tom de ironia, que o momento exigia o lançamento pelo governo do
"​Programa Menos Ministérios", numa brincadeira com o programa Mais Médicos. Renan promete apoiar a proposta de Cunha. “Isso vai gerar menos cargos comissionados, menos desperdício e menos aparelhamento. Devemos aproveitar a oportunidade”, disse ele. 

Pressionada pelo Congresso e pelos protestos nas ruas, Dilma pode ser forçada a repensar a estrutura da portentosa burocracia que ajudou a criar. No final da última semana, informações oriundas do Planalto deram conta de que um estudo teria sido encomendado à Casa Civil visando à redução no número de pastas. Resta saber se a presidente ficará mais uma vez na retórica ou atenderá ao clamor público.
" ACORDA BRASIL"
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quinta-feira, 2 de julho de 2015

10 objetos misteriosos que atordoam até hoje os cientistas!


✋Existem muitas pessoas ao redor do globo terrestre que não acreditam em nenhum tipo de vida extraterrestre, muito menos que ela seja mais inteligente que a nossa — alguns acham isso um absurdo, coisa do demônio. Por outro lado, o número das pessoas que não apenas acredita, mas afirma que formas de vida alienígenas visitaram o Planeta Azul ao longo das eras tem crescido a cada dia.

Essas teorias mirabolantes começaram a aumentar depois do incidente do famoso Caso Roswell — uma das pautas mais conhecidas da ufologia mundial —, em que um OVNI teria sofrido um acidente e caído em um rancho na localidade de Roswell (Novo México, Estados Unidos), no dia 8 de julho de 1947. De acordo com o jornal Roswell Daily Record, o 509º Grupo de Bombardeiros da então Força Aérea do Exército americano havia tomado posse dos destroços de um suposto disco voador e até mesmo de uma criatura estranha.


1. Triunfo do Verão


 Essa tapeçaria foi criada em Bruges, na Bélgica, em torno de 1538. Atualmente, ela está em exposição no Museu Nacional Bayerisches. Ela é famosa entre os teóricos da conspiração porque mostra claramente discos voadores pairando no céu.

 De acordo com alguns estudiosos, a intenção era do tapete era conectar os OVNIs ao governante como uma espécie de símbolo de uma intervenção divina, deixando a seguinte pergunta no ar: como os belgas do século XVI conheciam discos voadores e mentalmente os conectavam com uma divindade?



2. O meteorito de Sri Lanka


 Ao pesquisar em um meteorito caído há alguns anos no Sri Lanka, alguns estudiosos no assunto descobriram algo além da estrutura típica de um cometa. Trata-se do que podem ser micróbios fossilizados e algas de origens extraterrestres.

 De acordo com o professor Chandra Wickramasinghe, os fósseis fornecem evidência convincente da panspermia (a hipótese de que a vida existe em todo o universo, sendo disseminada por meteoritos e outros detritos espaciais sólidos), mas sua reputação não ajuda muito a confirmar essa informação.

 Os traços de vida que o objeto apresenta são, na verdade, espécies de água doce bem comuns na Terra, o que parece indicar que o objeto tenha sido contaminado durante a sua estadia em nosso planeta.



3. A engrenagem de Vladivostok


 Há alguns anos, um homem encontrou um pedaço estranho de uma espécie de máquina em Vladivostok, na Rússia. O objeto se parecia com um pedaço de roda dentada e foi incorporado em um pedaço de carvão que ele estava usando para acender uma fogueira.

 Embora encontrar partes de máquinas antigas é algo bem comum no país, a curiosidade “bateu” no cara, fazendo com que ele fosse atrás de informações a respeito do objeto. Testes revelaram que a peça era de alumínio quase puro e que certamente tinha sido feita artificialmente, há mais ou menos 300 milhões anos, sendo que a humanidade veio descobrir isso apenas em 1825.

 De acordo com os cientistas, eles desejam executar novos testes, a fim de aprender mais sobre o misterioso artefato.



4. Rosto de pedra na Guatemala


 Por volta dos anos 30, alguns exploradores encontraram uma enorme estátua de arenito no meio de uma selva escondida na Guatemala. O rosto esculpido na pedra — com o crânio alongado e fino — não parece pertencer a nenhum povo antigo, aqueles que a gente confere em livros de história.

 Muitos pesquisadores afirmam que as características originais da estátua representam um membro de uma civilização alienígena antiga, que era muito mais avançado do que qualquer uma das raças pré-hispânicas da América. Alguns até especulam que a cabeça pode ser apenas uma parte de uma construção muito maior por baixo, como ocorre com os Moais, também conhecidas como Cabeças da Ilha de Páscoa.

 Infelizmente, a verdade provavelmente nunca vai vir à tona: a cabeça foi utilizada para a prática de alvo por tropas revolucionárias e suas características foram totalmente danificadas.



5. A Glorificação da Eucaristia


 Também conhecida como "Disputa da Eucaristia", trata-se de uma pintura do século XVI, feita em três partes pelo pintor italiano Ventura Salimbeni. As duas últimas partes são relativamente normais, retratando autoridades religiosas e um altar — até aí, tudo bem.

No entanto, a parte de cima mostra a Santíssima Trindade (Pai, ??Filho e uma pomba que representa o Espírito Santo), olhando para baixo e segurando o que parece ser um satélite no espaço, muito semelhante ao velho Sputnik, com um acabamento metálico, antenas telescópicas e luzes inusitadas — nada terrestre.

 Apesar de ufólogos e teóricos dos antigos astronautas afirmarem que a obra prova a existência de vida extraterrestre, especialistas em analisar esse tipo de arte foram rápidos em desmentir as opiniões dos caras. Segundo eles, o estranho objeto é nada mais do que uma Sphaera Mundi (uma representação do universo, comum na arte religiosa), em que as estranhas luzes no "satélite" seriam apenas o sol e a lua, e as antenas cetros representando a autoridade do Pai e do Filho. Será mesmo?



6. A pedra misteriosa 

de 500 mil dólares


 Em 1998, um andarilho chamado John J. Williams notou algo sobressalente, metálico e bem estranho no chão. Após a escavação a limpeza do objeto, ele acabou encontrando um componente elétrico estranho ligado a ela, que teria sido feito pelo homem e pouco se assemelhava a uma tomada elétrica. Detalhe: depois de uma análise geológica, foi constado que a pedra teria cerca de 100 mil anos de idade.

 A rocha logo se tornou um mistério bastante conhecido no universo OVNI, se tornando destaque na revista UFO e Fortiana Times, dedicada aos fenômenos misteriosos. De acordo com Williams (que é engenheiro), o componente eletrônico embutido na pedra não foi colado ou soldado no granito. Na verdade, a rocha provavelmente foi formada em torno do dispositivo.

 Porém, muitos acham que o achado de John é uma farsa completa. Além disso, a pedra tem certa semelhança com rochas de calor, usadas ??para manter os lagartos de estimação aquecidos. Quer comprar o objeto? É simples, basta você desembolsar 500 mil dólares e depositar na conta de Williams.


7. Artefatos do governo mexicano


 Em 2012, o governo mexicano revelou uma série de artefatos maias que tinham sido protegidos por 80 anos como segredos de estado — aqueles lendários casos “top secret”. Esses objetos foram encontrados em uma pirâmide inexplorada na região dos locais mais investigados das antigas cidades mexicanas.

 Todavia, parece que esses artefatos carecem de prova científica, assim como as imagens que vazaram na web. Existe a possibilidade de que os artefatos são falsos e teriam sido feitos por um artesão local. Aliás, um documentário sobre o assunto estava em fase de produção, mas os investidores mandaram interromper tudo o que já tinha sido feito.


8. O mistério da esfera da família Betz


 Quando a família Betz estava examinando os danos causados por um incêndio que dizimou 88 hectares da floresta em que eles moravam, uma estranha descoberta veio à tona: uma esfera prateada, com cerca de 20 centímetros de diâmetro, completamente lisa, exceto por um estranho triângulo alongado. Inicialmente, todos suspeitaram que pudesse ser um objeto da NASA, ou até mesmo um satélite espião dos soviéticos. Na dúvida, eles guardaram o estranho objeto.

 Duas semanas depois, o filho da família estava tocando guitarra na mesma sala em que a esfera estava. De repente, ela começou a reagir às músicas que o garoto tocava, emitindo um som pulsante e uma ressonância que perturbou o cão da família.

Com isso, os Betz começaram a observar a bola mirabolante e perceberam que ela parava e mudava de direção, por exemplo: quando empurrada pelo chão, a esfera acabava voltando para a pessoa que a tinha empurrado. Além disso, o artefato parecia funcionar a partir da energia solar, tornando-se visivelmente mais ativa em dias claros.

 Bem, até hoje não existe explicação para a inusitada bola estranha. No entanto, muitas teorias tentam explicar a sua possível natureza, como a do artista James Durling-Jones, que há três anos antes do ocorrido estava dirigindo na área onde o objeto foi encontrado. Em seu bagageiro havia algumas esferas de aço inoxidável, destinados a uma escultura que ele estava fazendo, mas algumas delas caíram durante o percurso. A coincidência é que estas bolas combinavam exatamente com a descrição da esfera encontrada pela família Betz.


9. O homem lagarto sumério


 O sítio arqueológico de Ubaid, no Iraque, é uma verdadeira mina de ouro para os arqueólogos e historiadores de plantão. Nesse local já foram achados diversos objetos de uma época pré-suméria — chamado período Ubaid (5900-4000 antes de Cristo), como uma série de estátuas representando lagartos humanoides, indicando que eles não eram propriamente deuses (como os deuses com cabeças de animais do Egito), mas sim como se fosse uma raça de lagartos humanos.

 É óbvio que os teóricos dos “antigos astronautas” logo deduziram que elas representavam os reptilianos, que costumavam vagar pelo Planeta Azul (e talvez ainda estejam por aqui, de acordo com algumas teorias da conspiração). Embora isto pareça improvável para muita gente mundo afora, a verdadeira natureza das estátuas ainda permanece um mistério.



10. Os aviões antigos dos incas


 Os incas e outros povos pré-colombianos deixaram alguns artefatos extremamente intrigantes no planeta, em que os mais estranhos são, provavelmente, os chamados “aviões antigos” — objetos pequenos e dourados que parecem aviões a jato. Antes, pensava-se que as estatuetas tinham sido feitas apenas para se parecerem com animais.

 Contudo, com o crescimento da ufologia e suas teorias mirabolantes, as características desses objetos foram associadas aos aviões de combate — desde a cauda de estabilização até trem de pouso. Alguns crentes do universo dos astronautas antigos até mesmo construíram modelos de aviões com as proporções desses “aviões antigos”, equipando-os com hélices e motores a jato.

 Tudo isso trouxe algumas especulações de que os incas pudessem ter entrado em contato com extraterrestres ou com pessoas capazes de construir aeronaves avançadas (vindas do futuro?). Para variar, até hoje não existe nenhuma explicação plausível do que seriam essas estatuetas.😱